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	<title>O Melhor do Marketing &#187; Planejamento</title>
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	<description>Somos apaixonados por marketing. Você também é?</description>
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		<title>Ideias sem planejamento são apenas ideias</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que nós, brasileiros, somos um dos povos mais criativos do mundo; não apenas no mundo publicitário, mas em todas as áreas. Vide a televisão, novelas, programas de humor e isso apenas para ficar na área do entretenimento. O brasileiro tem a criatividade no seu DNA, poderia enumerar aqui uma série de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que nós, brasileiros, somos um dos povos mais criativos do mundo; não apenas no mundo publicitário, mas em todas as áreas. Vide a televisão, novelas, programas de humor e isso apenas para ficar na área do entretenimento. O brasileiro tem a criatividade no seu DNA, poderia enumerar aqui uma série de caras como <strong>Washington Olivetto</strong>, <strong>Ronald Golias</strong>, <strong>José Bonifácio Oliveira Sobrinho</strong>, <strong>Silvio Santos</strong> entre outros, mas não é esse o objetivo do post.</p>
<p><span id="more-5038"></span></p>
<p>Por esse fator, de seremos criativos, é que não é incomum termos pelo menos uma <em>“grande ideia”</em> por dia, se focarmos em agência de publicidade, seja digital ou não, ter ideias, grandes ideias, a ideia do ano é o que mais nos cobram, e não é apenas papel da criação ter ideia. Planejamento também tem essa responsabilidade, assim como a mídia, o atendimento, a produção, o pessoal de mídias sociais, enfim, a agência tem que ser criativa como um todo.</p>
<p>Há tempos que eu luto para trabalhar ao lado da criação e agora na <strong>Tesla</strong> estou lado ao lado com o diretor de criação da agência, o que tem agregado demais no planejamento, as ideias estão saindo com um direcionamento, com um foco e um entendimento de perfil da marca e do consumidor da marca. Isso que é necessário.</p>
<p>Como o próprio título do artigo diz, uma ideia sem planejamento é apenas uma ideia, e que se não tiver foco, essa ideia pode ser “linda” para ganhar Cannes, mas não para gerar retorno ao cliente. <strong>E qual o objetivo de uma agência senão resolver os problemas do cliente?</strong></p>
<p>Já vi excelentes ideias em brainstorms que não estavam no momento do cliente e que nós, planners, tivemos que “vetar” porque entendíamos o momento do cliente e sabíamos que perder um tempo naquela ideia não daria em nada. Seria melhor direcionar a criação em achar problemas na comunicação da empresa, junto conosco, e ai sim chegar a soluções. Algumas ações dessa forma tiveram grandes retornos. O cliente sente a parceria na agência e claro mantém o relacionamento com a equipe.</p>
<p>Da mesma forma que já vi excelentes ideias de brainstorms não darem em nada, vi também clientes vetarem as ideias porque elas não estavam bem embasadas ou defendidas. Um bom planejamento tem que ter o <strong>objetivo, público-alvo, concorrência, estratégia, tática, mensuração e ROI.</strong> Esse esqueleto deixa o cliente mais confiante para que o cliente diga sim a campanha, projeto ou ação.</p>
<p>Vale ressaltar que em muitos casos, quem decide por uma marca não conhece nada sobre internet e por não conhecer, fica difícil aprovar uma verba para algo que não conhece. Isso acontece com qualquer pessoa, mas se uma ideia bem planejada e bem embasada, fica mais fácil convencer o anunciante. Ou não?</p>
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		<title>7 dicas para ter boas ideias &#8211; Dica 1: Não existe “Eureka!&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 16:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[boas ideias]]></category>

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		<description><![CDATA[O escritor americano Steven Johnson tem 42 anos e passou os últimos quatro obcecado pelo nascimento das ideias. Em seu mais recente livro, Where good ideas come from – The natural history of innovation (De onde vêm as boas ideias – A história natural da inovação, sem data de lançamento no Brasil), ele vai atrás das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor americano Steven Johnson tem 42 anos e passou os últimos quatro obcecado pelo nascimento das ideias. Em seu mais recente livro, <em>Where good ideas come from – The natural history of innovation (De onde vêm as boas ideias – A história natural da inovação</em>, sem data de lançamento no Brasil), ele vai atrás das condições que possibilitaram ideias transformadoras. Sua intenção é derrubar as expectativas em relação aos momentos de iluminação, em um indivíduo genial atina com uma grande solução. Johnson considera esse “momento eureca” um mito e tenta mostrar que por trás de grandes ideias há sempre a reciclagem de outras, as próprias e as alheias. Ele conversou com ÉPOCA sobre o tempo de gestação das ideias e os ambientes que as favorecem.</p>
<p><span id="more-4987"></span></p>
<p>Via <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI189016-15259,00-STEVEN+JOHNSON+SUAS+IDEIAS+NAO+SAO+SO+SUAS.html" target="_blank">Época Negócios</a></p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/CKVmDvE-6CE?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mais do mesmo não vende mais</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 14:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[mídia fragmentada]]></category>
		<category><![CDATA[Planners]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Na década de 70 era relativamente simples montar um plano de mídia. Haviam poucas emissoras de TV e rádios, poucos jornais ou revistas. Hoje a história é bem diferente. Só de sites “.com.br” existem mais de 2,3 milhões, não sei ao certo quantos desses estão abertos a publicidade e/ou programas AdSense do Google, mas acredito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na década de 70 era relativamente simples montar um plano de mídia. Haviam poucas emissoras de TV e rádios, poucos jornais ou revistas. Hoje a história é bem diferente. Só de sites <strong>“.com.br”</strong> existem mais de 2,3 milhões, não sei ao certo quantos desses estão abertos a publicidade e/ou programas AdSense do Google, mas acredito que mais de 1,5 milhão possa ter propaganda em seus espaços.</p>
<p><span id="more-4231"></span></p>
<p>Só esse fator já mostra o quanto a mídia está fragmentada e com isso o quanto nós, consumidores, também estamos fragmentados. Não buscamos mais informação do produto na ficha técnica fornecida pela empresa. Buscamos no site da marca, pesquisamos o que falam nas Redes Sociais, entramos em blogs, pesquisamos preços e buscamos todas as informações no Google.</p>
<p>Diante ao cenário apresentado acima, será que fazer mais do mesmo adianta? Comercial de 30 segundos no Jornal Nacional, banner na home de mega portal, página dupla na Revista Veja, spot na emissora líder de rádio. Será que só isso adianta para gerar vendas no ponto de venda?</p>
<p>Não quero ser um desses teóricos do mercado que vai defender a internet até o fim e dizer que a Internet é a resolução de todos os problemas e que ela vai matar a TV, Rádio, Jornal, Revista. Muito pelo o contrário, uma vez que eu penso que a comunicação 360º é a ideal, e sou totalmente contra dizer que uma mídia “mata” a outra. Se a TV nos anos 50 não matou o rádio, não será nos anos 2000 que a Internet vai matar qualquer mídia.</p>
<p>O que pretendo passar nesse artigo é que é preciso inovar. Não apenas inovar em um comercial sensacional na Rede Globo ou em um banner expansível na home de um grande portal, é preciso inovar na forma como a marca constroi a sua presença digital, afinal, em época de Redes Sociais a reputação da marca é tudo!</p>
<p>Nós planners, devemos tomar muito cuidado com esse lado. Somos nós que entendemos o comportamento do consumidor e como construir a marca na mente das pessoas e por isso devemos estar atento a tudo o que acontece com nossas marcas em todos os ambientes; como sou planner digital a minha tendência é estudar a marca na internet, mas essa impacta o consumidor em outros pontos, por isso, defendo a comunicação 360º como sendo a mais eficaz.</p>
<p>Quando entendemos a forma como o consumidor compra (e vamos focar apenas na web) devemos entender todo o seu processo. Cada vez menos as pessoas entram na loja e compram. Elas pesquisam no Google, blogs, Redes Sociais e depois compram. Se a marca não está bem posicionada no Google, por exemplo, perde-se milhares de vendas; se existem mais críticas do que elogios da marca no Twitter vai perder mais vendas.</p>
<p>Fazer um anúncio de página dupla na Revista Veja gera impacto. A marca se comunica com 1,3 milhões de pessoas, mas nem todas as pessoas da revista são público para a marca. Dentro desse 1,3 milhões de pessoas uma porcentagem é público. Dentro dessa porcentagem, uma outra se interessou pelo anuncio, e onde ele vai buscar mais informações?</p>
<p>Dessa forma, apresento o porque é preciso se preocupar com a presença digital da marca, pois cada vez mais as compras on e off estão sendo influenciadas por pessoas que se relacionam com nossos consumidores e que indireta e diretamente podem afetar as decisões de compra.</p>
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		<title>Vamos pensar além do WWW</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 23:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[pensar além do WWW]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano passado eu comecei a me dedicar muito ao estudo do conceito de Presença Digital. Alinhei esse conceito ao meu conhecimento de planejamento estratégico digital, mudando até os rumos das minhas palestras e aulas para esse tema (disponível no meu slideshare.net/felipemorais2309), pois eu estou cada vez mais analisando o quanto as pessoas estão fragmentadas na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado eu comecei a me dedicar muito ao estudo do conceito de Presença Digital. Alinhei esse conceito ao meu conhecimento de planejamento estratégico digital, mudando até os rumos das minhas palestras e aulas para esse tema (disponível no meu <a href="http://www.slideshare.net/felipemorais2309" target="_blank">slideshare.net/felipemorais2309</a>), pois eu estou cada vez mais analisando o quanto as pessoas estão fragmentadas na mídia e isso é importante para entendermos como impactá-las.</p>
<p><span id="more-4213"></span></p>
<p>Na década de 70 era muito fácil fazer um plano de mídia. Existiam 5 emissoras de TV, umas 10 rádios, 5 ou 6 jornais e revistas e pronto. O profissional tinha pouco o que inventar, pois o público dele estava ali. Hoje, existem mais de 100 canais de TV a cabo, 2,2 milhões de URLs .com.br, mobile, Facebook, Orkut, games, blogs, buscadores, mais de 10 mil rádios, 4 mil revistas e por ai vai. Vivemos uma época em que a produção de conteúdo está cada vez mais fácil. Qualquer um pode sentar na frente do computador, escrever um post, um artigo, ter um blog, ter um canal em alguma ferramenta social e por ai vai. Há 20 anos quem formava a nossa opinião era o Cid Moreira. Hoje qualquer um de nós forma opinião.</p>
<p>Pensar além do WWW é ter esse conceito de fragmentação na cabeça e entender que o consumidor não está mais apenas no site da marca, o site da marca é o porto seguro dele, mas não é ali que a marca vai conseguir impactá-lo. Quando ele chega ali, ele já foi mais do que impactado.</p>
<p>É preciso entender que o consumidor na internet, sendo ele um e-consumidor ou apenas um usuário que não compra está em diversos canais da web, não apenas nas Redes Sociais, mas em games, blogs, sites segmentados, recebendo e-mail, trocando mensagens com seus amigos via MSN e por ai vai.</p>
<p>Quando nós, planners digitais, pensamos em uma ação para uma das marcas com as quais trabalhamos pensamos em como a nossa mensagem será altamente relevante para o nosso consumidor se interessar em querer saber mais sobre a nossa marca, mas devemos pensar que uma ação no YouTube tem um jeito de ser feito e consequentemente uma resposta, assim como no Twitter, em um game ou no Blog mais popular de um determinado assunto.</p>
<p>As pessoas estão cada vez mais fragmentas, isso é fato. Estamos consumido, as vezes, mais do que 4 mídias ao mesmo tempo. No momento em que escrevo esse artigo, estou com meu e-mail, Facebook, Twitter e iTunes aberto. Celular ao lado, claro. Olha quantas oportunidades das marcas me impactarem, afinal, sou perfil de algumas. Acredito que você, amigo leitor, está lendo esse artigo com pelo menos mais uma ferramenta aberta, podendo ser alguma Rede Social sua ou mesmo um blog da sua preferência, isso é normal, recebemos mais de 5 mil mensagens por dia.</p>
<p>Ser relevante está cada vez mais difícil, mas é preciso. Entender que o consumidor não está só no seu site é mais preciso ainda, pois temos que analisar onde ele está, o que deseja, o que quer e como vamos responder aos seus desejos para trazê-lo ao site da nossa marca.</p>
<p>Pense sempre em ir além do site, ir além do WWW, pois o consumidor da marca que você trabalha já pensou nisso há muito tempo!</p>
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		<title>Quem são os e-consumidores?</title>
		<link>http://www.omelhordomarketing.com.br/quem-sao-os-e-consumidores/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[democratização da informação]]></category>
		<category><![CDATA[e-consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento social]]></category>
		<category><![CDATA[Lojas virtuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Você compra ou já fez alguma compra pela web? Se sim, considere-se um e-consumidor. Uma nova geração de consumidores que estão mais engajados, atentos e principalmente com um poder de acesso a informação nunca antes visto na história da humanidade. Os e-consumidores são pessoas que usam a web para ir além da compra. Não são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você compra ou já fez alguma compra pela web? Se sim, considere-se um e-consumidor. Uma nova geração de consumidores que estão mais engajados, atentos e principalmente com um poder de acesso a informação nunca antes visto na história da humanidade.</p>
<p><span id="more-4194"></span></p>
<p>Os e-consumidores são pessoas que usam a web para ir além da compra. Não são pessoas que simplesmente entram na loja A ou B e compram. Para chegar nesse processo, um longo caminho é traçado, salve alguma exceções daqueles que são fãs de uma determinada loja e se relacionam tão bem com elas que vão direto lá para uma compra, mas essa porcentagem, acredito, ser pequena.</p>
<p>Esses novos consumidores querem mais do que entrar em uma loja e comprar. Querem se relacionar com a marca. Querem ter a oportunidade de pesquisar, comparar preços, vantagens, serviços. Não se baseiam apenas em preço e sim em que loja vai cumprir o que promete. Para isso, pesquisa com amigos e seguidores das redes melhores experiências de compras nas lojas virtuais.</p>
<p>Sim, por mais que algumas empresas tenham um miopia sobre marketing digital, as pessoas falam, comentam e conversam sobre marcas na web. 23% das pessoas comentam de marcas na web, sendo que 34% postam opiniões em suas redes. As marcas não devem apenas monitorar a marca e sim agir! As estratégias de ação devem começar com o entendimento do que está acontecendo com a marca nas redes a partir do que os e-consumidores falam das marcas via Twitter, blogs, fóruns, Facebook, Orkut, Sonico entre outras ferramentas.</p>
<p>Internet é uma ferramenta de democratização da informação e ninguém melhor do que esses e-consumidores sabem disso. Usam a web como fonte para reclamar, elogiar, conversar e principalmente se relacionar. Internet é uma ferramenta, também, de relacionamento. Se não fosse, 87% dos internautas não estariam nas Redes Sociais.</p>
<p>Querem tudo bem claro ou optam pela concorrência. Querem saber o quanto tempo um produto vai demorar para entregar em sua casa. Não querem ser enganados e não se importam de esperar uns dias a mais pelo produto, desde que o prazo esteja bem claro no site e que esse seja cumprido; mesmo que vivemos um mundo digital onde tudo é em tempo real, a ansiedade é controlada pela clareza.</p>
<p>Aprofundando um pouco mais sobre o perfil de quem compra, vivemos em um país classe C, por isso, não era difícil imaginar que essa classe dominaria em pouco tempo a web assim como domina as vendas físicas. Até 2007 a web tinha amplo domínio de classe AB. Veio o fenômeno Lan Houses somado a redução de impostos onde se compra um excelente computador por 700 reais em 15, 20 vezes sem juros. Banda largas com preços especiais, crescimento do webmobile e pronto, a classe C que já é 53% da população brasileira também representa 53% das pessoas que mais compram na web, a classe DE representa 10% e a AB 37%, perdendo espaço exatamente para a Classe C.</p>
<p>Cerca de 76% das pessoas compram com cartão de crédito na web. Em 2º plano vem o boleto bancário, o que mostra a importância de abrir todos os tipos de pagamento no site para não perder venda.</p>
<p>Não está mais tão fácil vender para as pessoas, principalmente pela web. Aqui, nesse ambiente elas sabem tudo. O que não sabe, perguntam. Sua marca tem as respostas?</p>
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		<title>Tenho um Twitter. Posso ser um Gerente de Mídias Sociais?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 14:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[felipe morais]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse artigo é direcionado a ajudar essa nova &#8220;safra&#8221; de publicitários que está chegando ao mercado. Um pessoal com muita vontade, que tem no seu DNA a Internet, que passa 8,10h por dia conectado mas que ainda não está preparado para entrar no mercado e ter uma responsabilidade de gerir uma marca nas Redes Sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse artigo é direcionado a ajudar essa nova &#8220;safra&#8221; de publicitários que está chegando ao mercado. Um pessoal com muita vontade, que tem no seu DNA a Internet, que passa 8,10h por dia conectado mas que ainda não está preparado para entrar no mercado e ter uma responsabilidade de gerir uma marca nas Redes Sociais e vou explicar o porquê.</p>
<p><span id="more-4189"></span></p>
<p>Eu vejo muito da culpa desse despreparo das próprias faculdades e universidades. Uma vez vi um vídeo no YouTube do Danilo Gentili (CQC) falando da faculdade que ele fez de comunicação. Danilo, fazendo uma brincadeira disse que ao perguntar ao seu professor quanto custava um comercial na TV o mesmo disse &#8220;Depende. Na TV Tupi uns 50 mil réis&#8230;&#8221; acho que as faculdades pararam no tempo igual à piada de Gentili.</p>
<p>Os alunos, tem entre 17 e 21 anos, apaixonados por Internet, passam 90% do seu tempo nas redes então porque as universidades não falam com eles sobre o poder da web para vendas! Me assustou recentemente conversando com uma estudante ela me dizer: &#8220;sim, eu estou nas Redes Sociais. Tenho perfil no Twitter, Facebook, Orkut e escrevo o dia todo lá&#8221;. A pergunta que eu fiz foi: &#8220;você já pensou em usar o seu Twitter para vender Coca-Cola?&#8221; E a resposta foi: &#8220;não, nunca tinha pensado nisso&#8221;.</p>
<p>Como uma pessoa quer gerir uma marca nas redes se não tem na mente o básico que é vender o produto pela rede!!! Claro, tem muito mais do que venda, mas esse é o princípio básico de uma ação na rede é gerar receita a marca, certo?</p>
<p>Outro dia uma pessoa me mandou um link do seu Twitter e Blog pedindo para eu analisar, para ver se ele estava preparado para concorrer uma vaga de assistente de mídias sociais de uma agência de médio porte. Li várias mensagens como &#8220;galera, tô no Mc. O que vocês sugerem para mim comer&#8221;, sim, MIM comer, ou &#8220;estou na casa da namo. Dá hora aqui&#8221;. Legal, a SUA Rede Social é sua e você posta o que deseja, mas o que tenho visto e ficado com certo medo é o quanto essas pessoas dizem conhecer e estar preparadas para gerir marcas nas Redes porque tem uma conta no Twitter ou porque sabem jogar Máfia Wars no Facebook.</p>
<p>Pessoal, vamos além disso!<br />
Marcas de carros tem um pátio com 2 mil carros estocados esperando que o seu Tweet mova o consumidor até a concessionária mais próxima. A Coca-Cola tem 23 milhões de pessoas em seu Facebook não atoa. Não achem que qualquer marca será o Charlie Sheen que consegue 1,2 milhões de seguidores no Twitter em 2 dias.</p>
<p>Sem querer fazer muito jabá, mas já fazendo, a Pós de Marketing Digital da FIT (http://migre.me/WbY5) tem o objetivo de preparar esse pessoal para esse desafio. Como um tweet pode mover o consumidor até o ponto de venda ou mesmo até a loja virtual de uma marca?</p>
<p>Em resumo, pessoal, você que está começando na profissão e quer se dedicar as Redes Sociais estude, mas estude muito! Leia o André Telles, Martha Gabriel, Conrado Vaz, Claudio Torres, Julio Ribeiro, Philip Kotler. Aliás, devore as obras desses mestres. Estude muito, veja o que deu errado ou certo nas redes, estude muito e cheguem preparados as entrevistas.</p>
<p>Dizer &#8220;eu tenho Orkut e posso cuidar de uma marca nas redes&#8221; é MUITO PERIGOSO. Soube recentemente de um caso desses, uma pessoa que dizia saber tudo de Redes Sociais e na primeira semana fez tanta besteira que foi mandada embora porque 3 frases dela no Twitter da empresa quase causaram o famoso #fail, pois além da pessoa escrever como se estivesse escrevendo no seu Twitter quis parecer dona da verdade. Redes Sociais são RELACIONAMENTOS e isso só ocorre com respeito entre as partes e quando um fala o outro ouve, responde e vice-versa.</p>
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