Entender que ninguém faz sucesso sozinho é um grande passo para o sucesso de qualquer empresa. O velho ditado “nenhum homem é uma ilha” é a mais pura verdade, uma prova disso é que uma empresa de sucesso tem milhares de funcionários, do presidente ao faxineiro, cada um tem o seu papel e a sua importância para o sucesso; em uma agência de propaganda não é diferente.

Raramente você vê uma empresa começar com apenas uma pessoa. Toda a empresa começa de um sonho, mas esse sonho é sempre compartilhado com outros, que acreditam e começam a empreitada.

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Presença digital é um conceito que vamos ouvir falar muito esse ano no mercado de marketing digital, afinal, hoje com o amplo crescimento das Redes Sociais, as marcas querem cada vez mais estar presente nesse mundo, com objetivo de atingir seus consumidores; pois bem, é importante ressaltar que presença digital não é apenas Redes Sociais, esse é um dos pilares, importantes, claro, mas não único; outro fator a ser levado em conta é o fato de que não basta estar nas Redes é preciso saber estar.

Recentemente eu tive uma experiência péssima com uma marca via Twitter. Ao ligar para o SAC dessa marca, após ficar 1h na espera (um desrespeito com o consumidor e com as regras da ANATEL) eu ouvi cerca de 15 vezes (sem exagero) um convite de uma gravação eletrônica me convidando a seguir a marca nas redes, no Twitter, Orkut e Facebook, além deles terem o site como um ponto de comunicação com seus consumidores.

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Como é minha primeira contribuição, achei por bem começar a escrever sobre o que está na moda nas mídias sociais e os problemas de segurança relacionados, enfocando o questionamento sobre as redes sociais e a manutenção, de forma segura ou não, ou exclusão das contas.

As redes sociais criadas virtualmente foram/são fundamentais para a troca de informações, contatos e encontro de pessoas. Isso é inegável, pois quem já não encontrou antigos amigos e colegas no Orkut?! Porém, junto com elas vem o afetamento da privacidade e coisas que eram restritas/privadas acabam tornando-se públicas: é o efeito normal de “abrir” determinados comportamentos e informações na web.

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Estamos em Janeiro e como o mercado publicitário sabe, o ano ainda não começou, afinal, o Brasil se tem mesmo a cultura de só começar a fazer alguma coisa após o Carnaval, em termos isso é verdade pois em alguns casos Janeiro é o mês para fechar relatórios do ano anterior, é o mês que muitos diretores e vice-presidentes saem de férias (e com isso as decisões de ações ficam sem ter o aval final) é o mês do “meio” do verão, onde muitas ações começaram em Dezembro e estão tendo continuidade em Janeiro, é o mês que as marcas investem pesado em praias devido a alta concentração de pessoas e por isso os departamentos de marketing estão correndo para acompanhar as ações, enfim, não é bem verdade que o ano começa após o carnaval, mas tem muita empresa que usa isso como “desculpa” para a ociosidade do começo do ano.

As agências – essas sim são as que mais sofrem com esse período – que não possuem clientes que tenham produtos com apelo para o verão, como por exemplo cerveja, sorvete, hotéis sofrem um pouco com a falta de campanhas ou ações de seus clientes; nesse caso, eu até acho um erro de alguns profissionais que usam a desculpa do mês de Janeiro, para não investir em nada, alegando que as pessoas não estão nas suas cidades e sim nas praias, mas que ele não vai investir na praia porque está muito saturado por lá!

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Podemos observar, de forma crescente, a utilização por parte de algumas empresas, de um recurso que até bem pouco tempo (e talvez até hoje!) era motivo de muito receio e incredulidade por parte dos empresários, no que tange a seus resultados efetivos sobre os investimentos.

Trata-se do Mobile Marketing, uma interessante maneira de marketing direto, entretenimento, construção de diálogos ou interação para alcançar o consumidor. É o termo usado para campanhas de marketing para dispositivos móveis, como telefones celulares e hand helds / PDA e BlackBerry.

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Micromarketing é uma estratégia comercial baseada na segmentação, ou seja, refere-se a um alvo específico, mas utilizando critérios demográficos para isso.

As pessoas que vivem no mesmo ambiente são semelhantes aos comportamentos de consumo. É melhor conhecer o cliente-alvo, tendo em conta seu estilo de vida.

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