O mercado já conhece a pesquisa de marketing em ambientes off-line, se é que podemos chamar assim. No entanto, diante do acelerado crescimento das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC’s) e da utilização e participação das pessoas em redes sociais, como Blogs, Orkut, Facebook, Twiter, dentre outros, desponta para os profissionais de marketing um desafio: como utilizar estes espaços para descobrir informações relevantes sobre seus clientes e sobre o mercado.

De uma maneira geral a pesquisa de marketing tem por objetivo a coleta de dados e informações sobre determinado mercado, para que auxilie nas tomadas de decisão. Além de ser importante para se descobrir as necessidades dos clientes.

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Estamos em Janeiro e como o mercado publicitário sabe, o ano ainda não começou, afinal, o Brasil se tem mesmo a cultura de só começar a fazer alguma coisa após o Carnaval, em termos isso é verdade pois em alguns casos Janeiro é o mês para fechar relatórios do ano anterior, é o mês que muitos diretores e vice-presidentes saem de férias (e com isso as decisões de ações ficam sem ter o aval final) é o mês do “meio” do verão, onde muitas ações começaram em Dezembro e estão tendo continuidade em Janeiro, é o mês que as marcas investem pesado em praias devido a alta concentração de pessoas e por isso os departamentos de marketing estão correndo para acompanhar as ações, enfim, não é bem verdade que o ano começa após o carnaval, mas tem muita empresa que usa isso como “desculpa” para a ociosidade do começo do ano.

As agências – essas sim são as que mais sofrem com esse período – que não possuem clientes que tenham produtos com apelo para o verão, como por exemplo cerveja, sorvete, hotéis sofrem um pouco com a falta de campanhas ou ações de seus clientes; nesse caso, eu até acho um erro de alguns profissionais que usam a desculpa do mês de Janeiro, para não investir em nada, alegando que as pessoas não estão nas suas cidades e sim nas praias, mas que ele não vai investir na praia porque está muito saturado por lá!

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Vamos lá a mais um post da série Branding 2.0. A marca escolhida foi a Apple, uma empresa que, curiosamente, não possui presença em redes sociais. Não vinda da empresa, pelo menos: seus fãs fazem isso por ela.

A história da maçã começa com dois garotos em um dormitório de faculdade: Steve Jobs e Steve Wozniak faziam parte de um grupo que montava seus próprios computadores de forma artesanal, e criaram o Apple I, projeto de um computador bastante avançado para aquele ano de 1976. A ideia de Jobs e Wozniak era simples e nobre: levar o poder da computação para dentro da casa das pessoas. Ainda assim, o projeto foi recusado por empresas como a Atari e a HP.

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Podemos observar, de forma crescente, a utilização por parte de algumas empresas, de um recurso que até bem pouco tempo (e talvez até hoje!) era motivo de muito receio e incredulidade por parte dos empresários, no que tange a seus resultados efetivos sobre os investimentos.

Trata-se do Mobile Marketing, uma interessante maneira de marketing direto, entretenimento, construção de diálogos ou interação para alcançar o consumidor. É o termo usado para campanhas de marketing para dispositivos móveis, como telefones celulares e hand helds / PDA e BlackBerry.

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Micromarketing é uma estratégia comercial baseada na segmentação, ou seja, refere-se a um alvo específico, mas utilizando critérios demográficos para isso.

As pessoas que vivem no mesmo ambiente são semelhantes aos comportamentos de consumo. É melhor conhecer o cliente-alvo, tendo em conta seu estilo de vida.

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Em minhas palestras pelo Brasil, 2 slides tem chamado muita atenção. O primeiro é o slide que mostro uma infinidade de logomarcas de centenas de Redes Sociais, onde além das redes conhecidas como YouTube, Orkut, Facebook, Twitter, ainda mostro comunidades que nem todos conhecem (inclusive eu) como Hi-5, Sonico, Ning, LastFM, Renkoo,  Squidoo, Shozu, Bloop, Drimio, PageFlakes, Vimeo, Tail Rank entre outras.

Cada uma das redes tem as suas particularidades, ou como gosto de chamar seu “DNA” e cabe aos profissionais de web saber como cada usuário interage com elas. Não acredito que devemos conhecer todas, afinal, só nesse slide tem mais de 300 redes, mas é necessário conhecer as principais e entender onde o seu consumidor está e como interage nessa rede, assim, entender como fazer com que esse consumidor interaja, fale e se engaje com a sua marca.

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