“Temo que o Sr. Sherlock Holmes possa se tornar um desses tenores populares que, tendo sobrevivido ao seu tempo, segue receptivo à ideia de fazer sucessivas despedidas às suas indulgentes plateias”.

É com essa frase que Sir Conan Doyle começa o prefácio de The Case-Book of Sherlock Holmes, penúltimo livro (reunião de contos) lançado sobre o personagem. Doyle se espantou com o fascínio que as histórias de Holmes exercem sobre o público, e tentou criar outras obras relevantes. Afinal, o que tanto nos atrai nas histórias de mistérios?

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Vamos lá a mais um post da série Branding 2.0. A marca escolhida foi a Apple, uma empresa que, curiosamente, não possui presença em redes sociais. Não vinda da empresa, pelo menos: seus fãs fazem isso por ela.

A história da maçã começa com dois garotos em um dormitório de faculdade: Steve Jobs e Steve Wozniak faziam parte de um grupo que montava seus próprios computadores de forma artesanal, e criaram o Apple I, projeto de um computador bastante avançado para aquele ano de 1976. A ideia de Jobs e Wozniak era simples e nobre: levar o poder da computação para dentro da casa das pessoas. Ainda assim, o projeto foi recusado por empresas como a Atari e a HP.

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