Continuando as análises quanto às redes sociais, sugiro que possam, antes de entrar no assunto de hoje, ver este vídeo, disponibilizado no Youtube e que revela informações importantes das redes de relacionamento e sua interação social.
Continuando as análises quanto às redes sociais, sugiro que possam, antes de entrar no assunto de hoje, ver este vídeo, disponibilizado no Youtube e que revela informações importantes das redes de relacionamento e sua interação social.
“Temo que o Sr. Sherlock Holmes possa se tornar um desses tenores populares que, tendo sobrevivido ao seu tempo, segue receptivo à ideia de fazer sucessivas despedidas às suas indulgentes plateias”.
É com essa frase que Sir Conan Doyle começa o prefácio de The Case-Book of Sherlock Holmes, penúltimo livro (reunião de contos) lançado sobre o personagem. Doyle se espantou com o fascínio que as histórias de Holmes exercem sobre o público, e tentou criar outras obras relevantes. Afinal, o que tanto nos atrai nas histórias de mistérios?
O Brasil apresenta uma das maiores taxas de uso de blogs, sites de comunidades (Orkut, MySpace, Facebook) e de criação de conteúdo coletivo na internet mundial. São cerca de 40 milhões de brasileiros que utilizam a rede regularmente. Do total, 64% participam de sites de comunidades e 13% criam ou atualizam blogs.
Diante desse cenário, podemos perceber que as empresas, sejam de pesquisa ou não, devem se preparar para coletar e analisar as opiniões geradas pelos consumidores nesse ambiente, caso contrário, podem perder espaço no mercado.
Desde a década de 90, quando a Internet estourou como uma plataforma de comunicação, o mundo viu uma evolução enorme acontecer na comunicação. A globalização foi potencializada pela grande rede de computadores. As notícias, que demoravam dias ou até horas para chegar a qualquer canto do mundo, começavam a chegar ao mesmo tempo que ela ocorria, o famoso real time que a Internet permite.
Vieram os anos de 2002 e 2003 e as marcas começaram a perceber que ter um site na web era importante, mas divulgá-lo era ainda mais. Cresce o mercado de compra de banners em portais. Marcas de diversos segmentos começaram a anunciar e a vender na web. O mundo conhecia um novo comportamento de compra.
Será que agora vai?
Moramos no Brasil. País onde cerca de 70% da nossa população está na Classe C.
A classe C é a classe média, ganha cerca de 3,5 mil reais por mês, mora em imóveis quase sempre próprios, estão nas principais regiões do país; por mais que a classe AB tenha mais poder aquisitivo, a classe C consome mais. Caberia aqui um trocadilho Classe C de Consumo? Sim acho que caberia.
Estima-se que as classes AB sejam aproximadamente 10% da população brasileira, estimada em 190 milhões de pessoas, ou seja, enquanto as classes com maior poder aquisitivo representam 19 milhões de pessoas, com maior incidência nas regiões sul e sudeste, a classe C possui quase 133 milhões de pessoas, e estão presentes em todo o território nacional, logo é sim a classe que mais consome no país.