Como é minha primeira contribuição, achei por bem começar a escrever sobre o que está na moda nas mídias sociais e os problemas de segurança relacionados, enfocando o questionamento sobre as redes sociais e a manutenção, de forma segura ou não, ou exclusão das contas.

As redes sociais criadas virtualmente foram/são fundamentais para a troca de informações, contatos e encontro de pessoas. Isso é inegável, pois quem já não encontrou antigos amigos e colegas no Orkut?! Porém, junto com elas vem o afetamento da privacidade e coisas que eram restritas/privadas acabam tornando-se públicas: é o efeito normal de “abrir” determinados comportamentos e informações na web.

Leia mais

Amigos leitores.
Esse é o primeiro post do ano aqui no site O Melhor do Marketing. Quero agradecer ao André Damasceno, pelo espaço e dizer que esse ano nossos projetos serão realizados, estou muito feliz em escrever aqui e pretendo continuar por muito tempo ainda; em breve, vocês leitores saberão desses projetos e com certeza poderão desfrutar de todos.

Para começar o ano com “chave de ouro” vou resumir aqui a palestra que Ken Fujioka (head of planning da JWT) um dos maiores nomes do planejamento nacional deu na última Conferência de Planejamento, evento anual realizado pelo Grupo de Planejamento de São Paulo, em 01 de dezembro de 2009.

Leia mais

Caros amigos leitores.
Semanalmente eu venho trazendo artigos aqui para esse espaço que o site O Melhor do Marketing me proporciona todas as 4as feiras; Para essa semana eu quero reproduzir aqui um artigo que preparei para o meu Blog do Planejamento (plannerfelipemorais.blogspot.com) de um documento que peguei com meu colega de trabalho, Fernando Dinelli, um dos grandes profissionais de planejamento com os quais eu trabalhei.

Dinelli me deu uma Xerox de um depoimento de um dos grandes planners do Brasil: Ulisses Zamboni (Sócio-diretor de Planejamento da SantaClaraNitro), profissional com o qual eu tive o grande prazer em ter aula no curso do BootCamp da Miami Ad School/ESPM.

Leia mais

Recentemente eu tive uma conversa com um amigo. Ele foi a uma reunião de prospecção de um cliente que lhe disse: “eu preciso entrar na Internet, pois ela é o futuro…” rapidamente eu perguntei se ele tinha concordado e meu amigo disse que sim. Isso me fez questionar, será que realmente as pessoas ainda acham que Internet é o futuro? Na minha opinião não é!

Para começar a defender a minha teoria, vamos analisar você, amigo leitor, que está lendo esse artigo em um site, certo? Com certeza você deve ter um e-mail, ou até dois, sendo o seu pessoal e o da empresa, há pelo menos uns 5 ou 6 anos; quando você tem que ir a um lugar e não sabe como chegar, recorre ao Apontador ou ao Google Maps; com certeza você viu – ou tentou ver – o vídeo da Cicarelli no YouTube; deve conversar com seus amigos muito mais pelo MSN/e-mail do que pelo telefone, acompanha as notícias pelo G1, Uol, Terra; provavelmente nem deve mais assinar o jornal pois lê as notícias nesses portais; posso arriscar até mesmo que você tem um perfil no Orkut e no Twitter, logo, querendo ou não você está inserido no mundo digital há mais de 5, 6 anos, certo?

Leia mais

Quando se fala de internet, se pensa em “conhecer o mundo a um click” afinal, de qualquer lugar que estamos podemos conectar sites de qualquer país e conhecer mais sobre determinados lugares; entretanto, esse comportamento representa muito pouco em termos de acessos nos sites; o conteúdo desses sites e/ou portais é todo voltado para aquela determinada região.

Vamos pegar por exemplo, o site Só Maceió (somaceio.com.br) desenvolvido pela agência V3i do meu amigo Isaac Smith. O conteúdo desse site é totalmente voltado para a população da cidade de Maceió (AL). São notícias, dicas de entretenimento, shows e bares locais; não tenho em mãos os dados do Adserver do site, mas tenho quase certeza que acessos de fora de Maceió não devem representar nem 5% dos milhares de acessos/mês que o site possui. Um morador de São Paulo, por exemplo, não teria muito interesse em acessar o site, ao passo que os moradores da cidade o têm como referência.

Leia mais

O susto é vanguarda, enquanto assusta.

Houve uma época em que o rádio era a vanguarda da mídia. Chegava antes da notícia. Andava na frente da TV. Lançava moda. Criava sucesso na música.
Tinha Jabá, lembra? Porque o rádio tinha esse poder de mudar costumes e de gerar hábitos. Vendia discos. Aí, bem, aí apareceu uma coisa nova. E coisa nova sempre assusta. O gramofone assustou a música ao vivo. A TV assustou o cinema e o rádio. A fotografia assustou a pintura. E surgiu a Internet, que assustou a TV, o Rádio, o Cinema e a Música.
Hoje tenho cá com meus botões uma grande dúvida: o que é vanguarda? O que lança coisas, além de Kin Jong Il?
Durante muito tempo eu ouvi rádio FM por dever de ofício. A Rádio Eldorado era minha cliente. E era sim uma rádio inovadora. Ouvindo a Eldorado FM dava pra saber o que seria tocado nas outras rádios alguns meses depois. A própria onda “unpluged” , que depois cresceu com maestria pelas mãos da MTV, surgiu com um disco revolucionário de Zizi Possi pelo Selo Eldorado.

Ou seja, eu sabia onde buscar referências do que era novo na música. E hoje? Veja bem, coloco o caso da música apenas como exemplo. O que me parece é que tudo o que chamamos de “cultura” está meio à deriva.  O cinema resgatando super-heróis empoeirados através de efeitinhos especiais manjados. A TV cada vez menos inteligente com a onda de reality shows (que de reality não têm nada). O rádio deixando de ser vanguarda. E, como resultado, a publicidade perdidinha, atirando pra todo o lado, seguindo todo mundo. Do tipo Citroen querendo vender um carro esportivo através dos Transformers, como se os compradores tivessem 15 anos de idade. Ou da Amil, querendo vender planos de saúde com um texto pseudo-emocional-pré-depressão-sem-cura.

Leia mais

Página 1 de 212Próximo »