Como é minha primeira contribuição, achei por bem começar a escrever sobre o que está na moda nas mídias sociais e os problemas de segurança relacionados, enfocando o questionamento sobre as redes sociais e a manutenção, de forma segura ou não, ou exclusão das contas.

As redes sociais criadas virtualmente foram/são fundamentais para a troca de informações, contatos e encontro de pessoas. Isso é inegável, pois quem já não encontrou antigos amigos e colegas no Orkut?! Porém, junto com elas vem o afetamento da privacidade e coisas que eram restritas/privadas acabam tornando-se públicas: é o efeito normal de “abrir” determinados comportamentos e informações na web.

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Há 10 anos, a empresa LEGO percebeu que as pessoas começavam a usar a internet para discutir sobre seus produtos, lançamentos e novas formas de montar os blocos coloridos.

Tormod Askildsen, diretor da LEGO Community Development, disse que “no começo, não gostávamos disso e estávamos preocupados com a variedade de informações que apareciam em páginas diferentes na internet. Isso porque não estávamos acostumados e não sabíamos lidar com isso. Mas percebemos que poderíamos nos beneficiar”.

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Há poucos dias, um colega da pós veio conversar comigo sobre mídias sociais. Estávamos comentando sobre ameaças de processos a blogueiros e tuiteiros. Eis o que penso sobre o assunto:

O público que usa (efetivamente) o Twitter e os blogs é um público extremamente crítico. Não preciso nem repetir que as pessoas já falam de empresas e personalidades públicas sem elas estarem efetivamente na rede. Além disso, é um público que detém o poder da comunicação hoje. E o pior (ou melhor): sabe disso. Essas pessoas têm absoluta ciência de que as empresas/personalidades precisam monitorar as redes sociais, interagir com seus públicos e fazer isso direito, sob o risco de ter sua imagem e reputação perigosamente arranhadas.

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( Adaptado )
O Twitter tem mesmo ganhado espaço na rede. O microblog tem se mostrado uma verdadeira ferramenta de interação e seu uso possui finalidades das mais diversas. Estamos conectados a ele praticamente 24 horas por dia, seja para propagar nossas idéias, notícias ou sugerir algum assunto interessante que acabamos de ver na web. A velocidade com que as informações ganham espaço é surpreendente, pois de RT em RT, os 140 caracteres ganham o mundo. Aliás, a função RT tem sido tão largamente utilizada nos decks, que o Twitter divulgou na semana passada que iria incorporar novamente esse recurso no site oficial.

Toda grandiosidade dessa magnífica ferramenta começa a atrair também a atenção das empresas, que divulgam as novidades sobre seus produtos e serviços e elaboram promoções exclusivas para os twitteiros, a fim de atingir um número cada vez maior de seguidores. Eu mesmo fui contemplado com uma TV de LCD em um sorteio comemorativo do aniversário de um shopping há duas semanas. Porém, o Clube de Criação de São Paulo fez um levantamento através do Clubeonline e constatou que as empresas possuem uma participação ainda modesta no Twiter.  De acordo com o CCSP, do total de participantes do microblog, as empresas representam apenas 2.78%.

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A web 2.0 tem em sua essência a colaboração e a interação, onde internautas têm o desejo de participar de cada detalhe do site. Seja enviando vídeos, fotos comentando notícias, posts, criando comunidades, se promovendo, enfim a Web 2.0 deu liberdade para que as pessoas se mostrem, elas querem falar e serem ouvidas, querem criar e se mostrar ao mundo. A Web 2.0 acabou com os famosos “15 minutos de fama”. Agora a fama é o tempo que essa pessoa for relevante para um determinado número de pessoas. Sabendo disso, empresas e programadores – quase diariamente – lançam diversas novidades nos quatro cantos do mundo. E, claro, os internautas agradecem, aliás, não apenas agradecem como entram em sites para solicitar melhorias, dar sugestões, dicas e pedir novidades.

São ferramentas que caem no gosto dos internautas, viram febres, viram mania nacional e mundial, e claro, despertam o interesse dos anunciantes, que desejam estar inseridos nessas comunidades, interagindo com os consumidores. Aliás, que marca não deseja isso?

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