A expectativa será grande para o próximo ano, com bases em pesquisas referentes a mídia digital, as redes socias prometem ser a bola da vez para eleger canditatos e formar novos políticos, uma vez que o número de internautas brasileiros cresce gradativamente, e mídias sociais é a sensação do momento, só uma pergunta: como que ficam as mídias tradicionais, rádio, tv, jornal, será que elas serão esquecidas ou muitos canditados ainda usarão elas? não podemos esquecer que a tv ainda é a responsável pela grande aundiência de milhares de lares no Brasil, é verdade que esse número vem caindo gradativamente com o grande avanço tecnológico e a popularização da internet. Mais ainda fica aquela dúvida no ar, até quando “essas” mídias vão aguentar?
Logo abaixo, você confere uma reportagem que vi aqui.
O Brasil possui hoje mais de 40 milhões de internautas, dos quais 18,5 milhões navegando nas chamadas redes sociais, segundo o levantamento Ibope/NetRatings feito no ano passado. Atentos a esse filão para ampliar o alcance de suas mensagens, os partidos e os políticos se preparam para entrar em 2010 como se surfassem na rede há tempos. Sobretudo depois do sucesso da campanha do presidente americano Barack Obama, que usou a internet até para arrecadar fundos que o ajudaram a chegar à Casa Branca.
Temendo entregar o ouro aos adversários, os partidos não dizem quanto investirão nesse nicho para alavancar a campanha de seus candidatos nas próximas eleições, mas uma coisa é certa: ninguém quer ficar de fora do que pode ser o diferencial para alcançar o maior número possível de eleitores. Os principais partidos contam até com equipes que monitoram as redes sociais e preparam essas ferramentas para estarem tinindo quando for dada a largada oficial para a campanha de 2010.
Alguns políticos já vislumbraram essas possibilidades há tempos, como o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ), que contou com o poder da internet para assustar o peemedebista Eduardo Paes na disputa à Prefeitura do Rio de Janeiro, ano passado.
– A internet foi essencial na minha campanha de 2006. Ela cada vez mais se transforma em um centro das campanhas. Há ainda o YouTube, o que aumenta a possibilidade de audiência, uma vez que muitos não veem horário eleitoral – ressalta Gabeira.
Em tempos de escândalos envolvendo doações a campanhas de partidos de todas as vertentes ideológicas, o deputado levanta uma questão pertinente. Ele lamenta não ter tido a possibilidade de usar um programa para arrecadar doações à sua campanha do ano passado.
– A autorização desse programa traria a grande vantagem de deixar o político independente dos grandes doadores – defende.
Candidato a presidente nas últimas eleições, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) concorda com o colega parlamentar, mas acha difícil a moda pegar em um país onde os políticos são tratados com muita desconfiança pelos eleitores:
– É ótimo, desde que haja controle e se divulgue o arrecadado, para não virar caixa 2 – alerta.
Sem confirmar se será novamente candidato à Presidência, Cristovam não tem dúvidas de que a internet será amplamente explorada pelos partidos. Com ou sem o a autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou dos parlamentares, que ainda não legislaram sobre o uso da internet nas campanhas.
– Os políticos vão pôr mensagens na rede, que é um espaço altamente democrático. E não tem Justiça que possa colocar a culpa no candidato, já que é praticamente impossível saber se quem postou foi um militante ou a equipe de campanha dos partidos.
Jornal do Brasil












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