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	<title>O Melhor do Marketing &#187; Branding digital</title>
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	<description>Somos apaixonados por marketing. Você também é?</description>
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		<title>A web no processo de compra do novo consumidor</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto IBOPE Mídia realizou uma pesquisa muito importante para o mercado publicitário. Alinhando essa pesquisa com mais de 3,4 mil pessoas &#8211; acima de 18 anos &#8211; em todo o país e informações do Target Group Índex, o instituto traçou o novo perfil do consumidor brasileiro. E para a felicidade das empresas esse novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O Instituto IBOPE Mídia realizou uma pesquisa muito importante para o mercado publicitário. Alinhando essa pesquisa com mais de 3,4 mil pessoas &#8211; acima de 18 anos &#8211; em todo o país e informações do <strong>Target Group Índex</strong>, o instituto traçou o novo perfil do consumidor brasileiro. E para a felicidade das empresas esse novo CONSUMIDOR está comprando mais! 67% da população foi as compras em setembro de 2009: é bom lembrar que esse período foi pós dia dos pais e muito antes do dia das crianças, ou seja, não havia nenhuma data SAZONAL que estimulasse o consumo; entretanto a oferta de produtos está cada vez mais alta, o que eleva a taxa de compra por impulso, sendo ela física ou digital. O cartão de crédito e o “efeito Casas Bahia” onde você compra tudo em “zilhões” de meses para pagar ajudaram a impulsionar o consumo.</p>
<p>Um fator levantado nessa pesquisa interfere diretamente no COMPORTAMENTO on-line: Um dos principais traços observados na análise do consumidor é que ele busca mais informações e <strong>experiências</strong> sobre uma determinada marca ou produto para só, a partir daí, fazer sua escolha. A imagem da marca e o valor agregado também são importantes influenciadores. Começa aqui a importância do <strong>branding digital</strong>, algo que as empresas e anunciantes não se deram conta. Eles querem anunciar e vender, sem se preocupar em construir uma imagem na web. Quem sabe agora com essa pesquisa a percepção do anunciante não mude, afinal, essa conclusão vem da opinião de 3,4 mil pessoas!</p>
<p>No que diz respeito aos aspectos psíquicos de influência na hora da compra, os consumidores do século XXI demonstram personalidade forte e primam pela diferenciação. 33% afirmou a importância de estar em dia com a moda e estilo. O brasileiro se mostrou um consumidor fiel as suas marcas de confiança, o que foi confirmado por 72% dos entrevistados.</p>
<p>Não apenas o <strong>branding</strong>, mas a elaboração de conteúdos voltados aos públicos. A web é uma forte arma para relacionamento. Esse dado de fidelidade do consumidor com as marcas pode e deve ser muito explorado pelos anunciantes.</p>
<p>As pessoas entre 25 e 34 anos se destacam no hábito de fazer compras; as mulheres vão mais as compras dos que os homens: com 71% contra 63%. Esse número vem paralelo com o aumento de mulheres comprando via web. Sim, as mulheres compram mais do que os homens e são mais críticas também: voltando ao assunto levantado aqui: &#8220;Está na hora do digital crescer&#8221;</p>
<p>A pesquisa mostra que 77% das pessoas das classes AB realizaram compras recentemente, seguidas das classes C e DE (65% e 55% respectivamente). <em>“A experiência individual do consumo e qualidade são fundamentais. Ele conhece e exige seus direitos. O que realmente diferencia este consumidor é a sua atitude”</em>, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia e uma das responsáveis pelo estudo.</p>
<p>Volto a bater na tecla da importância da web no <strong>processo de compra</strong>. Como a pesquisa mostrou e reproduzi até esse momento, o consumidor está: comprando mais, buscando mais informações para decidir a compra; a imagem e atitude de marca são importantes para a compra. Experiência individual é fundamental. Cabe a pergunta:</p>
<h5>Onde, além da Internet o consumidor tem acesso a todas essas bases para decidir a compra? Onde ele pode estar na loja, acessar o site da marca, um blog sobre o assunto, entrar em um comparativo de preços e decidir pela compra baseado em uma quantidade grande de informações? O relacionamento, mídia e o ponto de venda são as principais formas de influência no consumo de produtos.</h5>
<p>A busca pela informação, como dito anteriormente, é fundamental para o consumidor do século XXI. A pesquisa mostra que 50% está apto a fornecer muitas informações sobre algum tipo de produto e outros 34% dizem que conversam bastante com muitas pessoas diferentes sobre produtos de interesse antes de efetuarem a compra – 34% concordaram que é bastante provável que consigam convencer outras pessoas a respeito de determinados produtos com suas opiniões. <strong>Estratégia em redes sociais?</strong></p>
<p>Resumindo: Todas as informações sobre esse <strong>novo consumidor</strong> – na minha opinião – levam para <strong>estratégias digitais.</strong> Será que os profissionais de marketing compartilham isso comigo?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Sherlock Holmes e a narrativa transmídia</title>
		<link>http://www.omelhordomarketing.com.br/sherlock-holmes-e-a-narrativa-transmidia/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Temo que o Sr. Sherlock Holmes possa se tornar um desses tenores populares que, tendo sobrevivido ao seu tempo, segue receptivo à ideia de fazer sucessivas despedidas às suas indulgentes plateias”. É com essa frase que Sir Conan Doyle começa o prefácio de The Case-Book of Sherlock Holmes, penúltimo livro (reunião de contos) lançado sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify"><em>“Temo que o Sr. Sherlock Holmes possa se tornar um desses tenores populares que, tendo sobrevivido ao seu tempo, segue receptivo à ideia de fazer sucessivas despedidas às suas indulgentes plateias”.</em></p>
<p style="text-align: justify">É com essa frase que Sir Conan Doyle começa o prefácio de <em>The Case-Book of Sherlock Holmes</em>, penúltimo livro (reunião de contos) lançado sobre o personagem. Doyle se espantou com o fascínio que as histórias de Holmes exercem sobre o público, e tentou criar outras obras relevantes. Afinal, o que tanto nos atrai nas histórias de mistérios?</p>
<p style="text-align: justify">Não é meu papel aqui responder a essa pergunta, mas gosto de deixar aberto para que todos os leitores do O Melhor do Marketing respondam, e participem do debate.</p>
<p style="text-align: justify">Meu papel aqui é mostrar como a associação de um personagem/marca com os mistérios consegue envolver as pessoas, gerar a identificação e fazer com que desejemos participar cada vez mais da construção de uma história.</p>
<p style="text-align: justify">Estou lendo “<a href="http://culturadaconvergencia.com.br/">Cultura da Convergência</a>”, de Henry Jenkins, que analisa como a convergência é, mais do que tecnológica, social e cultural. Jenkins propõe a <em>narrativa transmídia</em> como a grande revolução na comunicação de entretenimento. É o caso de <em>Lost</em> e <em>Heroes</em>, por exemplo, duas séries que expandem os mistérios para outros meios além da TV, que envolvem o público na (re)construção das histórias.</p>
<p style="text-align: justify">Sherlock Holmes faz isso há mais de um século. O fascínio pela obra de Doyle levou milhares de pessoas a estudarem o personagem, a recontarem sua história, e com a internet, isso tomou proporção mundial.</p>
<p style="text-align: justify">E agora vem o filme, com direção de Guy Ritchie, e com Robert Downey Jr. no papel do detetive mais famoso do mundo, e Jude Law como seu fiel “escudeiro” Watson. Também não quero fazer aqui uma resenha do filme, e sim falar sobre as ações online do filme.</p>
<p style="text-align: justify">Percebendo a importância dos <em>social games</em>, a Warner Bros. criou para o filme um jogo de mistérios <em>multiplayer</em> com integração com o Facebook, o <a href="http://www.221b.sh/">221B</a>. O jogo pode ser jogado preferencialmente em dupla (Holmes e Watson), ou caso a pessoa prefira, sozinho. A ideia é desvendar mistérios, e o jogo utiliza Inteligência Artificial, que reconhece um grande número de questões que potencialmente serão feitas pelos jogadores. Assim, você não tem a sensação de conversar com o computador e os personagens respondem de uma forma mais humana.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1359" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sherlockfacebook-300x226.jpg" alt="221B - game online de Sherlock Holmes" width="300" height="226" /></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, o jogo possui um roteiro dividido em capítulos, que leva os jogadores até o início da primeira cena do filme. É a narrativa transmídia aparecendo, dando continuidade à história em diferentes meios, com diferentes características, em vez de simplesmente repetir o mesmo discurso.</p>
<p style="text-align: justify">Uma boa ação também foi a criação de um tema para o TweetDeck, <em>client</em> da Adobe Air para o Twitter. O <strong>TweetDeck Telegram Co.</strong> possui, além das funcionalidades normais do aplicativo, colunas dedicadas ao game 221B e de pesquisa por hashtags relacionadas ao filme.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1360" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sherlock_deck-300x199.jpg" alt="TweetDeck - Sherlock Holmes" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: justify">Enfim, ótimas formas de se chegar ao público. “Elementar, meu caro Watson*”, os grandes da indústria de entretenimento já perceberam como proporcionar uma possibilidade grande de interação e de imersão na atmosfera misteriosa da história e da marca. Aliás, Sir Conan Doyle já havia percebido isso há mais de um século.</p>
<p style="text-align: justify">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify">* A frase “<strong>Elementar, meu caro Watson</strong>” foi criada no teatro, e mesmo que conste em algumas traduções, como a do <em>Um Estudo em Vermelho</em> da Martin Claret de 2001, não existe no original da obra, tendo sido popularizada pelas adaptações das aventuras.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">E aí? Qual a marca que você quer ver no próximo post da série? <a href="http://twtpoll.com/u2448l" target="_blank">Clique aqui e vote!</a></p>
<p style="text-align: justify">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Fontes:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.brainstorm9.com.br/2010/01/05/221b-a-inteligencia-artificial-do-game-online-de-sherlock-holmes/">221B: A inteligência artificial do game online de Sherlock Holmes</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/12/23/tweetdeck-do-sherlock-holmes/">TweetDeck do Sherlock Holmes</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sherlock_Holmes">Sherlock Holmes – verbete da Wikipedia</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Comunidades sobre Sherlock Holmes:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.sherlockbrasil.com/">Sherlock Brasil</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://221bakerstreet.org/">221BakerStreet.org</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.sherlock-holmes.org.uk/">The Sherlock Holmes Society of London</a></p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px;height: 15px"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/c4e6f5e1-b2d1-4709-962f-66be9cdad01c/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none;float: right" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=c4e6f5e1-b2d1-4709-962f-66be9cdad01c" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"></span></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>O mundo encantado – e SOCIAL – de LEGO</title>
		<link>http://www.omelhordomarketing.com.br/o-mundo-encantado-e-social-de-lego/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há 10 anos, a empresa LEGO percebeu que as pessoas começavam a usar a internet para discutir sobre seus produtos, lançamentos e novas formas de montar os blocos coloridos. Tormod Askildsen, diretor da LEGO Community Development, disse que “no começo, não gostávamos disso e estávamos preocupados com a variedade de informações que apareciam em páginas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify">Há 10 anos, a empresa <strong>LEGO</strong> percebeu que as pessoas começavam a usar a internet para discutir sobre seus produtos, lançamentos e novas formas de montar os blocos coloridos.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Tormod Askildsen</strong>, diretor da LEGO Community Development, disse que “no começo, não gostávamos disso e estávamos preocupados com a variedade de informações que apareciam em páginas diferentes na internet. Isso porque não estávamos acostumados e não sabíamos lidar com isso. Mas percebemos que poderíamos nos beneficiar”.</p>
<p style="text-align: justify">A empresa resolveu desenvolver suas próprias plataformas digitais para criar um diálogo com seus consumidores. As comunidades incluem todos os tipos de usuários, que são divididos por faixa etária: crianças de até 12 anos, adolescentes e adultos.</p>
<p style="text-align: justify">Isso foi uma virada fenomenal na forma de pensar os negócios: de uma cultura centrada na empresa, a LEGO passou a pensar “macro”, em uma cultura centrada nos consumidores, tornando seus produtos mais do que blocos coloridos: são meios para desenvolver a criatividade.</p>
<p style="text-align: justify">Antes, a LEGO era um “negócio-fortaleza”, com um muro invisível, porém bastante sólido, entre a empresa e seus consumidores. A LEGO não aceitava ideias não-solicitadas de produtos, considerava que seu mercado-alvo eram garotos de 7 a 12 anos – adultos fãs da marca eram vistos como “seres estranhos”, e frequentemente ouvia um “não sei” quando perguntava aos garotos o que eles queriam que a empresa fizesse. Em 2002, a empresa estava perdendo dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify">Depois, com a criação das plataformas digitais, a empresa se tornou case de sucesso em mídias sociais: “É importante para nós construir relacionamentos pessoais com os fãs e ter um diálogo com aqueles que realmente estão interessados em nossos produtos. Nós não temos grandes plataformas com milhões de usuários, mas nossas comunidades são complementos importantes para nossos programas de pesquisa e desenvolvimento”.</p>
<p style="text-align: justify">Um exemplo interessante dessa nova fase da marca é o fórum dos “Embaixadores LEGO”, que inclui 40 fãs de 19 a 65 anos, de 22 países. A empresa se comunica com esse grupo diariamente, discutindo novas ideias, e buscando saber o que cada um desses embaixadores percebe de suas comunidades locais.</p>
<p style="text-align: justify">Outros grupos online são o de Profissionais Certificados LEGO, criado por entusiastas da marca que regularmente organizam feiras e eventos, e também a First LEGO League, que é um evento anual para inspirar crianças a aprenderem mais sobre ciência e tecnologia construindo robôs de LEGO.</p>
<p style="text-align: justify">Além disso, há muitos outros fóruns e blogs sobre LEGO, e a marca tenta acompanhar tantos quanto puder. “Mídias Sociais se tornaram parte de nossa imagem. As comunidades LEGO são também importantes pontos de encontro para aqueles que compartilham interesses, e nós fazemos o que podemos para estimular interação e diálogo”.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Ações interessantes:</strong></p>
<p style="text-align: justify">. A LEGO está desenvolvendo um jogo MMPO (Massively Multiplayer Online), chamado <a title="Lego Universe" href="http://universe.lego.com/" target="_blank">LEGO Universe</a>.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1335" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/legouniverseflv1-300x168.jpg" alt="lego universe" width="300" height="168" /></p>
<p style="text-align: justify">. No fim de 2009, a empresa lançou um espaço chamado <a href="http://www.legoclick.com/" target="_blank">Lego Cl!ck</a>, em homenagem aos momentos “click”, quando vem aquela inspiração. O site é “um pequeno lugar na internet dedicado a criatividade, a inovação e ao momento em que as ideias fazem click”, e pretende reunir posts, fotos, vídeos e tweets sobre conteúdos de Lego. Além disso, tem um aplicativo pra iPhone, chamado <strong>LEGO Photo</strong>, que converte fotos em imagens feitas com peças de LEGO.<img class="aligncenter size-medium wp-image-1334" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/legoclick1-300x183.jpg" alt="legoclick" width="300" height="183" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1336" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/legomosaic1-300x110.jpg" alt="lego photo" width="300" height="110" /><br />
E aí, gostou? Vote na marca da próxima semana <a href="http://twtpoll.com/cac4bc" target="_blank">clicando aqui</a>.
</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Fontes:</strong></p>
<p style="text-align: justify">. <a href="http://www.ericsson.com/ericsson/corpinfo/publications/telecomreport/archive/2009/social-media/article1.shtml" target="_blank">Social Media helps Lego connect with users;</a><br />
. <a href="http://smartblogs.com/socialmedia/2010/01/08/legos-mind-shift-from-company-to-consumer/" target="_blank">LEGO&#8217;s mind shift from company to consumers;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>A web no processo de compra do novo consumidor</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brand]]></category>
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		<category><![CDATA[Classes C]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto IBOPE Mídia realizou uma pesquisa muito importante para o mercado publicitário. Alinhando essa pesquisa com mais de 3,4 mil pessoas &#8211; acima de 18 anos &#8211; em todo o país e informações do Target Group Índex, o instituto traçou o novo perfil do consumidor brasileiro. E para a felicidade das empresas esse novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">O Instituto<strong> IBOPE Mídia</strong> realizou uma pesquisa muito importante para o mercado publicitário. Alinhando essa pesquisa com mais de 3,4 mil pessoas &#8211; acima de 18 anos &#8211; em todo o país e informações do <strong>Target Group Índex</strong>, o instituto traçou o novo perfil do consumidor brasileiro. E para a felicidade das empresas esse novo consumidor está comprando mais! 67% da população foi as compras em setembro de 2009: é bom lembrar que esse período foi pós dia dos pais e muito antes do dia das crianças, ou seja, não havia nenhuma data sazonal que estimulasse o consumo; entretanto a oferta de produtos está cada vez mais alta, o que eleva a taxa de compra por impulso, sendo ela física ou digital. O cartão de crédito e o<strong> “efeito Casas Bahia”</strong> onde você compra tudo em “zilhões” de meses para pagar ajudaram a impulsionar o consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um fator levantado nessa pesquisa interfere diretamente no comportamento on-line: Um dos principais traços observados na análise do consumidor é que ele busca mais informações e experiências sobre uma determinada marca ou produto para só, a partir daí, fazer sua escolha. A imagem da marca e o valor agregado também são importantes influenciadores. Começa aqui a importância do <strong>branding digital</strong>, algo que as empresas e anunciantes não se deram conta. Eles querem anunciar e vender, sem se preocupar em construir uma imagem na web. Quem sabe agora com essa pesquisa a percepção do anunciante não mude, afinal, essa conclusão vem da opinião de 3,4 mil pessoas!</p>
<p style="text-align: justify;">No que diz respeito aos aspectos psíquicos de influência na hora da compra, os consumidores do século XXI demonstram personalidade forte e primam pela diferenciação. 33% afirmou a importância de estar em dia com a moda e estilo. O brasileiro se mostrou um consumidor fiel as suas marcas de confiança, o que foi confirmado por 72% dos entrevistados.</p>
<p style="text-align: justify;">Não apenas o branding, mas a elaboração de conteúdos voltados aos públicos. Eu defendo muito essas estratégias no meu livro Planejamento Estratégicas Digital (Ed. Brasport). A web é uma forte arma para relacionamento. Esse dado de fidelidade do consumidor com as marcas pode e deve ser muito explorado pelos anunciantes.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas entre <strong>25 e 34 anos</strong> se destacam no hábito de fazer compras; as mulheres vão mais as compras dos que os homens: com 71% contra 63%. Esse número vem paralelo com o aumento de mulheres comprando via web. Sim, as mulheres compram mais do que os homens e são mais críticas também: voltando ao assunto levantado aqui: Está na hora do digital crescer!</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa mostra que 77% das pessoas das classes AB realizaram compras recentemente, seguidas das classes C e DE (65% e 55% respectivamente). “A experiência individual do consumo e qualidade são fundamentais. Ele conhece e exige seus direitos. O que realmente diferencia este consumidor é a sua atitude”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia e uma das responsáveis pelo estudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1156" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ClientesClaseeC-274x300.jpg" alt="" width="274" height="300" />Volto a bater na tecla da importância da web no processo de compra. Como a pesquisa mostrou e reproduzi até esse momento, o consumidor está: comprando mais, buscando mais informações para decidir a compra; a imagem e atitude de marca são importantes para a compra. Experiência individual é fundamental. Cabe a pergunta: onde, além da Internet o consumidor tem acesso a todas essas bases para decidir a compra? Onde ele pode estar na loja, acessar o site da marca, um blog sobre o assunto, entrar em um comparativo de preços e decidir pela compra baseado em uma quantidade grande de informações? O relacionamento, mídia e o ponto de venda são as principais formas de influência no consumo de produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">A busca pela informação, como dito anteriormente, é fundamental para o consumidor do século XXI. A pesquisa mostra que 50% está apto a fornecer muitas informações sobre algum tipo de produto e outros 34% dizem que conversam bastante com muitas pessoas diferentes sobre produtos de interesse antes de efetuarem a compra – 34% concordaram que é bastante provável que consigam convencer outras pessoas a respeito de determinados produtos com suas opiniões. Estratégia em redes sociais?</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo: Todas as informações sobre esse novo consumidor – na minha opinião – levam para estratégias digitais. Será que os profissionais de marketing compartilham isso comigo?</p>
</div>]]></content:encoded>
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