A emoção e o consumidor: #Case: Dove pela Real Beleza

Você já viu a nova campanha da Dove? A Campanha Dove pela Real Beleza atinge em cheio um grande dilema das mulheres de uma forma simples e direta. Eles perguntam a algumas mulheres: O que você mais gosta no seu corpo. Diante da dificuldade refazem a pergunta, mas com um novo foco: Do que você mais gosta no corpo da sua amiga? E o resultado você pode conferir através do link:

A estratégia da Dove é mexer com as emoções do consumidor ao estimular os sentimentos entre melhores amigas e com isso consegue atingir o seu público alvo. Mas a Dove não é a única que utiliza dessa estratégia, ela vem sendo usada cada vez pelas marcas.

Esse tipo de abordagem, atinge você, caro leito? Quais exemplos você se recorda?

 

No artigo intitulado “Branding x Vendas”, eu comentei sobre a importância de manter um relacionamento ativo com os Stakeholders (aqueles que possuem interesse no seu negócio). Neste artigo vamos nos aprofundar um pouquinho neste tema.
Utilizando como exemplo o contador e o advogado (podemos englobar todos os prestadores de serviços), quem são as pessoas que possuem interesse no serviço destes profissionais? Sem pensar muito, já podemos definir algumas, como os pequenos empresários, diretores financeiros, controllers, diretores jurídicos etc.

E agora vem outra pergunta: Como alcançar estas pessoas interessadas?

Existem várias; Mas hoje vamos abordar o papel do assessor de imprensa neste cenário. A princípio, devemos deixar claro que ligações prospectivas são válidas, entretanto, a chance de você conseguir falar diretamente com o profissional que decide a contratação do seu serviço é pequena. Provavelmente, a recepcionista irá te atender e passar um e-mail para fazer o primeiro contato (quem já fez ligações prospectivas sabe bem do que eu estou falando). Vale destacar que na sua imensa maioria, este e-mail não será visto pela pessoa responsável. Abaixo alguns dos motivos para acreditar nesta afirmação:

- A empresa pode ter algum profissional que já realiza está tarefa;
- A recepcionista atende, pelo menos, três ligações diárias de profissionais de serviços oferencendo seu trabalho. Se ela passar todos estes contatos para o profissional contratante, o mesmo não conseguirá realizar suas tarefas diárias.
- O profissional contratante pode estar preocupado com outras tarefas e nem ler seu e-mail;
- A caixa de entrada, normalmente, apresenta diariamente dezenas de e-mails de profissionais oferecendo serviço. Ninguém lê todos.
Enfim, rapidamente eu consegui enumerar 4 razões para o seu contato não ser satisfatório. Se for fazer contato telefônico, já faça sabendo que o resulado será mínimo (depender da sorte no atual cenário mercadológico não é inteligente).

Agora voltando a abordar assunto central do artigo (o papel do assessor de imprensa no branding), o profissional de assessoria de imprensa tem a missão primordial de gerenciar a marca da empresa no mercado, através de ações nos meios de comunicação de acordo com a necessidade do cliente.
Principais benefícios de contratar uma assessoria de imprensa para a sua empresa de serviço:

- Publicação de releases (comunicados) da sua empresa em sites, jornais e revistas de interesse do seu público-alvo.
- Participação em entrevistas em jornais, rádios, televisão, revistas, internet etc.
- Gerenciamento da sua marca com os stakeholders;
- Administração de crises;
- Divulgação de ações sociais desenvolvidas pela sua empresa;
- Auxilio em eventos.

O profissional de Marketing da sua empresa será o responsável pelo relacionamento com a assessoria, e também definirá e enviará as pautas a serem divulgadas.

O investimento para contratar uma assessoria de imprensa varia de acordo com o tamanho da sua empresa e a reputação da assessoria contratada. De ante-mão, já posso lhe adiantar que o custo x benefício é excelente.
Sendo bem objetivo, podemos afirmar com clareza que é muito mais fácil atingir um diretor com uma matéria publicada no jornal do que ligando para ele. Nenhum diretor que se preze irá atender e dar a devida atenção a uma ligação de uma pessoa desconhecida. A época do telemarketing já passou faz tempo; Atualmente, ele só serve para cobranças.

Para uma empresa prosperar no mercado é necessário estar atualizado e de olho nas tendências mercadológicas. A cada novo dia, está missão fica mais difícil.

Consulte um especialista no assunto ou entre em contato com uma assessoria de imprensa.
Sua empresa agradece.

O São João é uma das festividades mais comemoradas no Nordeste. A festa tem abrangência em quase todas as cidades nordestinas, tendo como destaque Caruaru, em Pernambuco e Campina Grande na Paraíba. Só essas duas capitais arrecadaram, juntas, R$ 11,5 milhões em patrocínio, apenas em 2011. Um celeiro de oportunidades para as marcas que disputam espaço para trabalhar suas estratégias.

Algumas das estratégias mais utilizadas são comerciais que remetem ao período, mas o que os diferencia é a criatividade. Um bom exemplo é a Nova Skin que além de patrocinar o São João dessas principais capitais, está veiculando desde o início do mês, comerciais voltados para o tema. Investindo no humor, o comercial conta histórias tipicamente nordestinas. Confira:

Além dos comerciais, a marca também investiu em novas embalagens com estampas de xilogravuras de cordel e está comercializando em todo o nordeste.

Nova Schin - São João 2011

A Rede Globo Nordeste conseguiu no seu comercial em homenagem à época, abranger a magnitude da festa e ainda fortalecer a marca na cobertura dos festejos

Essa aproximação do mercado nordestino faz com que seus consumidores se identifiquem com a marca, seja pelo uso das expressões locais, no caso da campanha da Nova Skin,, seja pela associação de valorização dessas marcas com a cultura local.

E você, aprova essas estratégias aproximativas?

Por Andrea Gomes

Primeiramente, quero deixar claro que Marketing não é vendas. O trabalho de Marketing envolve pesquisa, interpretação de dados, pensamento mercadológico, estratégias, ações etc. Neste momento, irei fazer um conflito entre branding e vendas.

Muitas empresas tratam Marketing com uma ferramenta utilizada para salvar, alavancar, impulsionar ou até mesmo manter as vendas de uma empresa. De fato, o Marketing sempre tem um objetivo comercial, entretanto, antes disso, deve-se ter uma empresa com estrutura consolidada para que o profissional de Marketing consiga alcançar os objetivos propostos e satisfazer a vontade do empresário/diretor. Por isso, torna-se vital o processo de Branding de marca junto ao mercado.

O processo de Branding de uma empresa consiste, desde atributos verbais e visuais, até ao trabalho de construção e gerenciamento da marca.

Deve-se ter consciência de que a sua companhia, antes mesmo de, por exemplo, vender  pneus, é uma marca que deve ser construida e gerenciada de maneira correta para que não afete o desempenho do seu produto/serviço. Pode-se ter o melhor pneu do mercado, contudo, se o público-alvo não souber ou ter uma concepção negativa da marca, a empresa nunca irá prosperar.

O primeiro processo de Branding (definição de nome, logotipo, slogan e identidade visual) é básico. Estes atributos são o pontapé inicial da sua empresa no mercado. Apesar de básicos, não devem ser feitos por profissionais desqualificados, pois se os simples não forem desenvolvidos corretamente, os complicados jamais serão.

O segundo processo é, justamente, a fase de construção e gerenciamento da marca no cenário mercadológico. Trata-se da visão que o mercado e o público-alvo terão da empresa (stakeholders). E para que está tal visão seja positiva, é necessário que o relacionamento com aqueles que possuem interesse (tradução Stake + Holder) seja ativo e agregador.

Este segundo processo de Branding  deve ser gerenciado por um profissional de Marketing,  e se possível, com o auxílio de outros profissionais, como Relações Públicas, Assessores de Imprensa, Administradores, Jornalistas, Publicitários, Designers Gráficos etc, e potencializados com o apoio do Networking.

Todo empresário/diretor deve ter claro na sua cabeça a importância do Branding para as organizações que querem prosperar em um mercado onde, na sua maioria, conta com concorrência intensa e qualificada. Não adianta cobrar apenas aumento de vendas; É preciso ter estrutura e organização suficiente para que o aumento  aconteça naturalmente.

Todos sabemos que as compras coletivas são febre hoje em dia: benefício para o consumidor, por pagar valores bem menores que pagaria normalmente, e também para a empresa, por vender uma grande quantidade do produto/serviço de uma vez. Mas e quanto ao trabalho da marca na mente do consumidor, como fica?

Um grande erro que as empresas cometem, principalmente no ramo de serviços, é dar um atendimento inferior ao cliente com “cupom”. Esse tipo de atitude reflete a falta da visão de Marketing de algumas empresas que se preocupam apenas em “vender, vender, vender”, e acham que aquele cliente só adquiriu um produto/serviço daquela loja devido à promoção. Num primeiro momento pode até ser verdade, pois a grande realidade das compras coletivas hoje, no Brasil, mostra que o consumidor adepto a essa modalidade de compras provavelmente não é um usuário típico do produto/serviço escolhido, e aproveita esta oportunidade para ter acesso e experimentar.

Para entender um pouco mais o perfil deste consumidor, realizamos uma pesquisa com 50 pessoas entre 20 e 29 anos, que costumam fazer uso de compras coletivas frequentemente, e constatamos que 80% delas não conheciam ou nunca tinham adquirido qualquer produto/serviço na empresa escolhida. Também concluímos que 90% delas voltariam a adquirir produtos/serviços daquela empresa, mesmo que não fosse uma oferta com desconto, como acontece nas compras coletivas, e que o grande diferencial dessa decisão seria o ótimo atendimento prestado e a qualidade do produto/serviço.

Com base nos dados acima, podemos concluir que o trabalho de fidelização pode sim, ser feito, e as compras coletivas devem servir como uma porta de entrada para que o cliente venha a conhecer os serviços da empresa.  Às vezes, simples ações como um Cartão Fidelidade, uma ligação de pós-venda, fazem toda a diferença para que o cliente perceba que vale a pena voltar àquele estabelecimento.

É importante que este cliente seja muito bem atendido, que seja feito um bom trabalho de branding, para que seja iniciado um relacionamento com o consumidor e que se construa a presença sólida na mente do cliente.

“O marketing verdadeiramente excepcional sempre tocou as pessoas por causa de sua integridade e honestidade.”

Me lembro de em certa ocasião, um professor  que daria uma palestra, após me perguntar em que área gostaria de trabalhar, me disse que independentemente do que me explicassem, ao ser questionado sobre a real finalidade do Marketing, deveria ter a resposta na ponta da língua: vender!

Não tenho dúvidas de que os esforços dos profissionais de Marketing sejam para atingir os objetivos de vendas. Porém, tenho certeza também que os tempos mudaram e o discurso desse professor citado acima, deve ser “modernizado”.

O consumidor mudou, a cultura de muitas empresas mudou, a forma de se comunicar mudou, a Internet avançou e hoje tem causado mudanças em todos esses fatores “mercadológicos”. Será então que é possível para o profissional de Marketing estar limitado a somente vender?

Marketing é ter um bom site, uma boa loja, é gerar relacionamento, ouvir o consumidor, é superar expectativas, é cumprir o prometido, é entender de sentimentos, é saber que não importa qual seja sua marca, ela é feita para pessoas. Qual é o resultado quando tudo isso é percebido e executado? É fácil, o resultado é venda!

O grande erro das empresas hoje é achar que o essencial é gerar lucro a qualquer custo, mas um bom Marketing de qualquer empresa sabe identificar que o “custe o que custar” já não é mais necessário, e a dinâmica do mercado pode ser outra.

A Internet pode ter aberto caminho para novas empresas e mercados e assim, ter aumentado a concorrência, mas ela porém, facilitou processos e derrubou barreiras que impediam as empresas de se comunicarem diretamente com seus consumidores.

Aos profissionais de Marketing cabe ir além das vendas, identificando como essa abertura pode possibilitar um contato eficiente e eficaz com um consumidor que quer, antes de tudo, relacionamento. O vídeo abaixo demonstra rapidamente um pouco disto, você pode simplesmente buscar formas de vender, mas o que compensa, é uma boa forma de se relacionar:

Fonte: Youtube

 

Li uma reportagem no Máquina do Esporte sobre o naming right da Fórmula Indy no Brasil que me chamou atenção para escrever. Segundo ela, os jornais Folha de S.Paulo, Estadão e O Globo, não citaram devidamente o naming right do evento, que por questões contratuais se chamou  Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé.

Ainda na reportagem, o diretor de marketing da Nestlé se mostrou e muito insatisfeito com a censura sofrida pelo nome, o que é altamente prejudicial para este tipo de patrocínio no país. Fica a dúvida para a etapa 2012 não ter mais este tipo de investimento, uma vez que não se obtêm o retorno esperado.

Ponto positivo para a Band, que mais uma vez fez uma excelente transmissão e a todo momento citou o nome da maneira correta.

Não dá mais para aceitar este tipo de limitação imposto pela Globo e outros veículos de comunicação. O país que irá receber os dois maiores eventos esportivos do mundo não pode manter um atraso que prejudica, não somente o automobilismo, mas também o vôlei, basquete e, futuramente, chegará ao futebol.

O naming right precisa ser colocado em prática no Brasil. Com as novas arenas para Copa e as parcerias criadas por times de vôlei e basquete, mostram que é um atrativo para as empresas e bom para os clubes se manterem financeiramente saudáveis. Se torna fundamental também para a evolução do mercado esportivo no país.

Não sei até quando este tipo de investimento sofrerá limitações, mas ver que não é um problema somente da Rede Globo, mas agora de grandes jornais, torna o naming right ainda mais impraticável no país.

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