Ele está nos pés dos nerds de The Big Bang Theory. Kramer, de Seinfeld, e Punky Brewster também já usaram, cada pé de cada cor. James Dean, Bruce Springsteen, Kurt Cobain e Eddie Van Halen também viviam com os seus. O que começou como um tênis de lona e sola de borracha para jogadores de basquete entrou de vez para o lifestyle rock n’roll e se tornou um ícone pop.
O tênis All Star, que em 2008 completou em 100 anos de existência, já vendeu mais de 1 bilhão de pares em todo o mundo. Surgiu quando Marquis M. Converse fundou a Converse Rubber Company, em 1908, em Massachusetts, mas só viria a ter o design que conhecemos hoje em 1921. Foi aí que o jogador de basquete Charles (Chuck) Taylor deu ideias para a melhor adaptação do tênis ao esporte e passou a assinar a versão mais famosa de All Star.
A partir da década de 50, após ser usado inclusive pelo exército americano na Segunda Guerra Mundial, o All Star ganhou o show biz, nos pés de estrelas de cinema e do rock. Em 1966, é lançada a versão Oxford, de cano curto e em diversas cores (antes, o All Star só existia nas cores preta e branca).
Em 2003, após um início de milênio turbulento para a empresa, a Nike comprou a Converse, entrando para o segmento de tênis esportivos mais baratos, e alçando o All Star a um patamar mais fashion: reformulações na distribuição e na comunicação da marca vieram, e rapidamente o tênis voltou a se tornar um ícone jovem.
Hoje, a Converse produz variadíssimas versões do All Star, de vários materiais, cores, estampas, e até aderiu ao movimento sustentável, com produtos de tecido feito de PET.
Mais do que isso, no Estados Unidos, é possível personalizar o tênis de fábrica, pelo site da marca:
As opções de personalização são inúmeras, e mostram um cuidado da marca com seu público, que preza pelo original, moderno e hand made.
Outra coisa interessante (e que eu particularmente adoro) é o blog corporativo da marca no Brasil, o Conversation, o primeiro no mundo. O blog, que é um excelente case de blog corporativo, surgiu para ser um espaço que conecta fãs de All Star, por meio de conversas abertas sobre arte, cultura pop, moda, esporte e comportamento, além de informar as novidades da marca. Além do blog, há seções especiais onde o leitor pode sugerir pautas, trocar ideias, e postar fotos usando seu All Star.

E eu também não poderia deixar de falar aqui de uma das mais recentes ações de All Star, a Three Artists, One Song. A marca lançou mini documentários com grandes nomes da música como Kid Cudi, Rostam Batmanglij (do Vampire Weekend) e Bethany Cosentino (do Best Coast). Juntos, os artistas foram acompanhados por câmeras durante suas rotinas para a criação da tal “One Song”, que está disponível para download no site da marca.
Gostou? Comente aí embaixo, e não esqueça de votar na próxima marca. Zappos? Melissa? Garoto? É só clicar aqui!
–
Fontes:
Com certeza já ouvimos que a propaganda é a alma do negócio, e nessa mesma lógica, penso que se isso é verdade, há uma grande chance da embalagem ser a alma do produto.
Bem, a importância da embalagem para as empresas que atuam no segmento de bens de consumo já é bastante estudada pelos profissionais de marketing, e por isso tem se tornado um meio eficaz de comunicação entre empresa e consumidor. No entanto há poucas empresas que se preocupam com este componente como sendo parte integrante do produto e, principalmente do negócio a ser efetuado entre as partes interessadas.
Uma embalagem não serve apenas para proteger o produto. Para o consumidor a embalagem e o que ela contém são indissociáveis. Para ele, a embalagem é, ao mesmo tempo, uma expressão e um atributo do conteúdo, sua roupagem, sua identidade. É por meio dela que o consumidor forma um conceito e atribui valor tanto ao produto como à empresa que o produziu, percebendo este valor desde o primeiro momento em que o encontra na gôndola.
A embalagem é um componente fundamental para a construção da imagem da marca, pois é a expressão tangível de todos os seus significados mesmo apresentando valores intangíveis para alcançar a percepção do consumidor.Uma embalagem deve agregar valor e melhorar a competitividade dos produtos para ser eficaz, tanto junto aos concorrentes quanto diante do consumidor.
Por ser um componente fundamental para a formação do custo, pois agrega valor não só ao produto como à percepção do consumidor e, conseqüentemente, no preço final do produto, a embalagem é um fator econômico importante e que merece a atenção adequada.
O Brasil já notou que a embalagem tem impacto considerável nos negócios, posicionando o produto e auxiliando no processo de escolha por parte da sociedade de consumo no ponto-de-venda. Notou que é um importante componente operacional e decisivo para o marketing das empresas. Mesmo assim, ela ainda é mal utilizada. Parece que não há um pensamento completo a respeito de suas atribuições para que seu uso seja mais completo, aproveitando o enorme potencial desta ferramenta. Na verdade, basta que uma gestão apropriada seja aplicada à utilização da embalagem como instrumento de marketing para que seus pontos possam ser explorados de maneira mais completa.
As tendências revelam que a embalagem terá um impacto crescente no ambiente de negócios, mesmo tendo sua gestão um tanto deficiente devido a uma falta de visão empreendedora mais avançada, a falta de formação especializada e a ausência de um conhecimento mais aprofundado sobre o assunto.
Diante desta realidade é importante que os profissionais de marketing pensem a embalagem como parte integrante do produto, como um componente que gera valor ao que a empresa oferece.
A cultura contemporânea é moldada por uma onda de transformações impulsionadas pela evolução tecnológica que influencia novos modos de agir, pensar, criar, comunicar e consumir. Dessa maneira torna-se necessária uma reconfiguração, onde ganham lugar novos modelos econômicos, novas formas de comunicação e criação e de parâmetros sociais. Essa é a proposta da aula/palestra que acontece no dia 18 de Setembro na Bauhaus de Vitória/ES a partir das 19 horas. Esta aula irá analisar a trajetória recente dos novos comportamentos moldados a partir da tecnologia, consumo e padrão estético de beleza.
Para quem quiser conferir, as vagas são limitadas e a participação é aberta e gratuita, entretanto é necessária a inscrição antecipada pelo telefone 3227-6507
A palestrante será GABRIELA ALVES – Doutoranda em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Mestre em Estudos Literários, Especialista em Filosofia e Arte e em História Política pela UFES, Graduada em História e em Comunicação Social. Pesquisadora e professora de ensino superior e em cursos de pós-graduação.
Mais informações acesse o site www.bauhausvitoria.com.br
Em um cenário de crise econômica, recessão e gastos comedidos, David Rosenberg, autor do relatório “O Futuro Frugal”, prevê que a farra consumista dos últimos anos está definitivamente sepultada e em 2009 os consumidores valorizarão cada centavo gasto nos produtos que compram – seja num frasco de xampu, seja num aparelho de TV.
Segundo este relatório, o neofrugalismo como tendência de comportamento que começou a ser observada por especialistas americanos em marketing e consumo após a crise das hipotecas podres, no fim de 2007, não é algo episódico, mas veio para ficar.
Nesta tendência, consumidores têm adotado comportamento semelhante em países europeus em recessão. Por exemplo, os consumidores tornaram-se mais seletivos e passaram a buscar produtos e serviços com diferenciais tangíveis.
Seguindo esta lógica, as pessoas devem passar mais tempo em casa como forma de economizar em despesas supérfluas e isso abre uma perspectiva a toda uma gama de produtos voltados para a diversão doméstica – vasta categoria que envolve de computadores que funcionam como central de entretenimento a videogames e sistemas de som digital.
Os consumidores neofrugais, ao que parece, deverão fazer com que empresas de todos os ramos, reajustem e repensem suas estratégias de marketing, e resignifiquem os produtos e serviços que oferecem à seus clientes.
Bem, vamos tentar aproximar um pouco mais este conceito do nosso dia-a-dia, pois o fato é que alguns aspectos são fundamentais para o entendimento desta nova tendência de consumo: busca por benefícios tangíveis e maior seletividade.
Neste ponto é interessante pensarmos que o conceito de benefício tangível não deve restringir-se apenas ao fato de ser um benefício “palpável”, “corpóreo”, e sim, principalmente um benefício que seja sensível e perceptível ao consumidor.
A partir deste entendimento podemos fazer alguns ensaios dos ajustes que empresas de alguns ramos podem fazer para acompanhar esta tendência. Por exemplo: Construtoras de imóveis – como muitas já estão fazendo – devem oferecer não só apartamentos amplos e com boa infra-estrutura, devem permitir que seus clientes percebam naquele empreendimento uma possibilidade de possuir um LAR, e não uma simples casa, no qual predominam uma família feliz, seguro e reconfortante. Local em que será o refúgio do comprador, independente das dificuldades sofridos fora deste espaço. Ao mesmo tempo que este lar é um local em que proporcionará ao comprador estabelecer relações, ou seja, relacionar-se com iguais.
Independente do ensaio realizado agora, é importante que as empresas foquem na resposta à seguinte pergunta: “Qual é o benefício tangível para o meu público?”











