A gestão dentro das empresas, apesar das mudanças e de novos papéis que vão surgindo com o evoluir das coisas, ainda tem padrões que se pode chamar de tradicionais: diretores e gerentes administrativos, financeiros, comerciais e de produção. Mas novas necessidades vão surgindo e as empresas precisam estar prontas para abrir os olhos aos novos profissionais que vão se formando. Já é possível, em alguns lugares, atentar para o emprego de pessoas, por exemplo, exclusivamente responsáveis por cuidar do posicionamento da empresa na internet: os especialistas em inteligência digital; resposáveis pelo levantamento de dados, atualização blogs e redes sociais da empresa. Porém isso não é o bastante, é preciso também que a “casa esteja arrumada” e que o processo de produção tenha o máximo de fluidez possível.
Embora um conceito desconhecido para a maioria das pessoas – e confuso para profissionais de design, marketing e propaganda -, a semiótica está intrínseca à comunicação muito mais do que se imagina. Ciência de todo e qualquer tipo de linguagem e também dos signos – signos enquanto elementos representativos, e nada a ver com zodíaco -, é uma disciplina que contribui diretamente para quaisquer coisas relacionadas à comunicação.
Sites, blogs, redes sociais, mídias sociais, televisão, mídia impressa, out of home. Hoje são muitas as opções para uma marca aparecer à vista de seu público consumidor, mas nem sempre os pontos de propaganda de um produto se limitam aonde ela se manifesta. Existem outras formas de aparecer, algumas são mais planejadas e têm todo um cuidado dos departamentos de design e marketing, e outras são mais consequências de uma boa imagem criada.
Uma marca não acontece por acaso, mas sim decorrente de uma série de fatores. Planejamento estratégico é o principal? Também. Se pararmos para pensar nessas marcas seculares e que hoje têm valor estimado muito alto, dá pra se perguntar: quando esses produtos foram lançados, existia planejamento e posicionamento da marca?
“Certa vez ao desenvolver um projeto de identidade visual, atentei para a criação de um conceito pertinente às informações sobre a empresa fornecidas no briefing. Depois de chegar a uma conclusão que julguei atender às necessidades do cliente, preparei a apresentação. Bom, a pessoa sequer leu o que escrevi e, olhando para a marca disse ‘não gostei’. Eu sugeri que lesse o conceito da marca, e como resposta recebi um ‘eu sei como é esse negócio de conceito, um blá blá blá qualquer que não diz nada só para convencer a pessoa, mas eu não gostei. Pode mudar a ideia?’.”
Muitos empresários dizem que o cartão de visitas é a porta de entrada de sua empresa, é o primeiro contato direto com o ainda nao cliente, é a maneira de em uma reunião não formal ou um bate papo descontraído em um café da tarde ou aquele happy hour de você poder “apresentar” e se apresentável para a sua empresa. Com a dica da Colunista Juliane Belmont, o MMKT360, separou alguns dos cartões de visita que mas parecem obras de arte, tem de todos os estilos e de diversos segmentos.





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