A resposta para o título desse artigo, na teoria, seria muito fácil: “basta anunciar que as pessoas chegam ao site”. Mas será que é só isso mesmo? A fórmula é tão simples?
No próximo dia 17 de setembro, a YOU Vitória – Núcleo de Inteligência Digital, realiza em Vitória/ES o workshop inédito de: Estratégias para E-commerce e Social Commerce com as professoras @ligiadutra_ e @ivonerocha.
Conheci a Zappos por um post da Lígia Dutra – @upalupa, no qual ela colocava – apaixonadamente – alguns princípios dessa empresa online que se tornou em pouco tempo uma lovemark.
Nos artigos anteriores, tratamos de Produto e Serviço e seus canais de distribuição: apenas produtos podem ser distribuídos. A internet pode ser um desses canais?
Embora muito se fale que o comportamento do consumidor atual esteja focado no consumo do bem-estar, da saúde e do lazer, não podemos negar que grande parte das intenções de compra é focada no status e na ostentação de grandes marcas e produtos com preços elevados. E para quem ainda não percebeu isso, nada que um simples passeio no shopping não resolva.
O e-commerce, assim como a Internet, não para de crescer no Brasil. Assim como a Internet tem um enorme potencial de crescimento, pois só 30% da população acessa a web, o e-commerce tem um potencial de crescimento maior ainda, afinal, dentro dos 30% que acessam, apenas 25% compram. Em números absolutos, em 2009 dos 70 milhões de pessoas que acessaram a web, apenas 17 milhões compraram. Esse ano, 2010, dos 77 milhões de pessoas que vão acessar a web, cerca de 23 milhões farão ao menos uma compra online. Cresce os números, a proporção se mantém a mesma e o potencial de crescimento também. Mesmo assim, o Brasil ainda detém 61% do que é vendido em toda a América do Sul, o que mostra que se o Brasil, mesmo com todo o potencial, ainda está atrasado com relação aos EUA e Europa, Argentina, Chile, Uruguai estão mais atrasados ainda.
Desde que a Internet surgiu as marcas estão analisando como ganhar dinheiro com isso; os portais de notícia começaram a explorar propaganda em banners, mesmo que a web só atingisse 1 ou 2 milhões de pessoas; as marcas começaram a explorar as vendas online, que é a forma mais rápida e simples de MENSURAR os investimentos na internet.




