Todos sabemos que as compras coletivas são febre hoje em dia: benefício para o consumidor, por pagar valores bem menores que pagaria normalmente, e também para a empresa, por vender uma grande quantidade do produto/serviço de uma vez. Mas e quanto ao trabalho da marca na mente do consumidor, como fica?
Um grande erro que as empresas cometem, principalmente no ramo de serviços, é dar um atendimento inferior ao cliente com “cupom”. Esse tipo de atitude reflete a falta da visão de Marketing de algumas empresas que se preocupam apenas em “vender, vender, vender”, e acham que aquele cliente só adquiriu um produto/serviço daquela loja devido à promoção. Num primeiro momento pode até ser verdade, pois a grande realidade das compras coletivas hoje, no Brasil, mostra que o consumidor adepto a essa modalidade de compras provavelmente não é um usuário típico do produto/serviço escolhido, e aproveita esta oportunidade para ter acesso e experimentar.
Para entender um pouco mais o perfil deste consumidor, realizamos uma pesquisa com 50 pessoas entre 20 e 29 anos, que costumam fazer uso de compras coletivas frequentemente, e constatamos que 80% delas não conheciam ou nunca tinham adquirido qualquer produto/serviço na empresa escolhida. Também concluímos que 90% delas voltariam a adquirir produtos/serviços daquela empresa, mesmo que não fosse uma oferta com desconto, como acontece nas compras coletivas, e que o grande diferencial dessa decisão seria o ótimo atendimento prestado e a qualidade do produto/serviço.
Com base nos dados acima, podemos concluir que o trabalho de fidelização pode sim, ser feito, e as compras coletivas devem servir como uma porta de entrada para que o cliente venha a conhecer os serviços da empresa. Às vezes, simples ações como um Cartão Fidelidade, uma ligação de pós-venda, fazem toda a diferença para que o cliente perceba que vale a pena voltar àquele estabelecimento.
É importante que este cliente seja muito bem atendido, que seja feito um bom trabalho de branding, para que seja iniciado um relacionamento com o consumidor e que se construa a presença sólida na mente do cliente.
Até onde vai o limite de uso das redes sociais no esporte? A cada dia surgem novas polemicas pelo seu uso indevido, ou feito de cabeça quente no calor de provocações. Foram os casos recentes de Valdívia, que xingou torcedores adversários, e Alex Silva, que reclamou das declarações do presidente do SPFC e esbravejou via Twitter.
Em 2009, os jogadores da NBA foram proibidos de twittar algumas horas antes do jogo após Amare Stoudemire,Tyson Chandler e Rasheed Wallace twittarem do banco de reservas. Como fez Dunga e diversos outros treinadores na Copa 2010, que limitaram o uso das redes. O receio mais alegado era manter o foco na competição e não dar maiores detalhes dos bastidores da concentração.
Quem acompanhou toda polemica envolvendo Neymar e Dorival viu após o episódio uma clara mudança de postura do jogador em relação as redes. Neymar limitou-se a brincar com os seguidores e interagir com seus fãs e amigos.
O maior problema do seu uso por parte dos atletas é utilizá-la para reclamar ou xingar torcedores. Os problemas das equipes devem ser resolvidos internamente, externá-los pode desencadear uma desnecessária confusão, que pode levar a consequências graves fora dos limites do clube.
Sabemos que as redes sociais são fundamentais no relacionamento com torcedores, fãs, imprensa no geral, pois mostra o lado humano de muitos atletas que são cobrados por melhor desempenho diariamente. Quando se começa a misturar, problemas extra campo com dentro das quatro linhas, os atletas se perdem.
O último e mais polêmico caso ocorreu ontem na NFL. Rashard Mendenhall, running back do Pittsburgh Steelers, perdeu seu principal patrocinador, a fornecedora de material esportivo Champion, por se mostrar totalmente contrário a festa do povo norte americano em relação a morte de Bin Laden.

Ao twittar que “tinha dificuldades em acreditar que um avião poderia ter demolido um prédio”, ou “Que tipo de pessoa celebra a morte?”, Rashard não imaginaria que a Champion incentiva ações antiterroristas e as forças armadas do país. Além de perder o patrocínio, o atleta foi afastado temporariamente do Steelers.
Seria bacana que o profissional de assessoria de imprensa das equipes orientassem os atletas sobre quão positivas podem ser as redes sociais. Proibir ou limitar não é necessário, conscientizá-los dos benefícios que elas podem trazer, é o melhor caminho.
Fonte da Imagem: Twitter Rashard Mendenhall
O crescimento da web está sendo benéfico para muitas pessoas. Nem só para as empresas que investem nesse novo mercado, mas para a leva de profissionais que está vindo por ai. E não são poucos.
Não é de hoje que o curso de publicidade e propaganda é um dos mais buscados na USP, o que serve de parâmetro para nós do mercado. Tem muita gente querendo vir para o mercado de publicidade, mas será que damos conta dessa nova leva? Espero que sim. Claro que há a ordem natural das coisas, como pessoas que se aposentam ou largam tudo para viver no interior (velho sonho de publicitário), mas o número de pessoas que sai do mercado é muito menor dos formandos de cada ano, ou seja, dos que entram.
Estamos vendo cada vez mais o movimento de pessoas saindo de agências e montando suas próprias agências. Esse movimento não é novo, acontece desde que surgiu a 1ª agência de propaganda no mundo, mas hoje tenho visto ocorrer mais do que nunca, e de empresas especializadas o que é bom para o mercado. Isso abre espaço para esses novos “entrantes” no mercado, mas assim como disse no parágrafo acima, mesmo assim, não há espaço para toda essa mão de obra. Mas como resolver isso? Internet é a resposta!
Quando eu comecei na propaganda, em 2001, como 99% das pessoas que entram no curso (até hoje) eu queria ser um criativo. Como sempre escrevi bem, eu queria ser redator. Tentei ser Diretor de arte, mas sem o menor talento. Redação eu me dava muito melhor. Passei por várias áreas até me apaixonar por planejamento e cá estou até hoje. Fui mídia, tráfego, atendimento, produção e até atuei como produtor de TV. Esse era o leque que eu conhecia. Um dia me apresentaram a uma pessoa em uma agência e ela disse ser “arquiteta de informação”.
Para mim, arquiteto era aquela pessoa que planejava casas e era uma profissão que um dia eu quis ter. Mas não, a web trouxe uma gama de novas especialidades para a construção de projetos digitais, que vão além do site e com isso abriu um leque de opções enorme para novos especialistas. Leque esse que as faculdades ainda não enxergaram e por isso há poucos profissionais qualificados. Os que estão se saindo melhor, são aqueles que estão em cursos de pós graduação em marketing digital, como o da FIT onde dou aula.
Mesmo atuando há 9 anos no mercado de web, ainda hoje eu me surpreendo com essas novas profissões. Não quero de maneira nenhuma falar mal aqui de nenhuma delas, muito pelo o contrário, pois tenho visto como esse pessoal tem feito a diferença em projetos digitais. Quanto mais especialistas, melhor!
Além do arquiteto de informação, tenho visto nas agências o “flashmaker”, “interface”, “motion designer”, “especialista em .Net”,”redator de links patrocinados”, “especialista em SEO”, “especialista em SEM”, “programadores front e back end”, “gerente de projetos”, “analista de projetos”, “gerentes, analistas, coordenadores de e-commerce”, “implementador de Java”, “analista de mídias sociais”, “gerente de comunidade virtual”; isso sem contar com as adaptações do offline para o online, como no meu caso, planner digital, mas também já fui mídia online. Há o diretor de arte online, webwriting – que é o redator para internet, diretor de operações para o digital, atendimento, produção, tráfego. Até redator para Redes Sociais tem ganho importância por ser um cargo específico e com poucos profissionais capazes de fazer o Twitter vender mais Coca-Cola!
Em resumo, se você está no período de pensar em qual faculdade fará ou se já optou e está fazendo publicidade e propaganda, vai aqui uma dica: foque no digital, afinal, como você viu acima, a quantidade de novas profissões é enorme e você vai acabar vendo que o tempo que você passa na frente do computador não será inútil e sim, a sua profissão e que você pode ser um sucesso. Só depende de você se encaixar em uma dessas novas profissões e se dedicar muito.
E ai, vai encarar qual?
Quando uma marca entra oficialmente em uma Rede Social ela precisa entender alguns pontos: primeiro que se não entrar oficialmente, alguém vai colocá-la lá e responder por ela, mesmo que não oficialmente. Segundo, que esse é um caminho sem volta. Redes Sociais estão ai há tempos, as digitais há menos tempo, mas cada vez mais pessoas estão aderindo a Facebook, Orkut, Hi-5, Sonico e acho muito difícil, alias diria impossível, que essa onda de Redes Sociais digitais um dia acabe.
Ao entrar nas redes, o primeiro passo é ter uma estratégia de ação. Não entre sem entender o cenário, o que as pessoas falam do segmento e como interagir em cada uma das redes. Cada uma tem seu DNA e o consumidor já percebeu isso. Ele quer um tipo de conteúdo e relacionamento no Orkut que é diferente do Twitter (apesar que para mim, Twitter é uma rede de notícias e não social).
O consumidor também já percebeu que ligar no 0800 das empresas nem sempre surte efeito. Enviar um e-mail pelo famoso “fale conosco” menos ainda, pois há empresas que nem respondem o e-mail, mas usar as Redes Sociais como SAC tem dado resultado e por um motivo simples: exposição.
Quando eu mando um e-mail para a empresa X, sou eu mandando direto para ela. Duas pessoas envolvidas. Quando eu deixo um recado na comunidade “Eu amo a marca X” com 50 mil pessoas, são 50 mil pessoas com potencial de ver a mensagem, aliás, não apenas ver como repercutir em suas próprias redes. O “estrago” é maior.
Redes tem se tornado uma via de mão dupla. Empresas que acreditam que ali é um canal de divulgação estão erradas. Redes Sociais é relacionamento! As pessoas seguem as marcas porque querem se relacionar e o básico para um relacionamento é a conversa, o diálogo; por isso, que quando a marca entra na rede deve prever e esperar que as pessoas vão sim usar essa rede para uma reclamação, dúvida ou sugestão.
Esse movimento é inevitável; evitar pode até causar menções negativas para a marca nas próprias redes, do tipo “a marca X não me responde no Facebook, porque abre então?” frases como essas parecem inofensivas, mas não são. Pois 5 ou 6 pessoas que repercutem, curtem a frase, comentam ou concordam já é o suficiente para fazer barulho.
Diante a esse cenário o que se deve fazer é simples: ouça e responda. Simples assim, princípio básico da comunicação que se para algumas empresas ainda é obscuro, para outras não. E essas estão gerando negócios via essa interação com usuário pelas redes. Eu posso, por exemplo, entrar no perfil de uma loja virtual e perguntar qual o melhor note para eu comprar. Se a loja for rápida na resposta, eu tenho uma tendência grande em comprar o produto com ela, afinal, pedi uma opinião dela. Se o preço e condições me forem atraentes, porque vou comprar da concorrente?
Mesmo porque para eu chegar ao estágio de perguntar a loja sobre a melhor opção para mim é porque eu já entendi que ali tem o preço, condição, entrega e produtos que eu desejo.
Monitore tudo o que se fala da marca no mundo digital. Tenha estratégia para agir de forma rápida aos questionamentos dos clientes. Não responda apenas a elogios. Trate críticas da mesma forma que um elogio. Seja transparente. A resposta a uma pessoa pode beneficiar a outras, mesmo que não beneficie, marcas transparentes passam mais confiança ao consumidor e as chances de vendas aumentam.
Hoje, com a grande concorrência entre marcas e a similaridade de produtos, serviços agregados estão sendo levados em conta como fator que agrega valor a marca e assim ganha espaço na mente e coração do consumidor. Redes Sociais são armas poderosas nessa conquista, mas entenda que elas são vias de mão dupla. As pessoas vão falar e ouvir, as marcas também.
Nesta semana o Ligado no Trânsito completou seu primeiro aniversário. Foram 365 dias de conscientização nas mídias sociais para um trânsito mais seguro no Espírito Santo. A campanha visou, principalmente, direcionar a discussão e atrair a atenção do jovem para o fato de que não é preciso correr riscos no trânsito para “curtir o rock”.
Durante o ano de 2010 foram várias as ações realizadas pelo projeto: Show de Irregularidades, Ligado no Trânsito no Rock, Ligado no Trânsito Verão e Carnaval, além de outras ações pontuais. E a galera que participou dessas várias ações que o Ligado no Trânsito deixou o seu recado de conscientização no trânsito aos capixabas. E para comemorar, foi criado o “Funk do Ligado” que reuniu os momentos mais marcantes dessa galera!
Parabéns do Melhor do Marketing pela iniciativa que, além de conscientizar os capixabas, foi referência em diversos lugares!
Não é segredo para ninguém que as Redes Sociais são uma febre no mundo todo sem data para acabar, certo? Aliás, não vai acabar nunca, será apenas aperfeiçoada a cada período, assim como o rádio, TV, Jornal e Revista, a web é uma ferramenta de comunicação muito poderosa e as Redes Sociais estão se tornando a ferramenta mais importante de algo básico para o ser humano: Conversar.
As pessoas querem falar e ser ouvidas. Esse é um conceito básico nas Redes Sociais que deve ser considerado em qualquer ação nas redes. Não considerar isso, é entender que a comunicação será de mão única, a marca fala e o usuário ouve. Será que é isso que as pessoas querem?
A cada dia que passa mais e mais marcas estão se apropriando dessas ferramentas para fazer ações de marketing, comunicação e relacionamento com seus públicos, que são fãs de Twitter, Facebook, Orkut, YouTube entre outras milhares de ferramentas que estão por ai. Se eu ficar listando nesse artigo, vai demorar 3 dias para que todos leiam e amanhã, essa lista estará desatualizada.
Diante a essa enormidade de ferramentas,cada vez mais a atenção do usuário está fragmentada. A enormidade de conteúdo gerado pelas bilhões de pessoas com acesso a web tem feito com que o usuário segmente aquilo que lhe é interessante e relevante. Se as ações não forem relevantes, o seu usuário não vai prestar a atenção. Relevância está intimamente ligada a criatividade.
O terreno para ações nas Redes Sociais é vasto e a criatividade é o limite!!!
Falar e ser ouvido. Ser relevante e criativo. Conseguir com que pessoas comentem e indiquem sua marca e links para sua rede de contatos. Fazer com que essas mesmas pessoas defendam as marcas é o desejo de qualquer marca, por maior que seja, quando entra de vez nas Redes Sociais.
Foi o que o renomado diretor Tim Burton fez. Diretor do remake de clássicos como a Fantástica Fábrica de Chocolate e Alice no País das Maravilhas, Burton está usando tweets para seu novo roteiro. Quer algo mais colaborativo do que você, com 140 caracteres, conseguir participar do roteiro de um filme de Hollywood? Na verdade o projeto ainda é para um livro, mas se tratanto de Burton, a chance desse livro virar um filme é bem grande. E quer algo mais viral do que a possibilidade da sua frase estar em um filme de Hollywood?
Burton tem o objetivo de ligar um tweet ao outro e construir a história de Stainboy. Para começar, o cineasta tuitou a primeira linha que estabelece o protagonista (Stainboy) sendo chamado fazer uma investigação. Para participar é só usar a hashtag #BurtonStory.
O cinema é uma das mais primárias formas de comunicação. Comunica histórias, fantasia e também realidade. Porque isso não pode ser passado para as Redes Sociais? Ao que parece, Tim Burton tem conseguido.
A web 2.0 sem a menor sombra de dúvidas revolucionou a forma como nos comunicamos com o mundo. As Redes Sociais têm um papel fundamental nessa mudança nos rumos da comunicação, mas se engana – e muito – quem acredita que esse é um fenômeno que começou em 2004 com o surgimento de Orkut e Facebook. Essas ferramentas são importantíssimas para essa mudança, claro, mas elas apenas potencializaram o conceito de comunidades.
Como profissional de planejamento estratégico digital, entender o comportamento do ser humano é algo vital no meu trabalho. Não posso pensar a estratégia de uma marca sem entender o comportamento das pessoas, o que buscam, o que pensam e como interagem. Colocar uma marca no Twitter é fácil, gerar retorno com a ferramenta nem tanto.
Para entender não apenas o sucesso das redes, mas da Internet como um todo é preciso saber que o ser humano, desde os tempos da “Idade da pedra” já se reunia em comunidades em volta de um interesse comum. Começou quando homens iam caçar e mulheres cuidavam dos filhos e da casa. Homens se reuniam em grupos de um mesmo interesse. Mulheres de outros. Ao longo da história podemos pegar outros exemplos de sociedades que se uniram em volta de um mesmo interesse, como política, guerras, exércitos, camponeses, o Clero…
A diferença para a história do ser humano antes da Internet é que antes nos reuníamos com os “amigos do futebol”, “amigos da classe”, “vizinhos da rua”; hoje podemos fazer parte da comunidade do Facebook da Coca-Cola com mais de 19 milhões de pessoas; não temos 19 milhões de amigos, mas fazemos parte de uma comunidade fã da marca. Além disso, fazemos parte Pedigital.ning.com onde o interesse comum são planner digitais ou na comunidade “Amo praia” do Orkut.
Apenas como efeito de comparação, a TV demorou 13 anos para atingir 50 milhões de usuários a web demorou 4. Esse é o poder de potencializar a relação entre pessoas, que se relacionam entre si e com as marcas também, assim como o exemplo que falei acima. A TV é uma via de mão única. A mensagem vem e recebemos. A web a mensagem vem, recebemos e devolvemos. Isso fez com que atingíssemos não apenas a mesma audiência da TV em 1/3 do tempo, mas que atingíssemos um nível de geração de conteúdo nunca antes visto no mundo.
Nós últimos 50 anos, geramos mais conteúdo do que em toda a história do Planeta Terra. Os formadores de opinião não são apenas William Bonner, Joelmir Beting ou Zeca Camargo. Sou eu, você, o Kibeloco ou um cara dançando no YouTube para 50 milhões de visitas.
Pessoas trocam experiências e informações desde que o mundo é mundo. Há 50 anos atrás nossas avós trocavam receita de bolo com a vizinha. Uma escrevia a receita em um papel e passava a outra. Há 10 anos, essa receita seria enviada por e-mail. Hoje vira recado no Facebook ou é publicada no blog que gera um link no Twitter a ser repassado. Mais pessoas farão o mesmo bolo, desde que elas tenham interesse em ir atrás desse conteúdo.
Mark Zuckerberg disse recentemente que sua maior sacada de sucesso para o seu Facebook foi entender “a importância da colaboração entre as pessoas”. Isso é fato. As pessoas colaboram entre si há tempos e é importante enfatizar esse termo para que o erro de dizer que Redes Sociais surgiu com o Orkut e Facebook não se cometa mais.
Para quem estudou a famosa pirâmide de Maslow sabe que Estima e Amor/Relacionamento estão nas necessidades básicas do ser humano. Auto-confiança, conquista, respeito, admiração pela sociedade em que se vive é buscado muito antes de Zuckerberg nascer, o que dirá seu Facebook, aliás, o próprio por ser um garoto tímido com dificuldade de fazer amigos se apoiou na web para ser – pelo menos ali – um líder, alguém respeitado e procurado pelas pessoas. Quem não tinha amigos aos 19 anos, tem 500 milhões aos 26 anos.
Web é relacionamento, interação, conteúdo e engajamento ! O resto é consequência!












