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	<title>O Melhor do Marketing &#187; iPhone</title>
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	<description>Somos apaixonados por marketing. Você também é?</description>
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		<title>News 05 &#124; Top marketing da semana</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<category><![CDATA[#copa2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal vamos para mais um Top Marketing da Semana, continuamos ainda em clima de #copa2010, e na expectativa grande com a nossa seleção brasileira! Lembre-se que você pode participar da escolha das seis notícias que são destaque, basta deixar a sua sugestão nos comentários ou se preferir envie para os nossos canais de relacionamento. #omelhordomkt [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Olá pessoal vamos para mais um Top Marketing da Semana, continuamos ainda em clima de <a href="http://twitter.com/#search?q=%23copa2010" target="_blank"><strong>#copa2010</strong></a>, e na expectativa grande com a nossa seleção brasileira!</p>
<p>Lembre-se que você pode participar da escolha das seis notícias que são destaque, basta deixar a sua sugestão nos comentários ou se preferir envie para os nossos canais de relacionamento. #omelhordomkt</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/05/news_omelhormkt.jpg" alt="" width="555" height="142" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>#1 &#8211; Google Marketing ganha nova edição</strong></p>
<p>O livro Google Marketing ganhou uma nova edição. Agora, a obra de Conrado Adolpho inclui a metodologia de Marketing e vendas para a web, “8 P’s do Marketing Digital&#8221;. A solução foi desenvolvida pela observação e pela experiência em marketing na web. Desta forma, Adolpho espera atender às necessidades [<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/5,14627,google-marketing-ganha-nova-edicao.htm" target="_blank"><strong>continue lendo</strong></a>]</p>
<p>Notícia publicada no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
<p><strong>#2 &#8211; Devassa pendura mulheres em edifícios durante a Copa</strong></p>
<p><strong></strong>No dia do primeiro jogo da seleção brasileira na Copa, a cerveja Devassa Bem Loura realizou ação inusitada na Av. Faria Lima, em São Paulo, com cinco mulheres descendo de rapel, às 11h30,  por um dos principais edifícios corporativos da cidade [<a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/devassa-bem-loura-pendura-mulheres-edificios-durante-copa-570897.html" target="_blank"><strong>continue lendo</strong></a>]</p>
<p>Notícia publicada no <a href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Portal Exame</a></p>
<p><strong>#3 &#8211; Itaú veicula anúncio em três dimensões</strong></p>
<p><strong></strong>Após apresentar em filme o novo conceito de suas agências, o <a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/itau1.shtml">Itaú</a> convida o público a conhecer o espaço remodelado em tour virtual 3D. Neste fim de semana, o banco lança o anúncio impresso com óculos que possibilitarão visualizar todos os ambientes das novas agências, em três dimensões [<a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/itau-veicula-anuncio-tres-dimensoes-571193.html" target="_blank"><strong>continue lendo</strong></a>]</p>
<p>Notícia publicada no <a href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Portal Exame</a></p>
<p><strong>#4 &#8211; Aos 30 anos, Post-it ainda é sinônimo de inovação</strong></p>
<p><strong></strong>Pedacinhos de papel que facilitam a vida dos consumidores. Essa é a ideia do Post-it, que este ano completa 30 anos de atuação global. No Brasil, a marca pertencente à 3M atua desde os anos 1980 e foca sua distribuição em escritórios e papelarias. Ao comemorar três décadas, a Post-it também investe em ações digitais para se aproximar dos consumidores [<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/1,14615,aos-30-anos-post-it-ainda-e-sinonimo-de-inovacao.htm" target="_blank"><strong>continue lendo</strong></a>]</p>
<p>Notícia publicada no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
<p><strong>#5 &#8211; Blog cria versão alternativa da Copa com cervejas</strong></p>
<p><strong></strong>O blog <a href="http://www.slashfood.com/2010/06/11/world-cup-beer/" target="_blank">Slash/Food</a> aproveitou a alta competitividade entre as marcas durante a <a href="http://portalexame.abril.com.br/topicos/copa-do-mundo1.shtml">Copa do Mundo</a> e criou uma versão alternativa da tabela de jogos. Analisando a tabela, a pergunta que surge é: ao final do campeonato, qual será a cerveja vencedora? [<a href="http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/blog-cria-versao-alternativa-copa-cervejas-569964.html" target="_blank"><strong>continue lendo</strong></a>]</p>
<p>Notícia publicada no <a href="http://portalexame.abril.com.br/" target="_blank">Portal Exame</a></p>
<p><strong>#6 &#8211; Itaú lança aplicativo móvel para empresas</strong></p>
<p><strong></strong>O Itaú lança mais um aplicativo para iPhone. A novidade é exclusiva para empresas, que poderão fazer sua gestão financeira de forma mais prática. Com a ferramenta, os usuários acessam o internet banking do celular, visualizam gráficos de pagamentos e de cobranças e contam com recursos multi-touch [<a href="http://www.mundodomarketing.com.br/5,14630,itau-lanca-aplicativo-movel-para-empresas.htm" target="_blank"><strong>continue lendo</strong></a>]</p>
<p>Notícia publicada no <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/" target="_blank">Mundo do Marketing</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Sua empresa na internet &#8211; 6 dicas de como planejar sua campanha on-line</title>
		<link>http://www.omelhordomarketing.com.br/sua-empresa-na-internet-6-dicas-de-como-planejar-sua-campanha-on-line/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 12:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[TV Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista concedida a Assessoria de imprensa da Agência Casanova, o Colunista Felipe Morais apresentou dicas valiosas sobre o que uma empresa tem que fazer antes de entrar no mundo digital. Além de conhecer e participar desse novo modelo de transformação é preciso interagir com seus clientes e acima de tudo, ter conteúdo. 1 - COMO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Em entrevista concedida a Assessoria de imprensa da <strong>Agência Casanova</strong>, o Colunista Felipe Morais apresentou dicas valiosas sobre o que uma empresa tem que fazer antes de entrar no mundo digital. Além de conhecer e participar desse novo modelo de transformação é preciso interagir com seus clientes e acima de tudo, ter conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 - COMO UMA EMPRESA QUE QUER FAZER PROPAGANDA NA INTERNET DEVE SE PLANEJAR?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Felipe Morais:</strong> Entender – mesmo que superficialmente – o que é Blog, Twitter, MSN, Orkut, Facebook. O ideal é que gestores de marca abram contas nessas redes e interajam. Os profissionais de agência já fazem isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Diariamente eu atualizo meu blog (plannerfelipemorais.blogspot.com) com notícias do mercado de marketing e comunicação digital, estou sempre no Twitter (@plannerfelipe)  lendo o que profissionais do mercado escrevem e indicam – e interagindo também &#8211; tenho perfis no Facebook, MSN e Orkut onde periodicamente acompanho o que acontece, participo de diversas comunidades de planejamento e marketing; tenho a minha própria rede para Planners Digitais (pedigital.ning.com) onde atualizo periodicamente também. Além disso, assino 10 newsletters do mercado, leio 5 a 6 sites por dia e 10 blogs, além de ver o que acontece de novidade no YouTube.</p>
<p style="text-align: justify;">Não acredito que os profissionais de marketing precisem ter essa iniciativa e serem profundos conhecedores de Internet, mas devem entender como tudo funciona para entender o que está sendo feito com suas marcas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os profissionais de agência, por outro lado, tem obrigação de serem ativos nas redes e na web, conhecer a fundo tudo, pois são eles os responsáveis por trabalhar efetivamente as marcas no ambiente digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Agências precisam entender como funciona a interação do usuário, no modo como ele pensa, age e consome a web. È um processo diferente do mundo físico. A mesma pessoa tem um comportamento em uma loja física, em um shopping por exemplo, e um outro no site de e-commerce da mesma loja.</p>
<p>As marcas devem analisar a Internet como uma grande plataforma de comunicação e não apenas como vendas. Vendas são importantes, acontecem, mas a Internet é muito mais do que isso, ela gera relacionamento, conversas, interatividade; as marcas também devem ter o conhecimento que na Internet o usuário é mais exigente, pois tem muito acesso a muita informação. As agências devem ser parceiras nesse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na web o usuário pode pesquisar mais, entender mais sobre marcas e produtos, conversar com outros usuários sobre aquela marca, entrar em comunidades e ver reclamações, ler blogs que comparam produtos, algo que no mundo físico ele só tem como referência um vendedor comissionado por vendas e que em muitas vezes participa de algum programa de relacionamento de uma marca onde ele ganha um extra se vender aquela determinada marca, logo, ele não vai oferecer ao cliente o que ele precisa e sim o produto que gerar mais lucro para ele. Na web isso não acontece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>02 &#8211; ALÉM DE BUSCAR PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS QUAL DEVE SER A PREOCUPAÇÃO DELA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FM:</strong> As marcas devem buscar agências e profissionais especializados em web, que é uma linguagem diferente do mundo offline, físico.</p>
<p style="text-align: justify;">A preocupação principal que as marcas devem ter é que o consumidor agora é um prossumidor, ou seja, ele produz conteúdo e publica isso quando quer. As ferramentas estão ai gratuitas e disponíveis para qualquer um que tenha acesso a web, seja esse acesso de onde for.</p>
<p style="text-align: justify;">Não atender o cliente da forma como ele espera ou se o produto tiver defeito, isso vai gerar conteúdo em Redes Sociais que vai prejudicar a imagem da marca; os consumidores até aceitam erros das empresas, mas se esses erros não forem rapidamente solucionados, ele vai expor sua experiência onde desejar e ai fica difícil reverter a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes você era mal atendido em uma loja e falava para 4 ou 5 pessoas ao seu redor. Hoje você falara para 300 amigos no Orkut, 400 seguidores no Twitter, 80 pessoas que acessam seu Blog, 250 amigos no Facebook, 1.000 pessoas que viram o seu vídeo no YouTube falando mal daquela marca ou produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Há o case da <strong>GOL Linhas Aéreas</strong> que atendeu mal a um cliente. Esse publicou sua péssima experiência com a marca em seu blog. Em pouco tempo, quando se procurava “passagens aéreas” o blog do cliente insatisfeito ficou acima do site da GOL; como profissional de planejamento, eu imagino não apenas como isso prejudicou a marca na web, mas quanto isso gerou de prejuízo a empresa, que vende 80% das suas passagens via web.</p>
<p style="text-align: justify;">Não basta as agências e profissionais fazerem um trabalho impecável se a marca não tratar seus clientes bem, se não oferecer a eles produtos que prometem e se não resolverem rápidos seus problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas gostam de falar e ser ouvidas. A web 2.0 potencializou isso!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; COMO SER EFICIENTE E ATINGIR O PÚBLICO-ALVO?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FM:</strong> Sendo relevante. As pessoas acessam a web atrás de conteúdo!<br />
Acessam o UOL para saber sobre o que está acontecendo no mundo; o Lancenet para saber notícias sobre seu time; Orkut para ver o que seus amigos estão dizendo e assim por diante. Ninguém acessa a web por hobby e sim por um objetivo de navegação.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as pessoas acessam a um site de uma marca é porque querem conhecer mais da marca e produtos; costumo comparar a web e mídia tradicional da seguinte forma:<br />
Quando estamos assistindo a uma novela, estamos ali para ver os atores em ação. Em determinado horário, a novela pára e entra uma sequência de comerciais que eu não quero ver, mas sou obrigado. Na web, quando eu entro em um site de uma marca X, eu liguei meu computador, abri meu browser e acessei o site (seja acesso direto, quando eu digito a URL da marca ou via Google). Ou seja, eu estou altamente interessado naquela marca ou em produtos dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo não basta mais os tradicionais textos enormes de “quem somos” ou “conheça nossos produtos” as pessoas querem saber mais da empresa: como usar aquele(s) produto(s), querem tirar dúvidas, dicas de uso, assistência técnica, um SAC que funcione, enfim, querem interagir com a marca mesmo depois da compra.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha visão de planejamento digital, eu acredito que as marcas se relacionam com o consumidor até a compra, depois o jogam de lado. Similar a uma rede de Fast Food, como o <strong>Mc Donalds</strong>, onde depois que você compra o produto, o caixa lhe manda para o canto e atende ao próximo, rezando para que você saia logo dali.</p>
<p style="text-align: justify;">Na web o relacionamento do <strong>pós-venda</strong> é importante, pois se o consumidor tiver qualquer dúvida sobre o produto adquirido, tenha certeza que o site é a sua primeira fonte de referência. Se não tiver nada ali, o consumidor vai buscar um SAC, revenda, lojas, mas tendo no site, com certeza a experiência para esse consumidor será muito mais valiosa, até mesmo em fidelização, algo muito buscado pelas marcas, pois o “boca-a-boca” ainda é a estratégia mais eficiente e as Redes Sociais potencializaram essa estratégia em um nível fora de controle, que pode ser boa ou ruim, depende da marca e sua atuação junto a consumidores e web.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; DIGAMOS QUE UMA EMPRESA QUE JÁ EXISTA HÁ DEZ ANOS, TEM UM SITE INSTITUCIONAL E UM 0800, MAS QUER ATUAR MAIS FORTEMENTE EM OUTRAS FRENTES COMO DEVE PROCEDER?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FM:</strong> Redes Sociais. Vivemos em um país altamente apaixonado pela Internet, que é o Brasil, e as Redes Sociais são responsáveis pelo crescimento de usuários. Já somos o país que mais acessa Google, Orkut, YouTube e MSN e recentemente pulamos de 5º (Novembro) para 2º (Janeiro) no Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas estão nas redes pois querem falar e serem ouvidas, por isso, cada vez mais há uma grande exposição nas comunidades, onde as marcas podem conhecer mais sobre seus clientes; além disso, usar as Redes como forma de relacionamento é algo muito interessante, desde que seja democrático e deixe que o usuário possa elogiar e reclamar também da empresa e que essa possa gerar uma conversa com esses usuários tentando sempre melhorar seus serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta querer fugir das Redes. Se a marca não quer entrar no Orkut, ela não tem mais escolha pois seus consumidores já a colocaram lá. Ela tem que saber como agir, e mais uma vez o papel da agência como parceira nessa ação é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">As marcas devem sim, monitorar o que estão falando delas nas Redes, mas não apenas monitorar como também agir!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; O QUE ELA DEVE ENTENDER DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL ANTES DE PENSAR EM CONTRATAR UMA AGÊNCIA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FM:</strong> O planejamento estratégico digital acompanha o planejamento da marca assim como as agências tradicionais o fazem; Há décadas os clientes montam seu plano de marketing e passam a suas agências que se encarregam de montar o plano de comunicação para atingir os objetivos de marketing do cliente. No mundo digital, isso não é diferente, aliás, ele é complementar.</p>
<p style="text-align: justify;">A agência digital é um braço de apoio para a marca que foca em melhorar o negócio do cliente como um todo, usando a web como plataforma.</p>
<p style="text-align: justify;">No meu livro (Planejamento Estratégico Digital – Ed. Brasport) eu explico o conceito de Planejamento Estratégico Digital, que nada mais é do que construir e preservar uma marca no ambiente digital, respeitando o DNA do meio, respeitando o consumidor e gerando uma conversa honesta e sincera entre as partes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>06 &#8211; EM UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIGITAL PODEMOS ENGLOBAR REDES SOCIAIS, KINDLE, TV DIGITAL, PODE SE PROPOR UMA CONVERGÊNCIA DESSAS MIDIAS COM AS TRADICIONAIS?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FM:</strong> Com certeza! Aliás não só pode como deve!<br />
Hoje as marcas e agências devem estar preocupadas em presença digital. Um site todo mundo tem, mas é preciso saber trabalhar esse site e para isso o conceito de presença digital é fundamental. O site é apenas a ponta do Iceberg na comunicação digital e não todo o iceberg, entretanto, levar o consumidor para um site sem conteúdo ou que esse conteúdo permaneça desatualizado é outro grande erro.</p>
<p style="text-align: justify;">O consumidor não está no site das marcas, ele está no Orkut, no<strong> iPhone</strong>, no Twitter ou no <strong>Nintendo Wii</strong>, e em breve também estará no Kindle e TV Digital que ainda engatinha no Brasil. O consumidor interage com as marcas, baixa aplicativos no seu iPhone ou joga um game da marca, ele quer inovação, está cansado do comercial de 30 segundos no <strong>Jornal Nacional</strong>, se ele quer ver esse filme, ele vai no YouTube e assiste, mas ele quer inovação, ele quer uma ação de Realidade Aumentada, um QRCode em uma lata de refrigerante, um ação onde ele tem que enviar um SMS para concorrer a um grande prêmio.</p>
<p style="text-align: justify;">As mídias devem convergir sim, aliás isso já acontece. Há celulares que o usuário assiste TV e acessa a web, o computador via Skype faz ligações, o que antes só era feito com um telefone, o seu MP3 player baixa músicas da web com uma conexão Wi-Fi, até máquinas digitais já fotografam e enviam a foto para o Picasa ou Flirck (programas de álbum de fotos do Google e Yahoo! respectivamente), algumas filmam e mandam para o <strong>YouTube</strong> apenas apertando um botão.</p>
<p style="text-align: justify;">O Kindle vai acessar a web, assim como hoje já é possível via celular, aliás,hoje você pode ter um aplicativo do Kindle no iPhone e ler e-books.</p>
<p style="text-align: justify;">A<strong> TV Digital</strong> vai permitir que o usuário compre – via e-commerce – uma camisa que o ator da novela está vendo, isso sem falar nas geladeira que acessaram a web e permitirão que a dona de casa acesse uma receita de um site X e faça na cozinha. Soube de uma feira de tecnologia em 2009 que uma empresa mostrou um caderno com duas telas, similar a um Kindle. Em uma tela o aluno escreve em outra ele acessa a web para pesquisas tudo touch screen (grande evolução que o iPhone e iPod Touch trouxeram)</p>
<p style="text-align: justify;">A Internet não é mais futuro, é presente. As marcas precisam cada vez mais se atualizarem para aderir a esse mundo, pois seus consumidores já estão imersos nas novas tecnologias, estão sempre atrás de mais e cada vez mais a Internet faz parte das suas vidas.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Apple: A marca elimina a necessidade da presença nas redes sociais?</title>
		<link>http://www.omelhordomarketing.com.br/apple-a-marca-elimina-a-necessidade-da-presenca-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 16:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos lá a mais um post da série Branding 2.0. A marca escolhida foi a Apple, uma empresa que, curiosamente, não possui presença em redes sociais. Não vinda da empresa, pelo menos: seus fãs fazem isso por ela. A história da maçã começa com dois garotos em um dormitório de faculdade: Steve Jobs e Steve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Vamos lá a mais um post da série <strong>Branding 2.0.</strong> A marca escolhida foi a <strong>Apple</strong>, uma empresa que, curiosamente, não possui presença em redes sociais. Não vinda da empresa, pelo menos: seus fãs fazem isso por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">A história da maçã começa com dois garotos em um dormitório de faculdade: <strong>Steve Jobs</strong> e <strong>Steve Wozniak</strong> faziam parte de um grupo que montava seus próprios computadores de forma artesanal, e criaram o <strong>Apple I</strong>, projeto de um computador bastante avançado para aquele ano de 1976. A ideia de Jobs e Wozniak era simples e nobre: levar o poder da computação para dentro da casa das pessoas. Ainda assim, o projeto foi recusado por empresas como a Atari e a HP.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois veio o Apple II, e dali em diante, a empresa apostou fortemente na interface gráfica e mouse, ideia “emprestada” da empresa <strong>Xerox.<br />
</strong><br />
Mesmo com grandes inovações, a Apple possuía um grande problema: seus computadores eram bem mais caros que os concorrentes. Mas toda a experiência que a empresa adquiriu nesse tempo serviu como base para o <strong>Macintosh</strong>, em 1984, que trazia o sistema operacional Mac OS 1.0, responsável por popularizar a interface gráfica.
</p>
<p style="text-align: justify;">O Macintosh, além de inovações nos produtos, traz inovações no marketing da empresa. O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Zzo7H1WSn9o" target="_blank">comercial “1984”</a> foi veiculado no intervalo do SuperBowl, e é uma grande metáfora para a liberdade, com o Grande Irmão (do livro 1984, de George Orwell) simboliza a IBM.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1985, a empresa demitiu Steve Jobs, e os computadores da Apple perderam seu brilho. No final de 1996, a Apple resolveu comprar a NeXT, a empresa que Steve Jobs tinha construído e estava indo muito bem.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de então, a Apple surpreende seus consumidores a cada dia, com produtos inovadores e tecnologia de qualidade, e com lançamentos ansiosamente aguardados pelos fãs: assim surgiram o iPod e o iTunes, que revolucionaram a música e colocaram a Apple novamente em evidência, e mais recentemente, o<strong> iPhone</strong>, que vendeu mais de 1 milhão de unidades em apenas 74 dias.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1350" title="evolucao apple" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/apple.jpg" alt="evolucao apple" width="586" height="157" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual o segredo da Apple, afinal?</strong><br />
Pergunte a especialistas em marketing e propaganda e todos dirão a mesma coisa: a Marca. Entre as décadas de 80 e 90, foi John Sculley, executivo de Marketing da Pepsi, quem aumentou o orçamento de comunicação da Apple de U$15 milhões para U$100 milhões.
</p>
<p style="text-align: justify;">“As pessoas falam da tecnologia, mas a Apple é uma empresa de marketing”, disse Sculley ao jornal <em>The Guardian</em>, em 1997.</p>
<p style="text-align: justify;">Marc Gobe, autor de Emotional Branding, diz que “sem a marca, a Apple estaria morta”, se referindo à crise que a empresa enfrentou de 1985 a 1995. “Apple é sobre imaginação, design, inovação. Vai além do comércio. Essa empresa deveria estar morta há 10 anos”.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Gobe, as marcas emocionais tem 3 características em comum:<br />
1. A empresa projeta uma cultura corporativa humanística e ética;<br />
2. A empresa tem uma comunicação visual e verbal única, expressa no design dos produtos e na propaganda;<br />
3. A empresa estabelece uma conexão emocional com seus clientes.
</p>
<p style="text-align: justify;">Naomi Klein, autora de Sem Logo, argumenta que empresas como a Apple não vendem produtos. Vendem marcas, que evocam as esperanças, sonhos e aspirações das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O vídeo “1984” deu início a uma campanha de marca que retratou a Apple como um símbolo da contracultura: jovem, rebelde, criativa. Charles Pillar, colunista do Los Angeles Times, disse que “a quase ‘fé espiritual’ que os fãs tem com o Mac não foram apenas uma resposta espontânea a uma criação sublime. Foram uma resposta a um estratagema de marketing pensado para vender computadores mais caros que os concorrentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é difícil perceber isso. Quando se vendem valores e ideias acima de produtos, o preço deixa de influenciar a compra. Basta olhar para marcas como Harley-Davidson e Ferrari, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E quanto às mídias sociais?</strong><br />
De vez em quando, a Apple surpreende ao tomar atitudes antipáticas contra seus fãs. <a href="http://techbits.com.br/2006/podcast-marca-registrada-da-apple/" target="_blank">Já quiseram processar blogueiros por divulgar rumores dos produtos, e enviaram uma notificação a um site por usar a palavra podcast no logo.<br />
</a><br />
O fato é que, mesmo sendo a empresa que popularizou o podcasting, a Apple dispensa as mídias sociais, chegando a desencorajar seus funcionários a blogarem. Jay Moonah, do podcast <a href="http://mediadriving.com/2008/04/29/episode-10-do-seth-godin-and-apple-and-their-fans-screw-up-the-conversation/" target="_blank">Media Driving</a>, discute porque marcas como Apple e gurus como Seth Godin não são atacados por não estabelecerem relacionamentos nas redes sociais.
</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas acreditam que é porque a Apple não precisa, já que tem um “exército” de fãs que faz isso por ela, até melhor do que ela poderia fazer. O foco da Apple está em criar uma experiência fantástica para o usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">O blogueiro <a href="http://davefleet.com/2008/05/why-apple-doesnt-need-social-media/" target="_blank">Dave Fleet </a>questiona: &#8220;Quando sua marca é forte, por que se arriscar a usar táticas que poucos tentaram&#8221;?</p>
<p style="text-align: justify;">A meu ver, pra justamente ser inovadora, como tudo o que a Apple já faz. Qual o usuário que não gostaria de ter acesso àquelas pessoas? Eu acredito que isso iria apenas aumentar a admiração dos fãs com a marca.</p>
<p style="text-align: justify;">E você, o que acha? A Apple deve entrar nas mídias sociais ou não? Deixe sua opinião aí nos comentários.</p>
<p style="text-align: justify;">E para o próximo post? Qual será a marca escolhida? Vote <a href="http://twtpoll.com/7pahmi" target="_blank">aqui.</a></p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://www.wired.com/gadgets/mac/commentary/cultofmac/2002/12/56677" target="_blank">Revista Wired</a><br />
<a href="http://www.baixaki.com.br/info/2114-a-historia-da-apple-a-marca-da-maca.htm" target="_blank">A história da Apple: A marca da maçã</a><br />
<a href="http://www.brainstorm9.com.br/2004/03/15/1984-uma-lenda/" target="_blank">1984 – Uma lenda</a><br />
<a href="http://davefleet.com/2008/05/why-apple-doesnt-need-social-media/" target="_blank">Por que a Apple não precisa de Social Media?</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Zzo7H1WSn9o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Zzo7H1WSn9o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Classe C crescendo na Web</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Classe C]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que agora vai? Moramos no Brasil. País onde cerca de 70% da nossa população está na Classe C. A classe C é a classe média, ganha cerca de 3,5 mil reais por mês, mora em imóveis quase sempre próprios, estão nas principais regiões do país; por mais que a classe AB tenha mais poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><strong>Será que agora vai?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Moramos no Brasil. País onde cerca de 70% da nossa população está na Classe C.<br />
A classe C é a classe média, ganha cerca de 3,5 mil reais por mês, mora em imóveis quase sempre próprios, estão nas principais regiões do país; por mais que a classe AB tenha mais poder aquisitivo, a classe C consome mais. Caberia aqui um trocadilho Classe C de Consumo? Sim acho que caberia.
</p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que as classes AB sejam aproximadamente 10% da população brasileira, estimada em 190 milhões de pessoas, ou seja, enquanto as classes com maior poder aquisitivo representam 19 milhões de pessoas, com maior incidência nas regiões sul e sudeste, a classe C possui quase 133 milhões de pessoas, e estão presentes em todo o território nacional, logo é sim a classe que mais consome no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Os departamentos de marketing das grandes empresas, e aqui digo de empresas que produzem produtos voltados para todas as classes como refrigerantes, sorvetes, alimentos, roupas, celulares, computadores, canetas, entre outros, estão cada vez mais pesquisando e tentando entender a classe C, seus hábitos, costumes, desejos e ambições.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de uma pessoa não ter dinheiro para comprar uma Ferrari, não significa que ela não tenha o desejo aspiracional de possuir uma; e se essa pessoa hoje é uma pessoa de classe C, mas é um talento e em 5,10 anos, se torna diretor ou presidente de uma empresa multinacional? Um caso em 1 milhão, ok, mas dentre 1 milhão de Gols e Palios vendidos, quantas Ferraris são?</p>
<p style="text-align: justify;">Além da recente política econômica, que contribuiu para o crescimento do consumo de produtos no país, o que eu particularmente chamo de “efeito Casas Bahia” ajudou também.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior loja de varejo do país – e diga-se de passagem do mundo – é uma loja voltada para as classes CD, que não tinham como comprar produtos de alto valor agregado como por exemplo uma TV LCD de 42 polegadas por 4 mil reais; agora tem, graças ao “carnê” que possibilita que essa TV seja paga em 24, 30 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que os juros sejam altíssimos e o consumidor pague o dobro pela TV, pouco importa, ele deseja ter o produto. E achou a possibilidade de tê-lo. Antes a indústria automobilística já fazia esses “carnês” e comprávamos carros. Porque não TVs, Geladeiras, iPhones, Notebooks?</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, a classe C está consumindo mais e digamos melhor. Antes, a prestação de 400 reais por mês, comprava-se um Chevrolet Corsa em 36 meses. Hoje se compra um Chevrolet Vectra em 72 meses!</p>
<p style="text-align: justify;">Pagava-se 10X de 100 reais e comprava-se um Motorola A1200i; hoje paga-se 24X de 100 reais e você sai da Vivo com um iPhone, um dos objetos mais desejados do mundo!</p>
<p style="text-align: justify;">Andar de Vectra, ter um iPhone há 10 anos atrás era “coisa de rico”. Hoje uma pessoa que ganha 3 mil reais por mês, pode ter e com isso estar inserido no mundo dos ricos, ou melhor, da classe A brasileira. E quem não quer crescer pessoal e profissionalmente?</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo capitalista que vivemos, ter objetos de alto valor e desejo – mesmo que pagando em 70 meses – faz com que a pessoa seja percebida de forma diferenciada pela sociedade. E ela gosta disso, logo, quanto mais ela é admirada, mais ela quer consumir e cai nos desejos da moda, como por exemplo comprar um MacBook pelo triplo do preço de um Sony para mexer no Office, apenas para dizer: Eu tenho um Mac!</p>
<p style="text-align: justify;">Diante a esse cenário, as marcas começaram a olhar melhor para a web, e por quê?<br />
Porque a classe C entrou de vez no mundo digital. Mais uma vez, vamos a valores:<br />
Há 10 anos atrás, ter internet banda larga era cara. Hoje por 29,90 você tem Net Virtua de 1 mega! Computadores custavam cerca de 4 mil reais. Hoje com 890 reais no Extra você compra um bom computador, e ainda pagando em 15X de 60 reais, se quiser pagar um pouco mais caro, compra um Notebook por 15X de 89 reais.
</p>
<p style="text-align: justify;">Esse efeito gerou uma “inclusão digital” e a classe C está entrando não apenas em sites, mas em Twitter, Orkut, Facebook, está montando seus blogs, está postando e assistindo vídeos no YouTube, está pesquisando no Google, pesquisando preços no Buscapé, comprando no Mercado Livre. Estão aderindo a web 2.0, logo, as marcas devem começar a olhar mais profundamente para sua presença digital!</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos entender melhor o porquê olhar com outros olhos para a classe C, que obviamente não tem o mesmo poder aquisitivo de uma classe A ou B, mas que consome muito mais do que eles:</p>
<p style="text-align: justify;">•    Cerca de 80% da classe C, diz que “não consegue viver sem computador e internet”<br />
•    Entre os casais mais jovens, 44% se declaram dependentes da tecnologia<br />
•    61% dos entrevistados consideram a tecnologia algo que contribui para o bem-estar da família.<br />
•    Dos pais entrevistados, 83% estão empenhados em fazer a tecnologia chegar aos seus filhos e sentem-se responsáveis por esta tarefa<br />
•    Entre os itens tecnológicos mais desejados pela classe C estão TV de plasma (68%) e o celular com câmera (66%).
</p>
<p style="text-align: justify;">Esse efeito fez com que em 2 anos, o Brasil pulasse de 23 milhões de internautas para 65 milhões segundo o Ibope. E as marcas precisam aprender a trabalhar com esse novo movimento. Internet já é a 2ª maior mídia de massa do país, perdendo apenas para a TV. E por pouco tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em meu livro, Planejamento Estratégico Digital, eu abordo esse tema, de como as marcas precisam se reinventar e começar a trabalhar mais na web, o branding digital é importantíssimo e não apenas para vendas, como muitos pensam.</p>
<p style="text-align: justify;">Internet é muito mais do que isso, é relacionamento, é conteúdo e informação. Se a pessoa entra na web é porque alguma coisa eles estão buscando, senão, o Google não seria o site mais acessado no mundo, com mais de 31 bilhões de pesquisas/mês. Cabe aos planners digitais – e é aqui que eu me encaixo perfeitamente – saber o que as pessoas querem X o que as marcas tem a oferecer!</p>
<p style="text-align: justify;">Foco novamente no crescimento da classe C, porque essa tem que ser ouvida, afinal, se pensarmos em estatísticas, é mais fácil um produto ter sucesso sendo oferecido para 133 milhões de pessoas do que para 19, certo? Estou – claro – me referindo a produtos de massa, o que são a grande maioria do vendidos no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu desejo é que as marcas comecem a olhar a web de outra forma. Não apenas em vendas, vendas e vendas, mas em relacionamento, comunicação focada, segmentação, regionalização e principalmente em conversar com o consumidor de igual para igual. Quem sabe com a “invasão” da classe C, pessoas que só pensam em números não se motivem a estar na web e comecem a planejar ações. Que comece com vendas, ok,mas que eles entendam mais sobre o que é web.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não entendem, entreguem as contas nas mãos de agências digitais que entendam. E agências, pensem em ROI para o cliente e não em BV para o seu departamento financeiro!</p>
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