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	<title>O Melhor do Marketing &#187; Marca</title>
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	<description>Somos apaixonados por marketing. Você também é?</description>
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		<title>Sherlock Holmes e a narrativa transmídia</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Robert Downey]]></category>
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		<description><![CDATA[“Temo que o Sr. Sherlock Holmes possa se tornar um desses tenores populares que, tendo sobrevivido ao seu tempo, segue receptivo à ideia de fazer sucessivas despedidas às suas indulgentes plateias”. É com essa frase que Sir Conan Doyle começa o prefácio de The Case-Book of Sherlock Holmes, penúltimo livro (reunião de contos) lançado sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify"><em>“Temo que o Sr. Sherlock Holmes possa se tornar um desses tenores populares que, tendo sobrevivido ao seu tempo, segue receptivo à ideia de fazer sucessivas despedidas às suas indulgentes plateias”.</em></p>
<p style="text-align: justify">É com essa frase que Sir Conan Doyle começa o prefácio de <em>The Case-Book of Sherlock Holmes</em>, penúltimo livro (reunião de contos) lançado sobre o personagem. Doyle se espantou com o fascínio que as histórias de Holmes exercem sobre o público, e tentou criar outras obras relevantes. Afinal, o que tanto nos atrai nas histórias de mistérios?</p>
<p style="text-align: justify">Não é meu papel aqui responder a essa pergunta, mas gosto de deixar aberto para que todos os leitores do O Melhor do Marketing respondam, e participem do debate.</p>
<p style="text-align: justify">Meu papel aqui é mostrar como a associação de um personagem/marca com os mistérios consegue envolver as pessoas, gerar a identificação e fazer com que desejemos participar cada vez mais da construção de uma história.</p>
<p style="text-align: justify">Estou lendo “<a href="http://culturadaconvergencia.com.br/">Cultura da Convergência</a>”, de Henry Jenkins, que analisa como a convergência é, mais do que tecnológica, social e cultural. Jenkins propõe a <em>narrativa transmídia</em> como a grande revolução na comunicação de entretenimento. É o caso de <em>Lost</em> e <em>Heroes</em>, por exemplo, duas séries que expandem os mistérios para outros meios além da TV, que envolvem o público na (re)construção das histórias.</p>
<p style="text-align: justify">Sherlock Holmes faz isso há mais de um século. O fascínio pela obra de Doyle levou milhares de pessoas a estudarem o personagem, a recontarem sua história, e com a internet, isso tomou proporção mundial.</p>
<p style="text-align: justify">E agora vem o filme, com direção de Guy Ritchie, e com Robert Downey Jr. no papel do detetive mais famoso do mundo, e Jude Law como seu fiel “escudeiro” Watson. Também não quero fazer aqui uma resenha do filme, e sim falar sobre as ações online do filme.</p>
<p style="text-align: justify">Percebendo a importância dos <em>social games</em>, a Warner Bros. criou para o filme um jogo de mistérios <em>multiplayer</em> com integração com o Facebook, o <a href="http://www.221b.sh/">221B</a>. O jogo pode ser jogado preferencialmente em dupla (Holmes e Watson), ou caso a pessoa prefira, sozinho. A ideia é desvendar mistérios, e o jogo utiliza Inteligência Artificial, que reconhece um grande número de questões que potencialmente serão feitas pelos jogadores. Assim, você não tem a sensação de conversar com o computador e os personagens respondem de uma forma mais humana.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1359" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sherlockfacebook-300x226.jpg" alt="221B - game online de Sherlock Holmes" width="300" height="226" /></p>
<p style="text-align: justify">Além disso, o jogo possui um roteiro dividido em capítulos, que leva os jogadores até o início da primeira cena do filme. É a narrativa transmídia aparecendo, dando continuidade à história em diferentes meios, com diferentes características, em vez de simplesmente repetir o mesmo discurso.</p>
<p style="text-align: justify">Uma boa ação também foi a criação de um tema para o TweetDeck, <em>client</em> da Adobe Air para o Twitter. O <strong>TweetDeck Telegram Co.</strong> possui, além das funcionalidades normais do aplicativo, colunas dedicadas ao game 221B e de pesquisa por hashtags relacionadas ao filme.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1360" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sherlock_deck-300x199.jpg" alt="TweetDeck - Sherlock Holmes" width="300" height="199" /></p>
<p style="text-align: justify">Enfim, ótimas formas de se chegar ao público. “Elementar, meu caro Watson*”, os grandes da indústria de entretenimento já perceberam como proporcionar uma possibilidade grande de interação e de imersão na atmosfera misteriosa da história e da marca. Aliás, Sir Conan Doyle já havia percebido isso há mais de um século.</p>
<p style="text-align: justify">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify">* A frase “<strong>Elementar, meu caro Watson</strong>” foi criada no teatro, e mesmo que conste em algumas traduções, como a do <em>Um Estudo em Vermelho</em> da Martin Claret de 2001, não existe no original da obra, tendo sido popularizada pelas adaptações das aventuras.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">E aí? Qual a marca que você quer ver no próximo post da série? <a href="http://twtpoll.com/u2448l" target="_blank">Clique aqui e vote!</a></p>
<p style="text-align: justify">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Fontes:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.brainstorm9.com.br/2010/01/05/221b-a-inteligencia-artificial-do-game-online-de-sherlock-holmes/">221B: A inteligência artificial do game online de Sherlock Holmes</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/12/23/tweetdeck-do-sherlock-holmes/">TweetDeck do Sherlock Holmes</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sherlock_Holmes">Sherlock Holmes – verbete da Wikipedia</a></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">&#8211;</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Comunidades sobre Sherlock Holmes:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.sherlockbrasil.com/">Sherlock Brasil</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://221bakerstreet.org/">221BakerStreet.org</a></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.sherlock-holmes.org.uk/">The Sherlock Holmes Society of London</a></p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px;height: 15px"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/c4e6f5e1-b2d1-4709-962f-66be9cdad01c/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none;float: right" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=c4e6f5e1-b2d1-4709-962f-66be9cdad01c" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"></span></div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Responsabilidade Social continua sendo bola da vez</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Balanço social, venda da pizza, campanha do agasalho. Iniciativas que a maioria das organizações apóia e desenvolve sob o título de Ações de Responsabilidade Social. O ‘boom’ das mídias sociais encobriram um pouco o tema, mas sim, Responsabilidade Social ainda é a bola da vez.   Esse é um mercado delicado quando falamos e sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Balanço social, venda da pizza, campanha do agasalho. Iniciativas que a maioria das organizações apóia e desenvolve sob o título de <strong>Ações de Responsabilidade Social</strong>. O ‘boom’ das mídias sociais encobriram um pouco o tema, mas sim, Responsabilidade Social ainda é a bola da vez.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1138" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2009/11/sustentabilidade.jpg" alt="" width="231" height="185" /></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um mercado delicado quando falamos e sua parceria com o segundo setor. As empresas querem investir no segmento com foco no negócio, no marketing, esquecendo-se que, muitas vezes a demanda não é essa. Grande erro de briefing.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, a parceria entre segundo e terceiro setor é importante, desde que agregue mais que exposição da marca, mais que prêmios e troféus. Vemos grandes empresas realizarem gigantescas campanhas da sopa, direcionada ao inverno, por exemplo. Alguém lembra que moramos <em>‘num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza’?</em></p>
<p style="text-align: justify;"> Já que o marketing é o ponto de partida para ações socialmente responsáveis, nos atentemos à escolha do público-alvo de forma correta, façamos um planejamento de mídia levando em conta fatores internos e externos para que seja,os motivo de chacota no meio de quem, de fato, entende do assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Falamos de desenvolvimento humano, de sustentabilidade, das 8 metas do milênio, ninguém e nenhuma entidade não governamental sobrevive de ações pontuais. O sabor é bom, mas acabar tudo em pizza, literalmente não é a solução.<br />
Já dizia <strong>Karl Marx</strong>  <em>“Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência.”</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>A queda do imperador</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 12:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eis que essa semana, entre todas as possibilidades de notícias que a imprensa tem para dar, a que mais chama atenção é David Latterman assume casoS extra.conjugais. Duas observações, sim o S maiúsculo é de propósito, não isso não é um texto sobre celebridades. É um texto sobre reputação. Como diz Goulart de Andrade, repórter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Eis que essa semana, entre todas as possibilidades de notícias que a imprensa tem para dar, a que mais chama atenção é <strong>David Latterman</strong> assume casoS extra.conjugais. Duas observações, sim o S maiúsculo é de propósito, não isso não é um texto sobre celebridades. É um texto sobre reputação.</p>
<p style="text-align: justify;">Como diz Goulart de Andrade, repórter dos programas da madrugada, vamos entender isso “Vem comigo”</p>
<p style="text-align: justify;">David Latterman é um dos apresentadores mais renomados e bem pagos dos EUA e sim, por incrível que parece que atingiu esse patamar trabalhando, construindo uma imagem, assim como as empresas, criando valor à sua marca. Podemos exemplificar inúmeros casos de empresas que, assim como o apresentador, ‘escorregaram’ e deixaram aquele arranhão permanente na imagem porque brasileiro tem memória curta para varas coisas, menos quando o assunto é imagem. Quem não se lembra do caso da Schinn onde os donos eram presos por lavagem de dinheiro, o caso <strong>Bill Clinton</strong>, do <strong>Speedy</strong> da <strong>Telefônica</strong> (venda suspensa por falta de qualidade) e tantos outros&#8230;.</p>
<p style="text-align: justify;">É disso que estamos falando, da importância da marca, da reputação do trabalho incessante para gerar credibilidade e por conseqüência fidelidade por parte dos clientes, estejamos nós falando de pessoas ou produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">“As marcas se expressam (&#8230;)O objetivo é estabelecer uma conexão, e se esta for emocional, tanto melhor”*</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom slogan já não segura consumidor, eleitor, cliente&#8230;. não basta <strong>“Just do It”,</strong> ou “Porque você vale muito” a marca se sustenta pela história, por meio das ações demonstradas perante o mercado e a sociedade. Se não fosse assim, não teríamos campanhas em massa para que as empresas atuem de forma socialmente responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso é de extrema importância que a comunicação esteja alinhada com a estratégia da empresa, mas que seja também um braço no momento da construção da marca. Para dar sustentabilidade, para aplicar as técnicas necessárias, para coordenar o gerenciamento de crise quando necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">E sua empresa? Anda prezando pela marca que construiu? Valorizando os representantes dela? Gerando crédito? O preço por um mau cuidado é alto, o preço pelo ‘arranhão’ é alto. Sua empresa pensa nisso? No valor da marca?</p>
<p style="text-align: justify;">Como não podia deixar de ser, terminamos com uma pergunta: e sua empresa? “Quer pagar quanto”????</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Referência do livro Signos da Narca de Clotilde Perez</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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