Li uma reportagem no Máquina do Esporte sobre o naming right da Fórmula Indy no Brasil que me chamou atenção para escrever. Segundo ela, os jornais Folha de S.Paulo, Estadão e O Globo, não citaram devidamente o naming right do evento, que por questões contratuais se chamou Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé.
Quando uma marca entra oficialmente em uma Rede Social ela precisa entender alguns pontos: primeiro que se não entrar oficialmente, alguém vai colocá-la lá e responder por ela, mesmo que não oficialmente. Segundo, que esse é um caminho sem volta. Redes Sociais estão ai há tempos, as digitais há menos tempo, mas cada vez mais pessoas estão aderindo a Facebook, Orkut, Hi-5, Sonico e acho muito difícil, alias diria impossível, que essa onda de Redes Sociais digitais um dia acabe.
Uma pergunta corriqueira para os profissionais de marketing é: “Quem é o consumidor 2.0? O que faz, o que gosta, o que deseja e como compram?” São dúvidas que vem crescendo a cada dia, ainda mais quando esse consumidor está cada vez mais presente no cotidiano das marcas.
No último domingo teve início a temporada 2011 da Fórmula 1. No ano passado, Sebastian Vettel, da Red Bull, se sagrou campeão e sua escuderia foi a campeã do mundial de construtores também.
Qual deve ser o objetivo de uma ação publicitária? Talvez alguém da “velha guarda” diga: VENDER! Pois está errado. Hoje apenas vender não é o suficiente. Em meio a tantos produtos, tantas marcas, tantos rótulos, a publicidade precisa fazer mais. Deve gerar expectativas, criar sensações, estimular experiências, e a venda, digo mais, a paixão por uma marca, serão conseqüências disso tudo.
No domingo, Texas recebeu o maior evento esportivo do mundo e ícone do marketing esportivo. O novo estádio do Dallas Cowboys, orçado em 1.2 bilhões de dólares e com capacidade que ultrapassa os 100 mil pagantes, foi palco do Super Bowl XLV. Quem esteve no estádio, pagou algo entre 1.5 mil a 20 mil dólares. (mais…)
Ele está nos pés dos nerds de The Big Bang Theory. Kramer, de Seinfeld, e Punky Brewster também já usaram, cada pé de cada cor. James Dean, Bruce Springsteen, Kurt Cobain e Eddie Van Halen também viviam com os seus. O que começou como um tênis de lona e sola de borracha para jogadores de basquete entrou de vez para o lifestyle rock n’roll e se tornou um ícone pop.




