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	<title>O Melhor do Marketing &#187; Merchandising</title>
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	<description>Somos apaixonados por marketing. Você também é?</description>
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		<title>Merchandising em Reality Shows</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Big Brother Brasil 10]]></category>
		<category><![CDATA[Merchandising]]></category>
		<category><![CDATA[Reality Show]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>

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		<description><![CDATA[Promover um produto para aumentar  suas  vendas  ou  até mesmo  para  lançar  em  um novo mercado consumidor são  tarefas cada vez mais difíceis no que tange acertar e planejar a estratégia  de  comunicação  mercadológica  correta,  principalmente  em  um  cenário  de mídias convergentes e novos recursos, com redes sociais surgindo a cada dia. Hoje trataremos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Promover um produto para aumentar  suas  vendas  ou  até mesmo  para  lançar  em  um novo mercado consumidor são  tarefas cada vez mais difíceis no que tange acertar e planejar a estratégia  de  comunicação  mercadológica  correta,  principalmente  em  um  cenário  de mídias convergentes e novos recursos, com redes sociais surgindo a cada dia.</p>
<p>Hoje trataremos de uma das ferramentas que podem ser utilizadas para não só lançar um produto, como também fortalecer sua imagem: a <strong>merchandising</strong>.</p>
<p>Segundo definição da <strong>American Marketing Association</strong>, a ação de merchandising é a operação de planejamento necessária para se colocar no mercado o produto ou serviço certo, no lugar certo, no tempo certo, em quantidade e preço certo.</p>
<p>A merchandising pode ser realizada em várias mídias, mas no momento, uma que tem me chamado a atenção é a de TV, mais  especificamente  programas  que  apresentam  comportamentos  humanos, como um <strong>reality show</strong>,  o <strong>Big Brother Brasil 10</strong> (BBB 10).</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1386" title="Big Brother Brasil 10" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/02/BBB-10-300x225.jpg" alt="Big Brother Brasil 10" width="300" height="225" />O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmlnK0Jyb3RoZXJfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNTQzNTc=-64">Big Brother<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>pode não agradar todo mundo, mas em termos de merchandising ele é um sucesso total. Bem antes de abrir as portas da mansão mais vigiada do Brasil, a <strong>Rede Globo</strong> havia embolsado perto de R$ 67,5 milhões apenas com a comercialização das cotas de patrocínio. Repetindo a parceria dos últimos anos, a <strong>Fiat</strong>, a Ambev (por meio da marca <strong>Guaraná Antarctica</strong>), a Johnson &amp; Johnson (com o protetor solar <strong>Sundown</strong>) e a <strong>Niely Cosméticos</strong> investiram R$ 13,5 milhões cada um para garantir presença como cotistas principais do programa. No ano passado, o valor das cotas de patrocínio era de R$ 11 milhões. Apenas um dos patrocinadores da edição passada desistiu de retornar ao confinamento neste ano &#8211; o banco HSBC. Em seu lugar entrou a Unilever, com a <strong>Knorr.</strong> (Fonte: MM Online)</p>
<p>Quem não notou na última festa dos brothers a marca <strong>Minuano?</strong> Além da exposição da marca em si, atrás da banda que agitava os confinados, faziam parte do cenário vários<strong> Minus</strong> &#8211; mascote da marca. Além é claro, da escolha das roupas super brancas dos participantes que foram tomadas por espuma – que parecia não ter fim! E tudo isso para fortalecer a idéia de limpeza e higiene que a marca pode proporcionar.</p>
<p>Ou ainda, a <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/RmlhdF8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzE1NDM1Nw==-56">Fiat<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>, na última prova do Anjo, em que exibia todo o potencial dos seus carros em terrenos difíceis e com obstáculos&#8230;<br />
Aparecer em rede nacional em horário nobre, dentro de  um  contexto  real, “aparentemente” desprovido de manipulação parece ser a grande chance de obter visibilidade de marca. E  se essa aparição estiver  inserida numa  situação estratégica para o  jogo, como uma festa ou prova para liderança, quando as atenções do público são ainda maiores, melhor.</p>
<p>Talvez seja esse  o  principal  motivo  a  levar  empresas  de  renome  a  investirem  tanto dinheiro  em  cotas de  patrocínio  ou ações  de merchandising.</p>
<p>O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/QmlnK0Jyb3RoZXIrQnJhc2lsJUEwXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTU0MzU3-76">Big Brother Brasil <img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a>tornou-se  a maior  vitrine  de  início  de  ano  para  a  exposição  dos  mais  variados  tipos  de  produtos,  de margarina e refrigerante a carros, eletrodomésticos e celulares de última geração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Na era do ponto-de-venda, o Design é vantagem competitiva</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 17:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Merchandising]]></category>
		<category><![CDATA[PDV]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Karen Cesar   Está claro que as empresas já descobriram que é no ponto-de-venda que está a verdadeira briga com a concorrência, que é para lá que se convergem todos os esforços de marketing. É nele que 85% das decisões de compra são tomadas. A batalha pela mente do consumidor é difícil já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align:left;">Por Karen Cesar</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://andredamasceno.files.wordpress.com/2008/10/pdv.jpg"><img class="size-full wp-image-160 aligncenter" src="http://andredamasceno.files.wordpress.com/2008/10/pdv.jpg" alt="" width="417" height="139" /></a> </p>
<p style="text-align:justify;">Está claro que as empresas já descobriram que é no ponto-de-venda que está a verdadeira briga com a concorrência, que é para lá que se convergem todos os esforços de marketing. É nele que 85% das decisões de compra são tomadas. A batalha pela mente do consumidor é difícil já que ele vem sendo bombardeado com tanta informação. Há necessidade de constância e consistência na comunicação da marca para que o público não se perca.</p>
<p style="text-align:justify;">Em um ambiente tridimensional onde se pode explorar todos os sentidos do consumidor, é possível ter mais ferramentas para criar entre ele e a marca uma relação emocional. O retorno é certo, desde que o trade e o Marketing entendam o que motiva o seu shopper. É preciso conhecer seus problemas, seus anseios, seus hábitos de consumo.</p>
<p style="text-align:justify;">A loja tem que ser ou apresentar a resposta para o que ele precisa, tem que convidá-lo a se sentir parte daquele mundo.  Não basta comprar o produto é importante se tornar fã dele. O consumidor tem que ser um agente multiplicador na divulgação dos seus<br />
benefícios.</p>
<p style="text-align:justify;">O investimento nas FlagshipStores ou lojas-conceito cresceu muito nos últimos anos. Isso se deve à possibilidade de experimentação, de contato físico com o produto em um espaço minuciosamente projetado para que ele seja a estrela. O encantamento deve estar em cada detalhe e é aí que o Design se torna um diferencial importante.</p>
<p style="text-align:justify;">No planejamento da loja, é fundamental a preocupação com as cores, com a tipografia, com elementos que remetam ao conceito da marca, com grafismos e imagens que contem uma história. Isso é o que torna aquele lugar único, mágico, envolvente, intrigante, lúdico.</p>
<p style="text-align:justify;">O Designer capaz de captar a essência e a personalidade da marca traduz em aplicações visuais suas principais características. A loja dialoga com quem a visita. A experiência de compra se torna inesquecível. Eu mesma tive esta sensação ao entrar na loja da Nespresso em Ipanema.</p>
<p style="text-align:justify;">O excelente equilíbrio dos elementos e cores, as informações na medida certa, a possibilidade de experimentação os blends e máquinas, a vitrine impecavelmente planejada, a decoração simples que abusa do velho conceito: Menos é Mais, me seduziram tanto que além de comprar a máquina Nespresso, acabo usando como exemplo em todas as minhas aulas na faculdade de Design. A integração perfeita entre desenvolvimento de produto, know-how do trade marketing, treinamento da força de vendas, projeto arquitetônico, decoração, sinalização, design de embalagem, design gráfico nas peças, preço e atendimento pós-venda.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, neste composto o que mais ficou marcado foi o estímulo visual. Seja em grandes varejos ou em pequenas lojas do circuito drug, o grande desafio é fazer seu produto se destacar. O design de peças de ponto-de-venda deve se basear nos con$ceitos aplicados nas flagship stores: um espaço de experiência com a marca – mesmo que seja em um corner ou em um ponto extra.</p>
<p style="text-align:justify;">Peças gráficas auto-explicativas, que interajam com o cliente, que chamem a atenção pelos formatos diferenciados, que coloram a gôndola, que permitam a experimentação, que se completem de maneira modular para que haja escalabilidade e possam ser  usadas em PDVs de tamanhos diferentes com o mesmo impacto visual. Que tragam informações complementares ao cliente. É preciso pensar também na facilidade de aplicação das peças no PDV, já que nem sempre há treinamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Qualquer composição de peças deve funcionar. Foi o que a Red Bandana pensou ao criar as peças para a campanha de ponto-de-venda para o lançamento da coloração Casting Crème Gloss da LOréal Paris. Como não se tem 100% de controle sobre o que é feito varejo de todo o Brasil, nos preocupamos em desenvolver peças auto-explicativas, que se destacassem pela cor e pela forma em qualquer combinação.</p>
<p style="text-align:justify;">O display de chão permitia que a consumidora testasse a cor do cabelo em frente ao espelho usando uma cartela de mechas estilo escala Pantone. Essa preocupação levou a campanha a ficar entre os finalistas do prêmio POPAI 2008. É mais uma prova de que o Design vende, vale a pena investir em empresas de bellow the line que conhecem as características do PDV no marketing mix.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Merchandising supera funções e se aproxima do trade marketing</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 03:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[ações de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Merchandising]]></category>
		<category><![CDATA[Trade Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos setores da cadeia do marketing ganharam tanta importância neste ano que chega ao fim como o merchandising e tudo que gira em sua volta. Empresas, academia e associações discutiram a importância do Ponto de Venda não só como local de comercialização, mas como meio em que o CONSUMIDOR decide o que vai comprar. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Poucos setores da cadeia do marketing ganharam tanta importância neste ano que chega ao fim como o <strong>merchandising</strong> e tudo que gira em sua volta. Empresas, academia e associações discutiram a importância do <strong>Ponto de Venda</strong> não só como local de comercialização, mas como meio em que o CONSUMIDOR decide o que vai comprar.</p>
<p style="text-align: justify;">E se é no PDV que as pessoas escolhem o que vão colocar no carrinho, é lá também que as marcas vão duelar pela preferência do consumidor. <em>“As empresas passaram a querer a entender melhor como funciona o PDV do ponto de vista da construção de marcas, de experiência do consumidor e de alavancagem de venda”</em>, afirma Christopher Montenegro (foto), Presidente da POP Marketing, agência de Trade Marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Presidente do <strong>Popai Brasil</strong>, Chan Wook Min, 8% do orçamento de marketing das empresas brasileiras já estão sendo investidos em merchandising. Mas este número é pequeno se comparado a mercados mais evoluídos como o dos Estados Unidos, que chega a investir 25% nas ações no PDV. “Tem sido um desafio, tanto para a indústria quanto para o trade, pois temos a tarefa de realizar um bom trabalho e trazer retorno em vendas com verbas enxutas”, diz Wook Min.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span class="subtitulomateria">Evolução e Concorrência</span></strong><br />
Outro ponto a ser discutido no próximo ano é com relação à <strong>mensuração do retorno sobre o investimento</strong> nas ações no ponto de venda, uma vez que as estratégias têm trazido retorno de market share e volume de vendas. <strong>“A situação vai ficar cada vez mais complexa com o surgimento de indicadores de efetividade de merchandising, pois os profissionais terão que justificar porque os investimentos em PDV estão subindo e qual resultado está sendo aferido”</strong>, ressalta Montenegro.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano também fica marcado pela familiarização do brasileiro com o crescimento de mídias no varejo e de <strong>ações promocionais</strong>. Já para 2007, é esperado um grande aumento na utilização de mídias digitais. Com ou sem movimento, entretanto, quem vai ter que se mexer são as agências. A cada dia que passa consolida-se um ciclo em que as empresas especializadas devem entregar estratégias além de belos displays.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o especialista da POP Marketing, a questão operacional virou commodity. Hoje as ações no ponto de venda passam pelo crescimento das vendas, por um trabalho de treinamento, monitoramento do varejo, avaliação de mercado e segmentação de canais de vendas. Com o crescimento do trade marketing, crescem também as concorrências, que estão longe de ser regulamentadas. Montenegro é a favor. “Acredito em livre concorrência. O mercado é formado por empresas que tem alto, médio e baixo valor agregado e com diferentes plataformas de projetos que não podem ser tabelados”, garante.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" target="_blank">www.mundodomarketing.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Os novos caminhos do Merchandising</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 03:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Damasceno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Merchandising]]></category>
		<category><![CDATA[Trade Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao falar de inovações no merchandising, com certeza ouviremos alguns sentidos do ser humano sendo citados. A tecnologia jamais esteve em contato tão direto com o consumidor no ponto-de-venda como nos dias de hoje. Iluminação, cores, fantasias e simplicidade são as principais tendências do merchandising. O CONSUMIDOR do varejo no Brasil ainda precisa esperar para ver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: left;"><span style="font-size: 85%;">Ao falar de inovações no merchandising, com certeza ouviremos alguns sentidos do ser humano sendo citados. A tecnologia jamais esteve em contato tão direto com o consumidor no ponto-de-venda como nos dias de hoje. Iluminação, cores, fantasias e simplicidade são as principais tendências do merchandising.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 85%;">O CONSUMIDOR do <strong>varejo no Brasil</strong> ainda precisa esperar para ver as tendências chegarem ao país enquanto na Europa a população já vive esta realidade. Apesar da tecnologia ter papel fundamental para encantar o cliente, o vendedor ainda é visto como peça-chave para a venda e na comunicação com o consumidor.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 85%;">A feira<strong> Euroshop</strong> mostra a cada três anos as novidades no PDV. Este ano o evento aconteceu na Alemanha e contou com a participação de três empresas do Brasil. O cenário mundial favorece a boa expectativa de investimento em varejo e com o avanço tecnológico, o PDV ganhou um grande aliado na conquista de novos clientes. Profissionais de pesquisa e executivos do setor foram em busca das novidades no PDV e se encontraram no Seminário Tendências Mundiais em Merchandising para mostrar as tendências do <strong>Trade Marketing.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 85%;"><span style="font-size: 85%;">Quanto às novidades em stands, design e estrutura de eventos, as tendências principais seguem para o uso de cores, efeitos e texturas, sem falar da sustentabilidade. Segundo Simone Terra, a fantasia faz com que o ponto-de-venda tenha peso importante na hora da compra. <em>“Não basta criar uma loja atrativa se ela não gerar fantasia, curiosidade ou chamar a atenção no PDV”, acredita a Diretora de Pesquisa do POPAI.</em></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 85%;"><span style="font-size: 85%;">Em meio a tantas inovações direcionadas ao consumidor no ponto-de-venda, as empresas também inovam e criam cargos direcionados ao seu público. A Coca-Cola tem executivos especializados em entender o que faz o seu consumidor ser fiel a marca, porque ele compra o seu produto, qual o perfil e o que ele quer. Para entender o consumidor, é preciso trabalhar o <a href="http://bp1.blogger.com/_1oX7241c-2o/SACh0CufICI/AAAAAAAAALM/OIW7kY-vkbU/s1600-h/Studio.jpg"><img style="float: left; cursor: hand; margin: 0 10px 10px 0;" src="http://bp1.blogger.com/_1oX7241c-2o/SACh0CufICI/AAAAAAAAALM/OIW7kY-vkbU/s200/Studio.jpg" border="0" alt="" /></a>lado racional.<br />
Por outro lado, existe a estratégia de shopper e customer marketing, que desperta o emocional do cliente fazendo com que ele precise do produto. “O Merchandising não é só uma boa idéia”, avalia Claudia Lorenzo, diretora de shopper and customer Marketing da Coca-Cola Brasil.<br />
O papel do shopper na Coca-Cola é gerar mais freqüência, fidelidade e negócios para a empresa, entendendo as razões e emoções que levam a compra. Segundo pesquisa da marca, o consumidor de Coca-Cola tem estilo de vida diferente de quem compra o produto eventualmente. O público-alvo é jovem, consome o produto em momentos de lazer e não tem compromissos. Mas quem compra <strong>Coca-Cola</strong> é a mãe deste jovem cujo perfil é de quem quer agradar a todos, é ocupada e tem pressa.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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