Orkut, Facebook, YouTube, Twitter estão entre as principais Redes Sociais do mundo, e claro, são as mais acessadas por nós brasileiros. Não há mais dúvida, que somos o povo mais apaixonado por Redes Sociais em todo o mundo, uma pena que as marcas ainda não abriram os olhos para isso, logo estão ali nas redes apenas por estar e não de forma efetiva que gere negócios para elas.
Falar dessas redes é algo relativamente fácil, pois cerca de 80% dos interenautas frequentam Redes Sociais e claro que essas são as mais acessadas, por isso, é fácil falar, mas você tem acompanhado o MySpace ou o Portal Limão por exemplo? Mais do que acompanhar, você está nelas? Está no Sonico?
Aqui nesse artigo, vou colocar uma imagem que eu peguei no Google sobre Redes Sociais, que a uso no minha palestra sobre Planejamento Estratégico Digital; nesse imagem poderemos ver um bom número de Redes Sociais, porém é bom deixar claro que existem milhares de outras Redes que vamos descobrindo aos poucos.
Não querendo ser redundante, mas já sendo, Twitter, Facebook, Orkut e YouTube são as que mais influenciam na decisão dos consumidores, não tenho dúvidas, mas não são as únicas.
Como podemos ver no quadro ao lado, além das já citadas e mais famosas Redes Sociais temos outras redes como Wikipedia, Vimeo, Sonico, Ning e Flickr que são redes altamente acessadas também.
O Flickr, por exemplo, é um grande álbum de fotos virtuais do portal Yahoo! um dos maiores portais de notícia do mundo; Vimeo é uma ferramenta de disponibilização de vídeos, uma concorrente direta para o YouTube assim como o Sonico é mais uma rede baseada no Orkut; a Wikipedia é uma rede que não gira em torno de conexões ou troca de informações entre pessoas, mas trabalha a colaboração do mundo em volta de um assunto ou termo específico, a Wiki por sinal, tem sido usado por muitas empresas para a colaboração de idéias entre seus funcionários. A IBM, por exemplo, usa o Wiki como plataforma interna (só para funcionários) com mais de 120 mil participantes, que já geraram mais de 30 mil ideias, algumas aplicadas outras não.
O Ning é um site que permite que as pessoas – sem precisar ter nenhum conhecimento de programação – possa montar suas próprias Redes; eu por exemplo montei a http://www.pedigital.ning.com/ voltado a profissionais de planejamento estratégico digital, assim como o site O melhor do marketing também possui a sua rede http://omelhordomarketing.ning.com/
Agora imagina, se acompanhar todas as Redes Sociais já estava algo muito complicada, agora que qualquer usuário pode montar a sua, fica cada dia mais difícil. Mas o que fazer?
Não sou nenhum guru de internet para aconselhar aqui nesse artigo o que pode ser feito, afinal, eu mesmo participo de mais de 30 redes sociais e não tenho tempo nem de acompanhar a minha (PEDigital), quanto mais todas, entretanto, eu tento deixar ao menos 2 horas por semana para acompanhar as redes ou comunidades das quais eu participo; aquelas com poucas atualizações, eu acompanho menos, mas há várias comunidades com atualização constante, sendo mais de 5 ou 6 por dia (sem contar com o Twitter, claro).
Para nós, profissionais de internet, é preciso saber sobre as Redes Sociais em geral, entender o DNA de cada uma e ver como cada usuário interage em cada uma delas; passado esse primeiro passo, é entender como a marca com a qual trabalhamos pode entrar nessas redes, aliás, elas já estão indiretamente nessas redes, pois o consumidor já a colocou lá.
Nós temos que entender como trabalhar as ações de ativação, acompanhamento e monitoramento das marcas em todas as redes e como isso vai gerar retorno financeiro ou gerar negócios para a marca.
Deixe sua opinião nos comentários e vamos discutir se é possível acompanhar tudo e como as marcas devem fazer!
Desde a década de 90, quando a Internet estourou como uma plataforma de comunicação, o mundo viu uma evolução enorme acontecer na comunicação. A globalização foi potencializada pela grande rede de computadores. As notícias, que demoravam dias ou até horas para chegar a qualquer canto do mundo, começavam a chegar ao mesmo tempo que ela ocorria, o famoso real time que a Internet permite.
Vieram os anos de 2002 e 2003 e as marcas começaram a perceber que ter um site na web era importante, mas divulgá-lo era ainda mais. Cresce o mercado de compra de banners em portais. Marcas de diversos segmentos começaram a anunciar e a vender na web. O mundo conhecia um novo comportamento de compra.
No inicio de 2004, outra enorme revolução na comunicação digital. O Google, maior empresa online do mundo, lança sua rede social, o Orkut. Sucesso imediato em todo o planeta, no Brasil mais ainda.
Em 2006, outra enorme revolução. Surge o YouTube. O Google não perde tempo e compra um site que surgiu de uma brincadeira de 2 pessoas por nada menos do que 1,65 bilhão de dólares (cerca de R$ 3 bilhões). As pessoas podiam agora ter um perfil na web, encontrar amigos, se relacionar, abrir comunidades no Orkut e assistir a tudo quanto é vídeo pelo YouTube. Até as festas de faculdade ou churrascos de colégio poderiam ser colocados no YouTube. Os celulares com câmera em amplo crescimento permitiam essa mobilidade. Surgia o conceito mobilidade e compartilhamento.
Mas porque eu estou dizendo isso? Em uma revista voltada ao jovem, vocês já devem estar ‘carecas’ de saber sobre todas essas tecnologias, afinal, vocês nasceram ‘digitais’. Um jovem de 16 anos não acredita que na época que seus pais tinham a sua idade não existia computador, celular, câmera digital, filmadora que já grava em DVD. Tudo nasceu antes desse jovem e ele cresceu conhecendo esses aparelhos.
Os pais de hoje em dia abrem mão de entender a nova tecnologia. Eles pedem aos filhos que entendam e expliquem o básico para eles, assim, os jovens estão cada vez mais interessados em novas tecnologias, novas mídias digitais.
Os jovens de 16, 17 anos possuem celulares melhores que os dos seus pais, com câmera de 5 megas, 8 gigas de capacidade de armazenamento, acesso 3G a web, tocador de MP3, jogos; seus pais querem um celular que faça e receba ligações; os jovens querem um celular que TAMBÉM faça e receba ligações.
Ok, até aqui, continuo falando algo óbvio para o jovem, então vamos ao que realmente quero dizer sobre esse cenário: Você está preparado para trabalhar com o mundo digital?
Saber usar o MSN, baixar música no LimeWire, ter um blog, ter perfil em Orkut, Facebook, MySpace, compartilhar links via Digg, comprar um CD pela Submarino, subir vídeo no YouTube ou jogar online é algo corriqueiro e relativamente fácil para os jovens. Mas você sabe usar essas – e outras mídias – como arma de vendas?
E não digo isso apenas para os futuros publicitários, equipes de marketing e comunicação do país. Digo isso a TODAS as profissões, se você quer ser engenheiro, advogado, médico, dentista, professor de educação física, químico, saiba que sempre você vai vender algo, e em muitos casos esse ‘algo’ é você mesmo!
A questão é: você já parou para pensar que todas essas ferramentas nas quais hoje você ‘brinca’, se relaciona com amigos, marca aquela viagem ou sobe as fotos daquele churrasco na casa de praia de um amigo ou amiga, um dia vão te ajudar profissionalmente? Eu garanto: VÃO!
No livro Planejamento Estratégico Digital (Ed. Brasport), mostro como construir uma marca na web; algo voltado mais a profissionais de comunicação. Mas sempre tenha em mente que, seja qual for a sua futura profissão, a primeira marca que você vai trabalhar é você mesmo!
Entrar na comunidade “Eu odeio acordar cedo” pode ser engraçado hoje, mas será que seu futuro chefe vai querer contratar uma pessoa que ele acredita que pode não estar às 9h em sua mesa trabalhando? Ter um blog falando sobre as fofocas da escola pode ser divertido, mas será que o mesmo futuro chefe vai querer contratar uma pessoa que pode fazer um blog contando as fofocas da empresa para quem quiser ver em qualquer canto do planeta, inclusive a concorrência? Eu não contrataria…
Não sei quantos de vocês já decidiram a profissão que vão seguir, mas saibam que na grande maioria delas vocês trabalharão com computador e terão que, de alguma forma, vender alguma coisa. Saber mexer no pacote Office é obrigação e não mais diferencial. Entenda os softwares que podem ajudar na sua profissão e os estude! Quanto mais você souber mexer no computador, mais isso vai lhe ajudar na sua futura profissão – nunca é demais repetir – seja ela qual for!
Se você vai ser um médico ou advogado, não adianta montar um belo consultório ou escritório sem comunicar que você está lá. Você jamais terá clientes. Se você será um professor, saiba que a web será uma excelente aliada na hora de preparar aulas, assim como imagino ser uma enorme aliada quando você faz trabalhos escolares ou da faculdade.
Analise a web como uma nova forma de relacionamento, uma nova forma de conquistas de bons empregos, de bons resultados e uma parceira para toda a vida. Querendo ou não, ela será!











