Muitas empresas pensam que é fácil entrar no mercado: basta ter um bom produto, um bom ponto de venda, um bom site. Porém, é comum vermos grandes lojas vazias, com baixo volume de vendas. Por que será que isso acontece?
O conceito “aspiracional” que nós profissionais de planejamento estratégico digital usamos muito, para essa classe (CD) se encaixa perfeitamente; aspiracional é aquele conceito que mostra que em um determinado momento uma pessoa que recebe R$ 1.500,00 por mês pode não ter dinheiro para comprar um iPhone que custe R$ 2.200,00, mas isso não impede que essa pessoa deseje ter o aparelho; por outro lado, com o que chamo de “efeito Casas Bahia” onde pode se comprar tudo em 18,24,36,40 parcelas, um iPhone que custe R$ 2.200,00 pode ser transformado em 36 parcelas R$ 95,00; o iPhone sairia por R$ 3.420,00 (estimando uma taxa qualquer de juros) mas essa classe não se importa em como pagar, mas sim em ter o aparelho, como no post anterior disse Roberto Meir (Abrarec) o celular está entre os itens essenciais, e não ache que é aquele celular de R$ 99,00 reais. São iPhones e Smartphones cada vez mais sofisticados.
De 2006 para cá, a Internet brasileira deu um enorme salto em números de acessos, pulou de 23 milhões para quase 70 milhões de usuários no período, o que fez com que as marcas começassem a olhar com outros olhos para o meio; graças a esse impulso, o Brasil que gastou 530 milhões de reais em mídia online em 2006, gastou em 2009 (segundo a IAB Brasil), 1,3 bilhões de reais, se pararmos para analisar friamente a proporção de aumento de usuários é quase a mesma que de investimentos, o que mostra um bom cenário para o país e uma excelente perspectiva para os próximos anos.
Em quatro anos de vida, o Twitter, já vem dando mostras de que pode ser utilizado a favor dos negócios. Só para citar alguns dos casos que obtiveram repercussão na mídia a tempos atrás, temos a venda de apartamentos pela Tecnisa e computadores pela Dell.
Estamos chegando ao fim do ano, e muitas empresas nesta época já estão realizando o seu planejamento de marketing para o ano que vem. Neste momento, olhamos para trás e verificamos que nem tudo que estava no papel e que gostaríamos de ter realizado ficou apenas no planejamento.












