Olá pessoal, no News 1 informei que esse post sairia todas as sextas-feiras, mas como as coisas andam bem corridas ouve uma mudança estratégica no dia de publicação, de sexta-feira para os sábados. Além disso, você pode participar enviando conteúdo e sugestões de assuntos que são destaques durante a semana, basta deixar o seu comentário e o link aqui do lado.
Então vamos ao top marketing dessa semana.

#1 – Latas de Skol irritam argentinos
A Skol apresentou ao mercado neste sábado (15) as “Latas Torcedoras”, que falam e torcem pelo Brasil. A iniciativa, lançada nacionalmente, integra as ações da Skol durante a competição mundial. Desenvolvida com tecnologia foto sensível, as latas “falantes” têm o mesmo visual e peso de uma lata de 350 ml e estão distribuídas aleatoriamente em meio à produção nacional do período da competição mundial. [continue lendo]
Notícia publicada no Portal Exame
#2 – Ibope lança ferramentas de análise de redes sociais
O Ibope Mídia e Ibope Nielsen Online apresentam duas ferramentas de análise de redes sociais. O BuzzMetrics tem cobertura de mais de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários na língua portuguesa. Já o VideoCensus fornece análises sobre o desempenho dos vídeos e anúncios, focado no tempo médio assistido pelos espectadores [continue lendo]
Notícia publicada no Portal Exame
#3 – Leo Burnett surpreende Diretores Criativos com “Este anúncio é meu”
Judite Mota da Young & Rubicam, Jorge Barrote da JWT, Diogo Mello da Fisher America e Jorge Teixeira da Excentric foram apanhados de surpresa. Dois jovens da Leo Burnett fizeram-se passar por criativos à procura de uma oportunidade para mostrar o seu portfolio aos melhores Diretores Criativos de Portugal. Marcadas as entrevistas, o que estes Diretores não sabiam é que no meio do portfolio estaria uma cópia de um famoso anúncio [continue lendo]
Notícia publicada no Briefing
#4 – Nestlé reforça time de patrocinadores da CBF
A Nestlé se uniu ao time de patrocinadores da Confederação Brasileira de Futebol e da seleção brasileira. A companhia anunciou hoje, dia 14 de maio, que o contrato é válido até a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. O patrocínio permitirá que a multinacional exponha sua marca em placas de campo e nos painéis usados em coletivas de imprensa, além da utilização de imagens dos jogadores em promoções e do escudo da CBF em embalagens e materiais de PDV [continue lendo]
Notícia publicada no Mundo do Marketing
#5 – Marcas usam aplicativos para se aproximar do consumidor
Receitas na palma da mão dos consumidores, localizadores de lojas e até a venda de apartamentos pelo celular. Os aplicativos para iPhone aparecem como oportunidade para as empresas que querem estar presentes na vida do consumidor cada vez mais conectado, mostram resultado e são sucesso na estratégia de Marketing de marcas como Nestlé, Oi, Pão de Açúcar, Tecnisa, Porto Seguro e Farm. [continue lendo]
Notícia publicada no Portal Exame
#6 – Carreta Coca Cola apresenta: Copa do Mundo e diversão
Um mega-caminhão de 13 metros de comprimento e oito de largura está circulando por cidades do Paraná e do interior de São Paulo. Além de promover a Copa do Mundo da África do Sul, a Carreta Coca-Cola convida a população para participar de atividades dentro do caminhão. O projeto busca atrair pessoas de todas as faixas etárias que, dentro do caminhão, poderão brincar de chute a gol, participar de jogos eletrônicos de futebol, mixar iPod e muito mais [continue lendo]
Notícia publicada no Meio & Mensagem Online
Olá pessoal, como prometido começa hoje a parceria com O Melhor do Marketing, toda sexta-feira (exceto hoje) vou trazer para vocês as 6 notícias mais relevantes do mercado, seja ela de guerrilha, esportivo, político, direto entre outros.
Todos os posts são coletados entre sites que tratam desse assunto bacana que é o Marketing e que são referências no ambiente on-line. Além disso, você pode participar enviando conteúdo e sugestões de assuntos que são destaques durante a semana, para isso, basta deixar o seu comentário e o link aqui do lado.
#1 – Omo é a marca mais forte do Brasil
A Omo é a marca mais forte do Brasil. Pelo menos é o que diz o ranking “As Marcas Mais Fortes no Brasil”, em que o sabão em pó da Unilever ocupa o primeiro lugar. O levantamento é feito anualmente pela Brand Analytcs Gestão de Marcas e, na última edição, realizou aproximadamente 12,5 mil entrevistas nas principais cidades do Brasil e avaliou 200 marcas [continue lendo]
Notícia publicada no Portal Exame
#2 – Spoleto e Americanas juntas para você surpreender a sua mãe
Quando o dividir resulta num somar mais, temos resultados maiores e muito mais satisfação.
Foi esse pensamento de compartilhar ideias, que uniu duas marcas de valor do varejo de segmentos distintos, mas que se complementam para fazer mais e melhor pelas mães durante o mês dedicado a elas.
O resultado desse compartilhar, entre Spoleto e Americanas, inclui o Cartão Americanas Itaucard, fundamental para viabilizar a ação promocional que tem a seguinte mecânica [Continue lendo]
Notícia publicada no Tottal Marketing
#3 – Ação via Twitter gera aumento de publicidade impressa

Os bons resultados alcançados por uma recente ação no Twitter da revista INFO indicam que a integração e o cruzamento de conteúdos on-line e off-line são caminhos para gerar aumento de publicidade nas páginas impressas e impulsionar o tráfego do leitor entre as mídias.
Ao longo do último ano, a INFO realizou mudanças visuais e editoriais na revista impressa. A edição de março, que culmina essa fase de reformulação, lançou um hotsite com o concurso cultural “Para uma Nova Realidade“. O layout do hotsite traz mais de 100 enigmas relacionados a elementos do mundo digital [continue lendo]
Notícia publicada no Portal Exame
#4 – Gestão da marca nas mídias sociais
Vice-presidente de marca do Grupo Santander, fala sobre as oportunidades e desafios que as mídias sociais trazem para as marcas
Já não é mais novidade dizer que as mídias sociais, antes consideradas apenas entretenimento, abriram um leque de possibilidades na comunicação entre empresas e consumidores. A esta altura, está claro que com sua linguagem própria, predominantemente informal, as redes virtuais se tornaram um convite para que as organizações adotassem uma postura mais próxima, humana e encontrassem uma nova forma de encantar os seus públicos [continue lendo]
Notícia publicada no HSM Global
#5 – Brahma fecha parceria com Portuguesa
A Brahma anunciou uma parceria inédita com a Associação Portuguesa de Desportos para apoiar o time. O acordo inclui a exibição da marca em backdrops, placas no estádio do Canindé, assinatura das mídias do time, web rádio e revista, além de materiais em pontos de venda [continue lendo]
Notícia publicada no Meio & Mensagem
#6 – Fiat escolhe Formspring.Me para lançar novo Uno
Em busca de uma maneira diferente de apresentar seus lançamentos ao mercado, a Fiat, desta vez, recorreu ao Formspring.Me para mostrar o novo Uno, o mais aguardado veículo da montadora para 2010. Dentro da rede social, os usuários poderão enviar perguntas a respeito do novo carro e tirar dúvidas diretamente com a Fiat [continue lendo]
Notícia publicada no Meio & Mensagem
A netnografia, como já mencionado no artigo anterior engloba procedimentos e técnicas para pesquisarmos o ambiente virtual. E como um método de pesquisa, possui um conjunto de regras e princípios normativos que regulam a investigação acerca de um objeto de pesquisa.
Como uma técnica da pesquisa de marketing, a netnografia usa a informação que está publicamente disponível em fóruns on-line para identificar e compreender as necessidades e as influências da decisão relevantes de grupos de consumidores on line. É baseada na participação e na observação em arenas culturais particulares como o reconhecimento e o emprego da reflexibilidade do investigador.
Para o entendimento mais claro dos procedimentos metodológicos da netnografia, faz-se necessário um detalhamento de algumas etapas fundamentais em qualquer tipo de pesquisa, e que não estão isentas da etnografia virtual.
Existem duas etapas iniciais que os investigadores de mercado devem seguir para conduzir a preparação de uma pesquisa de netnografia. Primeiramente, os investigadores devem ter perguntas específicas da pesquisa e então identificar os fóruns on line apropriados aos tipos de perguntas. Em segundo, os investigadores devem aprender tanto quanto possível sobre os fóruns, os grupos, e os participantes. E quando as comunidades virtuais adequadas foram identificadas, o pesquisador pode julgar entre elas quais usam os critérios que são especificamente apropriados à investigação.
Mas como reconhecer se uma comunidade virtual tem características de comunidade ou não? Para esta identificação podem ser levados em conta quatro aspectos a serem: os indivíduos devem estar familiarizados entre si; devem possuir linguagem, normas e símbolos específicos compartilhados; as identidades devem ser reveladas; deve-se perceber um esforço na manutenção e preservação do grupo pelos participantes.
No momento da escolha, deve-se dar preferência às comunidades virtuais que: 1) são focalizadas por um segmento ou tópico definido ou um grupo que apresentam uma pergunta relevante; 2) possuem um tráfego mais elevado da postagem de mensagens; 3) têm números maiores de postagens diretas e pertinentes ao tópico; 4) possuem dados mais detalhados ou descritivos mais ricos; e 5) as interações entre os membros são constantes e adequadas à pergunta do investigador.
Resumidamente, se faz necessário apontar certas adaptações propostas por Kozinets, que são essenciais no método a fim de demonstrar algumas equivalências entre a etnografia e a netnografia, são elas:
a) Entrada ou “ingresso”: o pesquisador precisa ter consciência do tema a ser investigado a fim de saber a quem deve se dirigir para obter informações sobre o referido tema. Depois de selecionada a amostra é necessário saber ainda qual o tipo de comunidades on line que os sujeitos participam, bem como observar as interações entre seus membros a fim de se obter alguma informação sobre a identidade cultural dos integrantes dessa comunidade, tentando identificar os fóruns e os grupos que eles freqüentam;
b) Coleta e análise de dados: os dados podem ser copiados diretamente dos discursos travados entre os membros dessas comunidades; e os dados que o pesquisador obtém dizem respeito a suas observações sobre a comunidade, seus membros, interações e significados.
A análise começa concomitantemente com o levantamento de dados. É importante que o pesquisador contextualize os dados on-line, o que geralmente se prova ser o mais desafiador para ele.
É importante, neste momento, organizá-los, já realizando uma interpretação simbólica. É recomendado, também, que se criem categorias para identificar os diferentes tipos de comportamento na Internet.
Ainda em relação à coleta de dados, destaca-se as notas de campo das experiências no ciberespaço que devem ser combinadas com os “artefatos” da cultura ou comunidade, como download de arquivos de postagens de newsgroups, transcrições de sessões de MUD ou IRC (Internet Relay Chat) e trocas de e-mails, além de imagens, arquivos de áudio e de vídeo.
c) Realizar “cyber interview”: As perguntas ficam na página virtual e suas respostas são encaminhadas ao pesquisador por correio eletrônico. É importante, garantir (e cumprir) anonimato. Com estas entrevistas, consegue-se aprender muito sobre linguagem e outras informações importantes para o ingresso no grupo.
d) Construir sua própria home page: a partir desta página pessoal deve-se apresentar a pesquisa que está sendo realizada. Por este canal de comunicação, o pesquisador pode convidar pessoas a participarem da pesquisa como informantes.
e) Usenets (Grupos de discussão na internet): só após ter cumprido esta longa e elaborada fase exploratória, o pesquisador estará preparado para entrar como membro do grupo a ser estudado, participando de “listas” e outras formas de debate na Internet. É imprescindível, que o pesquisador seja reconhecido e aceito como membro do grupo.
f) Confiabilidade nas interpretações: em razão da netnografia estar baseada na análise de discursos textuais, a análise não deve se restringir a pessoa, mas ao seu comportamento. Visto que as pessoas podem forjar quem elas são de verdade, fora do mundo virtual, mas o seu comportamento na internet é real, possui um padrão. Na abordagem netnográfica é possível combinar outras técnicas de coletas de dados, entrevistas, grupos focais, sondagens, a fim de se obter uma compreensão mais ampla sobre determinada população estudada.
g) Ética de pesquisa: este aspecto merece uma atenção especial: os fóruns on line são considerados públicos ou privados? O que significa “consentimento informado” no ciberespaço? Além disto, é preciso ter consciência de que, embora os dados estejam no território-rede, na realidade, os participantes de comunidades virtuais são efetivamente seus construtores e, não necessariamente, pretendem ver seus dados representados na pesquisa. De forma resumida, percebe-se que a questão ética na netnografia está relacionada à privacidade, confidencialidade, apropriação de outras histórias pessoais e “consentimento informado”.
h) Checagem dos participantes: diz respeito a um procedimento no qual o relatório final é apresentado para alguns dos participantes a fim de que eles possam efetuar uma avaliação ou teçam alguns comentários sobre os resultados da pesquisa. Esse procedimento permite que sejam obtidos insights adicionais sobre a pesquisa, que se levantem as fragilidades da mesma e que se estabeleça um contato contínuo entre pesquisadores e pesquisados. Trata-se de obter o feedback dos envolvidos na pesquisa.
De uma maneira geral, as vantagens da netnografia são: pode ser conduzida de forma mais rápida que a etnografia; é menos dispendiosa, na medida em que se resume a material textual e escrito; é menos subjetiva, na medida em que é possível ter registros de vários tipos de materiais.
Com relação às desvantagens, destaca-se sua concentração na linguagem textual, que, como foi apontado anteriormente, está rapidamente sendo superada em função das novas ferramentas de comunicação síncronas e assíncronas disponíveis na web.
O Brasil apresenta uma das maiores taxas de uso de blogs, sites de comunidades (Orkut, MySpace, Facebook) e de criação de conteúdo coletivo na internet mundial. São cerca de 40 milhões de brasileiros que utilizam a rede regularmente. Do total, 64% participam de sites de comunidades e 13% criam ou atualizam blogs.
Diante desse cenário, podemos perceber que as empresas, sejam de pesquisa ou não, devem se preparar para coletar e analisar as opiniões geradas pelos consumidores nesse ambiente, caso contrário, podem perder espaço no mercado.
Esta conclusão pode ser retirada do estudo “Paper Blogs e Comunidades Online: pesquisa 2.0″, realizado pelo Ibope Inteligência.
Todos nós devemos aceitar que a presença da web e das redes sociais virtuais no nosso cotidiano veio para ficar, e que sem dúvida tem alterado alguns paradigmas que as empresas tinham em relação aos seus produtos e consumidores.
Atualmente, o consumidor não está passivo, a espera de uma resposta das empresas. Ele está em busca de conteúdo e informações que são relevantes e principalmente verdadeiras para a sua realidade. Além disso, aparentemente há um desejo por parte do usuário, que foi potencializado pela disseminação das Novas Tecnologias de Comunicação e Informação, de gerar conteúdo, de “tornar-se uma celebridade”.
Nos sites de redes sociais, como Orkut, Facebook, blogs, etc, estes consumidores encontram o ambiente ideal para satisfazerem estas necessidades. Lá são postadas, espontaneamente, informações sobre suas preferências, hábitos, marcas preferidas, etc.
Como diz a regrinha do marketing: “esteja onde seus clientes estão”, as empresas também devem estar atentas a este movimento, visto que, por desejo próprio ou não, estas empresas estarão na rede. Seja como uma comunidade: “Eu odeio tal marca”, como “Eu amo a marca X”. Isso é inevitável!
Dentre as várias formas de utilização do potencial das redes sociais virtuais nos negócios, é justamente a realização de pesquisas neste ambiente.
Vantagens:
- Espontaneidade nas informações;
- Passível de análise quantitativa e qualitativa;
- Permite identificar formadores de opinião;
- Permite identificar tendências para novos produtos e serviços;
- Permite identificar o posicionamento que sua empresa tem para seus clientes.
É claro que outras formas de pesquisa possuem alguns destas vantagens mencionadas, no entanto, penso que o principal diferencial, de pesquisa 2.0 é justamente o fato de você poder perceber as interações entre os clientes e entre eles e sua marca de forma espontânea e num ambiente natural.
Mas se este movimento é inevitável e incontrolável, o que fazer? Monitorar e interagir são as respostas.
No artigo da próxima semana, tratarei de uma metodologia qualitativa de pesquisa na web: a netnografia. Não percam!
Por Roberta Simões
Estes dias conversando com um pequeno empresário, fui assombrosamente surpreendida com uma de suas falas: “Pesquisa é para empresa grande, para multinacionais. Quem é pequeno não tem condições para isso!”
Diante desta fala fiquei refletindo sobre a miopia existente em pessoas que, teoricamente, são bem instruídas e que estão na área de negócios a bastante tempo. Será que realmente a pesquisa é restrita para as grandes empresas? O que será que está se considerando como pesquisa? Como pessoas que pensam desta forma podem pensar assim, e ainda prosperar?
Bem, vamos lá buscar algumas definições para colaborar no caminho à uma conclusão. Comecemos do início então.
O que é uma pesquisa de marketing?
A pesquisa de mercado é uma das ferramentas mais adequadas para suprir a necessidade de desenvolver estratégias para valorizar marcas, conhecer melhor os consumidores, identificar a estrutura da concorrência, enfim, obter informações que possam orientar não só a formulação de um plano de marketing, como a tomada de decisões, das mais complexas às mais cotidianas.
Por quê realizar uma pesquisa?
Para melhor atender um mercado-alvo, as organizações devem dispor de informações relevantes sobre seu campo de atuação, seu negócio, sua concorrência e especialmente seus clientes. O processo de Pesquisa de Marketing consiste na definição do problema e dos objetivos de pesquisa, desenvolvimento do plano de pesquisa, coleta de informações, análise das informações e apresentação dos resultados para administração. Ao realizarem pesquisa, as organizações devem decidir se devem coletar os dados ou usar dados já disponíveis. Devem também decidir sobre qual será a abordagem da pesquisa (observação, grupo focal, levantamento, experimental) e que instrumento (questionários ou dispositivos mecânicos) usar.
A principal razão para uma organização adotar a pesquisa de mercado é a descoberta de uma oportunidade de mercado. Uma vez com a pesquisa concluída, a empresa deve, cuidadosamente, avaliar suas oportunidades e decidir em que mercados entrar. Os mercadólogos dependem ainda da pesquisa de mercado para determinar aquilo que os consumidores querem e quanto estão dispostos a pagar. Além de permitir mapear seu posicionamento real no mercado. Eles esperam que este processo lhes confira uma vantagem competitiva sustentável.
Mas e o custo?
Neste ponto muitos gestores e donos de empresa ficam “travados”, pois consideram pesquisas de marketing como um custo e não como um investimento. Nestes casos cabe uma simples pergunta: O que custa mais: desenvolver, produzir, vender, distribuir e lançar um novo produto/serviço no mercado e descobrir que este produto não está tão de acordo com o desejo do seu público-alvo; ou realizar uma pesquisa sobre os hábitos de consumo do seu consumidor, quais os apelos mais relevantes para eles, e a partir daí desenvolver produtos em conformidade com as necessidades e perfil dos seus clientes?
Tudo bem, podem até dizer que isto é relativo. Mas vamos então a outro aspecto mais simples e próximo de todos nós: se eu tenho uma empresa que seja minimamente organizada, eu devo ter alguns dados dos meus clientes, certo? E isso quer dizer que eu sei quem eles são? Errado!
Por isso, uma pesquisa simples utilizando os próprios dados da empresa, que muitas vezes estão dispersos já é capaz de me fornecer o perfil do meu cliente, os principais períodos de compra, o percentual de aumento de vendas nestes períodos, etc.
Outro tipo de pesquisa bastante simples, e que fornece bons indicativos para as empresas, é sobre a satisfação dos clientes, que pode ser feita com preenchimento de um cupom no próprio momento da compra ou pela realização de telemarketing.
Caso isso ainda dê trabalho, ainda pode-se recorrer às pesquisas disponibilizadas gratuitamente, que são realizadas por empresas como IBGE, IBOPE, e órgãos do governo. Algumas dessas pesquisas podem dar bons indicativos, principalmente sobre dados demográficos.
Fazer pesquisa não precisa e nem é um “bicho de sete cabeças”, e cada empresa pode realizá-la de acordo com suas possibilidades. Pesquisa deve ser usada para quem precisa de pesquisa!
Concluindo…
A pesquisa de mercado é a melhor e mais confiável ferramenta para obtenção de informações representativas sobre determinado público-alvo. Além de permitir o teste de novas hipóteses, conceitos ou produtos, a pesquisa de mercado auxilia na identificação de problemas e oportunidades e ajuda a traçar perfis de consumidores e mercados, e isso, sinceramente independe do tamanho e área de atuação da empresa. As pesquisas podem e devem ser usadas para quem precisa de pesquisa.
Há diversas formas de pesquisa para cada objetivo que se deseja alcançar, e para cada contexto específico, cabe ao gestor distinguir qual o grau de importância que será dada àquela informação que se deseja e adequar à sua verba.
A utilização de pesquisas para preceder decisões, é uma questão cultural, ou seja, é necessário que a empresa ou gestores se habituem a recorrer às pesquisas ao invés do seu feeling, ou digamos, ao famoso “achismo”!
Autora do blog: www.marketingeconsumo.blogspot.com











