O que começou como uma brincadeira pode se tornar uma realidade! Calma, não acredito, sinceramente, que o maior jogador de todos os tempos, aos 71 anos (já completados na data), vai entrar em campo no mundial da Fifa que o Santos vai disputar em dezembro, mas seria interessante vê-lo de uniforme em um lugar que ele nunca frequentou, o banco de reservas.
Isso é uma jogada, bem sacada por sinal, de marketing do Santos. Mesmo torcedores de outros times, como o são paulino que vos escreve, vai querer ver essa cena. Pelé é o maior de todos, um mito e uma figura amada em todo o planeta. O cara já parou guerra!
Muitas empresas hoje estão atrás do tal “buzz marketing” e esquecem que ações tem que vender! Do que adianta eu gerar milhares de acessos ao meu site de curiosos que não vão converter? A sim fica lindo no relatório de métricas. E só!
Qualquer ação que use a imagem de Pelé vai gerar um buzz natural. O que ele fez para o futebol mundial e mais ainda para o Brasil, o colocou no status de “quase Deus”, logo ele sozinho consegue movimentar milhares de veículos de comunicação. Pelé é pauta pronta!
Vale lembrar nesse artigo do maravilhoso filme que a Vivo fez, em 2010, mostrando o Rei em campo para marcar o seu gol de número 1287. Mais de 700 mil visualizações no vídeo, pouco para a marca Pelé e Vivo, mas um vídeo que nos deixa orgulhosos de ser brasileiro e ter Pelé nascido aqui!
Lançar na mídia que ele vai jogar o mundial é motivo para milhares de veículos saírem correndo para publicar a foto do Pelé falando da possibilidade. Isso vai levar mais mídia ao Santos, vai expor a marca e com isso expor os patrocinadores do time. E vai até fazer, caso Pelé fique no banco, com que torcedores de outros times torçam para o Santos apenas por Pelé estar lá. Para o Santos é sensacional afinal quando fizerem o levantamento de mídia espontânea que esse comunicado conseguiu, o Santos pode conseguir aumentar os contratos de patrocínio para 2012.
Ai sim vi vantagem! Esse é um caso de um “viralzinho” que deu certo, sucesso absoluto. É o que eu sempre digo não se cria um viral, ele simplesmente acontece. Seja um caso como o Santos dizendo que vai inscrever o Pelé no mundial ou o triste falecimento de Any Winehouse, notícias como essa se espalham a uma velocidade inimaginável e sem o menor controle.
Agora, começará o jogo para manter o assunto vivo. O presidente do Santos vai dizer que depende do técnico, que vai dizer que “seria uma honra ter o Rei em campo”, Pelé vai desmentir dizendo que só vai acompanhar os garotos para dar apoio, o agente do Rei vai dizer que é inviável, vão entrevistar os jogadores que vão dar apoio a ideia e assim a notícia vai ficando na mídia, vai sendo pauta de sites e vai gerando o burburinho nas Redes Sociais positivamente, colocando o Rei no TTBr em pouco tempo.
Parabéns ao Santos que soube com uma simples frase conseguiu gerar algo positivo para a marca, mas deve-se lembrar que nessa simples frase tinha uma palavra de 4 letras, um apelido, que já tem uma bagagem de sucesso tão grande que gera interesse do mundo: Pelé
Algo me chamou atenção no título publicado no site da Revista ISTOÉ na última semana: “Por que tuitar é importante”?
Me desculpem, mas eu mudaria o título para: “Quantas oportunidade perdemos ao deixar de tuitar?
Entender o que o consumidor deseja é o sonho de qualquer marca, você concorda? Então nada melhor do que dar ouvidos ao mesmo e buscar entender qual o seu desejo, suas necessidades, seus anseios e principalmente o que ele espera de VOCÊ (você = marca).
No mundo OFF e no mundo ON, quando deixamos de ouvir nossos consumidores, é como retroceder, ou simplesmente ignorar o papel dele no mercado econômico e a sua importância na cultura da sua marca.
Mais importante do que falar é ouvir e em seguida estar preparado para dar o feedback e criar estratégias SEGMENTADAS de acordo com a necessidade de cada indivíduo.
Sem estratégia não vamos a lugar nenhum!!!
PS: Me desculpem, mas terei que mudar o título novamente: “Por que ouvir o seu consumidor é importante, independente da plataforma que for?
Link da matéria completa aqui >> http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/61698_POR+QUE+TUITAR+E+IMPORTANTE
Eu me lembro quando estava finalizando o meu livro (Planejamento Estratégico Digital), eu fui até a JWT conversar com um dos melhores planners do Brasil, “mestre” Ken Fujioka. Dentre a nossa excelente conversa, Ken me disse que em sua visão, nós, planners devemos descobrir o problema do cliente, problema esse que em muitas vezes o cliente nem sabe que tem.
Essa frase fez eu adiar em 15 dias o meu livro, pois voltei para casa correndo para achar um lugar onde encaixar essa conversa que tive com Ken Fuijoka na sua sala na JWT, uma das maiores e mais respeitadas agências de propaganda do mundo.
Não apenas coloquei essa frase no livro como uso esse conceito na minha vida profissional. Para mim, o planejamento tem que ser quem instiga o cliente, quem olha para ele e diz “eu conheço tanto do seu produto, marca e consumidores, que tenho certeza que você precisa ir por esse caminho”, ou seja, não precisamos de um brief do nosso cliente dizendo o que devemos fazer. Temos que sentar com ele e mostrar o que é preciso fazer.
Posso estar sendo pretensioso em dizer que a agência deve “brifar” o cliente e não o contrário como o mercado está acostumado desde os anos 50, mas hoje, o cliente quer um parceiro, quer uma consultoria e não apenas uma agência que executa o que ele manda.
O modelo do atendimento ir no cliente, pegar o brief e trazer para a agência está morrendo. Não vou aqui dizer que amanhã tudo vai mudar, vai demorar, mas vai morrer, pois não é mais isso que os clientes querem. Tenho visto muitas agências reclamando que o cliente está abrindo concorrência, que o cliente fechou um projeto com outra agência e mesmo vendo clientes reclamando demais que as agências não o atendem como deveriam.
Isso acontece porque o modelo em que vivemos está defasado. O consumidor mudou, a maneira de se comunicar com esse consumidor mudou, os produtos inovaram… está na hora do processo inovar também, pois se a agência é passiva, uma mais agressiva pode levar o seu cliente.
Outro profissional de altíssimo gabarito, Paulo Giovanni, montou a sua nova agência que promete ser dedicada a poucos clientes. Paulo fez uma pesquisa e viu que 30% dos anunciantes querem trocar de agência em 2011 pois as agências não entendem a fundo o cliente, produto e não ajudam a resolver problemas. Elas apenas executam o que é pedido.
Agências devem ter inteligência de mercado, entendimento de cliente, pesquisar a fundo para achar soluções que sejam relevantes ao seu cliente e não apenas executar o que é pedido ou achar que colocar um banner na home de um portal vai resolver os problemas porque não vai, assim como dizer que “vamos estar nas Redes Sociais na semana que vem” não vai resolver. Redes Sociais são estratégias de médio a longo prazo. Nenhuma marca é o Charlie Sheen para conseguir 1,2 milhões de seguidores em 2 dias.
Em resumo, o que nós planners temos que fazer é usar o nosso tempo para propor soluções ao nosso cliente. Não adianta entrar na “viagem” da criação e apresentar qualquer coisa. Devemos apresentar algo embasado, que vá ao encontro dos caminhos da marca e que seja aderente ao público-alvo da nossa marca; nós somos responsáveis em direcionar a marca, então, vamos usar o nosso conhecimento para identificar problemas e apresentar as soluções!
Não é segredo para ninguém que o profissional de planejamento estratégico digital é uma das mais novas profissões que o crescimento da internet como negócios “criou”. No começo, profissionais de planejamento offline migraram para o digital e trouxeram as metodologias de uma área para outra.
Nada mais natural acontecera uma área nova sem nenhum histórico no Brasil. Comigo aconteceu isso e imagino que com muitos outros também há cerca de 5 ou 6 anos; porém hoje, já vemos pessoas dentro de agência que cresceram no digital e por lá permanecem.
Esse efeito tem apresentado coisas boas e ruins. Na minha opinião, uma ruim é que o processo de planejamento digital não tem um parâmetro, não tem uma linha-mestra o que faz com que cada agência e cada profissional, adote um. Em muitos casos um processo de um profissional é totalmente diferente da agência que ele trabalha o que causa um período maior de adaptação.
Ok, eu mesmo defendo que não existe um modelo único e falo para os alunos na pós que eu tenho o meu modelo, mas existem outros. Cada um tem o seu e vai demorar um pouco para ter um processo padrão para as agências.
O que me deixa um pouco preocupado com essa falta de padrão é ver que muita agência ou profissional tem chamado um planejamento de projeto em planejamento estratégico digital.
Pensemos no planejamento estratégico digital como algo mais amplo, ok? Planejar projeto é planejamento, claro, assim como planejar uma ação de Redes Sociais, planejar mídia, planejar uma ação de relacionamento, planejar uma ação de SEO. Tudo é planejar, porém, essas ações devem estar dentro de um planejamento único e mais abrangente, o planejamento estratégico digital.
Não querendo dar um nó na cabeça de vocês, mas é importante dizer que dentro dos processos de planejamento veremos pontos semelhantes. O básico de um planejamento é: Objetivo, Público-Alvo, Estratégia, Tática e ROI. Isso é básico, mas para clarear o que quero dizer, o conteúdo de cada um dessas áreas somada a outros pontos como Cenário, Mercado, Benchmark, Plano de ação, Cronograma é o que vai diferenciar um plano de projeto a um estratégico.
O tamanho de ambos, claro, é diferente, mas eu nem me atentaria a isso. Já vi planejamentos com 200 slides que não dizem nada e alguns de 20 slides que dizem tudo. Me atentaria a qualidade do conteúdo, a forma de “amarrar” a estratégia, forma de apresentar, forma como a criação e a mídia “conversam” com o planejamento e como tudo está alinhado com o objetivo do cliente.
Em resumo, o que quero dizer nesse artigo é que tomemos mais cuidado com o que chamamos de planejamento, pois um projeto que tem um objetivo único, uma estratégica única e um único resultado esperado (tais quais os exemplos que dei acima) é um projeto que faz parte do guarda-chuva do planejamento estratégico digital que na minha modesta opinião, deve ser algo no mínimo anual que dê embasamento para os projetos.
Temas como inovação têm se popularizado, novos artigos e livros publicados a respeito, muita coisa está vindo para o mercado em formato de receitas para simplificar, facilitar a implantação em empresas.
Modelos de sucesso são vendidos para implantação em outras empresas que talvez nem sejam do ramo ou atendem a um público totalmente diferente e que esquecem de todo um contexto. É necessário ter muito cuidado com profissionais que vão de empresas em empresas oferecendo solucões para os negócios e só sabem regurgitar cases de empresas, muitas vezes mal analisando a empresa em que oferece a solução.
Estas famosas ‘receitas de bolo’ pouco são efetivas em outras empresas devido a uma série de situações, como por exemplo, muitas não são nem daqui do Brasil, possuindo um público com hábitos de consumo totalmente diferentes.
Há também questões que certas ações garantem o seu êxito por fazerem parte de todo um processo, ou seja, simplesmente pegar uma característica como uma ação direto no ponto de vendas pode prejudicar mais ainda, pois há um conjuto no processo que beneficia esta ação.
Por isso que a análise do negócio é essencial para definir uma Estratégia de Marketing, como estudar o público, talvez fazer até mesmo uma pesquisa, fazer uma análise do microambiente e macroambiente, e assim verificar quais ações terão os melhores efeitos na campanha. Falta um pouco de maturidade e principalmente de criatividade no mercado. Não existe um passo-a-passo que garanta sucesso, existe campanhas pontuais, com ações pontuais, em tempos também pontuais.
É necessário realizar um Plano de Marketing para saber se as ações serão satisfatórias, atenderão os clientes e trarão retorno para empresa. Muitas empresas por ingenuidade, buscando o caminho mais fácil ou rápido, talvez também por economia, preferem optar por comprar receitas prontas, evitando pesquisa e planejamento, porém acabam não atingido o resultado esperado.
Quem escreve?
Plínio Reis – Profissional de Marketing, trabalha no Marketing do Sebrae/ES. Idealizador do blog Tecnocrata Digital. Idealizador do evento TwicontroES, encontro dos tuiteiros espirito-santense.Ama Marketing, atua na área de Marketing Digital e fissurado na Era Digital. Com experiência em agências, blogueiro desde 2008.
Nos últimos 2 anos o conceito de Redes Sociais tem crescido muito. As agências preparam diversos planejamentos para que seus clientes entrem em Orkut, Twitter, Facebook, YouTube, Limão, Me Adiciona; lembrando que o que importa não é estar e sim COMO estar!
A maioria dos clientes não se sente seguro para entrar nas redes, por mais que as agências provem que entrar na Rede Social é algo vital para a marca na web, aliás, sejamos sinceros é vital para a marca! Os anunciantes tem medo do que as pessoas vão falar e ler sobre sua marca…
Tenho certeza que muitos de vocês, leitores, possuem diversos perfis. Eu mesmo tenho os meus, todos alocados no meu perfil www.meadciona.com/plannerfelipe
Certa vez, em uma palestra sobre marketing digital, me lembro de ter ouvido a frase dirigida aos gestores de marca/marketing dos anunciantes: “Se você acha que a sua marca não está no Orkut, abra o olho, pois ela está” e saber disso é muito simples, basta entrar no Orkut e pesquisar qualquer marca que lhe venha a cabeça, acho muito difícil dela não estar lá; o melhor dessa ação é que quem colocou a marca no Orkut não foi (na maioria das vezes) o anunciante e sim seus apaixonados consumidores. Quer relação melhor do que essa?
Vamos a um case que revi semana passada em uma palestra que ministrei em São Paulo sobre Planejamento Estratégico Digital junto com um excelente time de profissionais. O case é do Nescau.
A Nestlé decidiu em 2007, trocar o tradicional Nescau pelo novo Nescau 2.0 com uma nova fórmula a fim de substituir o antigo. Uma consumidora – muito fã da marca – resolveu reclamar criando uma comunidade no Orkut. Em pouco tempo, essa comunidade ganhou mais e mais adeptos chegando a mais de 50 mil pessoas, que além de estarem ali protestando geravam diversas conversas sobre o assunto.
Essa ação fez simplesmente a Nestlé desistir de tirar o Nescau de circulação e hoje o consumidor pode optar entre o Tradicional e o Nescau 2.0. Que marca quer deixar 50 mil pessoas tristes devido a uma decisão que não agrada esses consumidores?
Escrevendo esse artigo eu pesquisei algumas das minhas marcas favoritas, as quais estou usando de exemplo aqui e não fazendo nenhum tipo de propaganda, mesmo porque eu não recebo nada por isso e muito menos trabalho para alguma delas.
Chevrolet são mais de 1.000 comunidades, sendo que a maior delas tem mais de 16 mil membros, e pelo menos nas 3 primeiras páginas ou são amantes da marca ou de carros específicos da marca como a Captiva ou o Camaro por exemplo.
Coca-Cola possui mais de 1.000 comunidades, sendo que a maior com mais de 1,3 milhões de pessoas pede uma garrafa de 20 litros da Bebida; outras 375 mil se declaram amantes do produto
Nike com mais de 1.000 comunidades, sendo que a maior tem mais de 638 mil membros.
A pergunta que não quer calar: Será que essas marcas interagem com seus usuários no Orkut, tal qual fez o Nescau?
Não acredito que a Coca-Cola vá criar uma garrafa de 20 litros, mesmo porque sabemos que dentro das comunidades há muitos “festeiros” que estão ali por estar, mas se essa comunidade começar a ter discussões relevantes em volta dessa questão, ter engajamento do usuário é bom a Coca-Cola abrir os olhos e começar a pesquisar sobre uma garrafa de 20 litros…pensar até, as vezes, no produto para fins específicos como uma festa, um churrasco ou bares.
Mas quem são as pessoas que estão nas Redes Sociais? Sabemos que o Brasil possui cerca de 68 milhões de usuários de Internet, que ficamos mais de 48h conectados por mês (depende da pessoa, eu fico pelo menos umas 200h conectado por mês).
Uma pesquisa da E.Life e In Press Porter Novelli desenhou o perfil do internauta de Redes Sociais no Brasil. Essa pesquisa tem uma amostragem de 1.277 entrevistados nos dá um panorama de quem são os internautas “pró-consumidores” ou seja, aqueles que produzem conteúdo.
63% São mulheres! Sim, diferente do equilíbrio do perfil do internauta (51% homens, 49% mulheres), nas Redes Sociais elas dominam. A média de idade está em 28 anos, entretanto a maioria das pessoas (40%) não tem o ensino superior completo mas possuem renda acima dos 4,5 mil reais, o que pelo critério Brasil já pode ser considerado da classe A; 46% estão em São Paulo 18% no Rio de Janeiro (esse perfil é muito similar ao perfil do internauta brasileiro).
Twitter e Orkut são os “reis” das redes sociais, são os mais acessados com 38,5% para o Twitter e 27% para o Orkut; segundo recente pesquisa do portal Mundo do Marketing, o Twitter hoje é a principal ferramenta para as pessoas se manterem informadas e o Orkut para se relacionar. Blogs vêem em 3º na preferência com 14% dos acessos. Twitter é usado de 5 a 7 dias por semana, Orkut, Youtube e Blog de 2 a 4, por isso, o Twitter é a rede social mais acessada.
62% dos twitteiros e 44% dos blogueiros ficam mais de 41h por semana online; não necessariamente eles ficam o tempo todo em seus Twitters ou Blogs e sim navegando. Eu atualizo meu blog (plannerfelipemorais.blogspot.com) diariamente, devo ficar cerca de 30 minutos para escrever; no meu Twitter (@plannerfelipe) fico aproximadamente 1 hora atualizando e lendo, mas isso durante todo o dia de trabalho e não na sequencia; penso que o comportamento dos entrevistados deva ser o mesmo.
89% tem conta no Orkut, 80% no Twitter, 79% no YouTube, 60% no Blogger; ou seja, as pessoas tem mais de uma comunidade ou Rede Social e interage em todas, é preciso entender o porque desse comportamento e qual o “DNA” de cada rede para saber como atingir o público de cada uma delas, pois a mesma pessoa tem um comportamento no Twiiter, um no Orkut, um no YouTube…
Enfim, esse é um panorama ou um Raio-X, como queiram do perfil do usuário de Redes Sociais. Marcas, comecem a abrir os olhos pois seus consumidores estão lá, estão falando o que vocês querem e precisam ouvir; planners Redes Sociais é um grande repertório para pesquisas…
A pesquisa na íntegra você confere em http://www.slideshare.net/dvilardo/habitos-de-uso-e-comportamento











