Na década de 70 era relativamente simples montar um plano de mídia. Haviam poucas emissoras de TV e rádios, poucos jornais ou revistas. Hoje a história é bem diferente. Só de sites “.com.br” existem mais de 2,3 milhões, não sei ao certo quantos desses estão abertos a publicidade e/ou programas AdSense do Google, mas acredito que mais de 1,5 milhão possa ter propaganda em seus espaços.
O planner que acredita que a campanha vai ao ar graças ao seu trabalho está na hora de rever os seus conceitos em termos da construção de uma marca, seja ela no ambiente on ou offline. O processo de construção de marca passa por campanhas que passa por várias áreas de uma agência.
Caros amigos leitores.
Semanalmente eu venho trazendo artigos aqui para esse espaço que o site O Melhor do Marketing me proporciona todas as 4as feiras; Para essa semana eu quero reproduzir aqui um artigo que preparei para o meu Blog do Planejamento (plannerfelipemorais.blogspot.com) de um documento que peguei com meu colega de trabalho, Fernando Dinelli, um dos grandes profissionais de planejamento com os quais eu trabalhei.
O artigo dessa semana vai abordar um tema muito importante: Qual o papel do planejador/planner no processo criativo de uma agência, no processo criativo de uma campanha?




