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	<title>O Melhor do Marketing &#187; Relacionamento</title>
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	<description>Somos apaixonados por marketing. Você também é?</description>
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		<title>Redes Sociais como SAC</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 20:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando uma marca entra oficialmente em uma Rede Social ela precisa entender alguns pontos: primeiro que se não entrar oficialmente, alguém vai colocá-la lá e responder por ela, mesmo que não oficialmente. Segundo, que esse é um caminho sem volta. Redes Sociais estão ai há tempos, as digitais há menos tempo, mas cada vez mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando uma marca entra oficialmente em uma Rede Social ela precisa entender alguns pontos: primeiro que se não entrar oficialmente, alguém vai colocá-la lá e responder por ela, mesmo que não oficialmente. Segundo, que esse é um caminho sem volta. Redes Sociais estão ai há tempos, as digitais há menos tempo, mas cada vez mais pessoas estão aderindo a <strong>Facebook</strong>, Orkut, Hi-5, Sonico e acho muito difícil, alias diria impossível, que essa onda de Redes Sociais digitais um dia acabe.</p>
<p><span id="more-3512"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ao entrar nas redes, o primeiro passo é ter uma estratégia de ação. Não entre sem entender o cenário, o que as pessoas falam do segmento e como interagir em cada uma das redes. Cada uma tem seu DNA e o consumidor já percebeu isso. Ele quer um tipo de conteúdo e relacionamento no <strong>Orkut</strong> que é diferente do <strong>Twitter</strong> (apesar que para mim, Twitter é uma rede de notícias e não social).</p>
<p style="text-align: justify;">O consumidor também já percebeu que ligar no 0800 das empresas nem sempre surte efeito. Enviar um e-mail pelo famoso “fale conosco” menos ainda, pois há empresas que nem respondem o e-mail, mas usar as Redes Sociais como SAC tem dado resultado e por um motivo simples: <strong>exposição</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu mando um e-mail para a empresa X, sou eu mandando direto para ela. Duas pessoas envolvidas. Quando eu deixo um recado na comunidade “Eu amo a marca X” com 50 mil pessoas, são 50 mil pessoas com potencial de ver a mensagem, aliás, não apenas ver como repercutir em suas próprias redes. O “estrago” é maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Redes tem se tornado uma via de mão dupla. Empresas que acreditam que ali é um canal de divulgação estão erradas. <strong>Redes Sociais é relacionamento!</strong> As pessoas seguem as marcas porque querem se relacionar e o básico para um relacionamento é a conversa, o diálogo; por isso, que quando a marca entra na rede deve prever e esperar que as pessoas vão sim usar essa rede para uma reclamação, dúvida ou sugestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse movimento é inevitável; evitar pode até causar menções negativas para a marca nas próprias redes, do tipo “a marca X não me responde no Facebook, porque abre então?” frases como essas parecem inofensivas, mas não são. Pois 5 ou 6 pessoas que repercutem, curtem a frase, comentam ou concordam já é o suficiente para fazer barulho.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante a esse cenário o que se deve fazer é simples: ouça e responda. Simples assim, princípio básico da comunicação que se para algumas empresas ainda é obscuro, para outras não. E essas estão gerando negócios via essa interação com usuário pelas redes. Eu posso, por exemplo, entrar no perfil de uma loja virtual e perguntar qual o melhor note para eu comprar. Se a loja for rápida na resposta, eu tenho uma tendência grande em comprar o produto com ela, afinal, pedi uma opinião dela. Se o preço e condições me forem atraentes, porque vou comprar da concorrente?</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo porque para eu chegar ao estágio de perguntar a loja sobre a melhor opção para mim é porque eu já entendi que ali tem o preço, condição, entrega e produtos que eu desejo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Monitore</strong> tudo o que se fala da marca no mundo digital. Tenha estratégia para agir de forma rápida aos questionamentos dos clientes. Não responda apenas a elogios. Trate críticas da mesma forma que um elogio. Seja transparente. A resposta a uma pessoa pode beneficiar a outras, mesmo que não beneficie, marcas transparentes passam mais confiança ao consumidor e as chances de vendas aumentam.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, com a grande concorrência entre marcas e a similaridade de produtos, serviços agregados estão sendo levados em conta como fator que agrega valor a marca e assim ganha espaço na mente e coração do consumidor. Redes Sociais são armas poderosas nessa conquista, mas entenda que elas são vias de mão dupla. As pessoas vão falar e ouvir, as marcas também.</p>
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		<title>Porque métricas são importantes?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 19:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“O trabalho do planejamento começa quando o site está no ar”. Essa frase eu já falei uma dezena de vezes e não é raro gerar uma certa polêmica a primeira impressão. Mas vamos com calma, pois explico o que eu quero dizer com isso. Quando nós, profissionais de planejamento estratégico digital, recebemos o brief do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“O trabalho do <strong>planejamento</strong> começa quando o site está no ar”. Essa frase eu já falei uma dezena de vezes e não é raro gerar uma certa polêmica a primeira impressão. Mas vamos com calma, pois explico o que eu quero dizer com isso.</p>
<p><span id="more-3497"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando nós, profissionais de <strong>planejamento estratégico digital</strong>, recebemos o brief do cliente entendemos esse ser o primeiro passo para executar qualquer projeto independente do tamanho e complexidade. A partir desse ponto vamos “a caça” de pesquisas sobre mercado, <strong>consumidor</strong>, concorrência, cenário, <strong>tendências</strong>, comportamentos entre outros fatores. Feito isso, desenhamos a estratégia para a marca e passamos para a execução. De uma forma resumida, basicamente é isso o que acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e depois do projeto no ar, o que acontece? É ai que entra o profissional que vai medir a performance do projeto (e aqui entendemos projeto como sendo um site, hotsite, ação em <strong>Redes Sociais</strong> ou qualquer que seja a estratégia). É aqui que começa o nosso trabalho de planejamento para garantirmos que a nossa estratégia seja um sucesso, trazendo resultados ao cliente acima do que ele espera.</p>
<p style="text-align: justify;">A performance do site só é possível ser mensurada com métricas; como digo em palestras, essa é a melhor amiga do <strong>planner</strong>. <strong>Métricas</strong>, devemos entender, que não é apenas para campanha de banner ou dizer quantas page views o site tem. Temos que ir além disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ficar em apenas um exemplo, vou me aprofundar no site, mas devemos entender que métricas e performances servem para Redes Sociais, links patrocinados, games, mobile, banners, blogs, enfim, qualquer que seja a estratégia digital defendida.</p>
<p style="text-align: justify;">Entender a performance do site passa pelo critério de entender qual o retorno que o site está dando a marca. Nem sempre o retorno é em vendas diretas, mas vendas é o que o cliente quer ver. Se o cliente investir 1 real no mundo digital, quer pelo menos 2 reais de retorno em seus “cofres”, afinal, negócios são negócios. Resultados podem ser mensurados, as vezes, na repercussão que uma ação gerou em mídia espontânea, como por exemplo, a <strong>Tecnisa</strong> vendendo um apartamento pelo Twitter. Mais de um milhão de reais em mídia espontânea, que custo? Praticamente zero.</p>
<p style="text-align: justify;">Métricas devem estar em todo o site. As pessoas não entram apenas no site pela home ou pela loja virtual. As pessoas acessam o site por um artigo escrito em um site, por uma matéria em portal ou por um link no Twitter e não necessariamente são links para a home, pode ser para um conteúdo específico dentro do site, por isso, é importante que o site todo seja mensurado.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o site todo mapeado é possível ver por onde as pessoas acessam a URL. A partir daí, desenhar um perfil de conteúdo mais relevante, baseado em entendimento do que as pessoas procuram no site, o que elas mais comentam, quais as palavras-chave que o usuário chega ao site, como ele interage dentro e claro, qual a origem do tráfego.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas análises ajudam o profissional de planejamento a medir <strong>de onde vem o sucesso</strong>, sendo assim, focar em ações de maior sucesso para que a estratégia montada gere retornos acima dos esperados as marcas.</p>
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		<title>Rumo a 2011: O ano do relacionamento na web</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 11:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[“Quando uma pessoa está apaixonada, ela não trai.” Quem já passou ou está nessa fase sabe o valor de verdade contido nela. Se uma pessoa está apaixonada ela não tem olhos para mais ninguém e quer passar o máximo de tempo com a pessoa amada. Isso serve para homens e mulheres de todas as idades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Quando uma pessoa está apaixonada, ela não trai</em>.” Quem já passou ou está nessa fase sabe o valor de verdade contido nela. Se uma pessoa está apaixonada ela não tem olhos para mais ninguém e quer passar o máximo de tempo com a pessoa amada. Isso serve para homens e mulheres de todas as idades, certo? Ok, mas vale também para as <strong>marcas</strong>.</p>
<p><span id="more-2698"></span></p>
<p>Quando um consumidor está apaixonado pela marca A, B ou C e sente que essa marca o valoriza, ele não vai trocar, não vai trair e ainda por cima vai indicar para sua rede de amigos. Não apenas indicar, mas vai falar bem, será um advogado da marca, defendendo-a de ataques e influenciando decisões de compra. Basta analisar com calma o case da<strong> Harley-Davidson</strong>. Os usuários dessa marca são tão fieis que chegam a fazer uma tatuagem do logo e a exibem para que todos vejam. Uma pessoa que tatuou HD no peito vai comprar uma Suzuki, Kawasaki ou Honda? E se o irmão, amigo do trabalho, vizinho, colega do futebol quiser comprar uma moto e perguntar a essa pessoa que moto ele deve comprar, qual o tatuado vai indicar? E se no <strong>Twitter</strong> uma pessoa quiser fazer um tweet falando mal da marca, qual o comportamento dessa pessoa?</p>
<p>É isso que a HD ensina em termos de marketing. Fazer com que os consumidores sejam fieis a ponto de lutar e defender a marca, além de consumir sempre a sua e nunca do concorrente. A <strong>Apple</strong> traça o mesmo caminho e outras marcas tentam o mesmo, mas nem sempre com o sucesso da Harley. E por quê? Porque a HD se relaciona com seus consumidores a tal ponto de ser um dos primeiros cases de sucesso de comunidade de uma marca em <strong>Redes Sociais</strong> como o <strong>Orkut</strong> e <strong>Facebook</strong> que permanecem crescendo até hoje.</p>
<p>Empresas que acreditam que <strong>relacionamento</strong> é a mesma coisa que enviar um e-mail marketing: é bom começarem a rever seus conceitos. E-mail marketing é uma importante ferramenta de relacionamento, sem a menor dúvida, mas não é a única. Responder um tweet no perfil da sua empresa é tão importante quanto o envio de um e-mail.</p>
<p>Internet é uma mídia que vive uma dupla personalidade. Ela pode ser de massa e <em>one-to-one</em> ao mesmo tempo. A marca A pode fazer um banner na home de um dos maiores portais do país, que será uma mídia de massa. Entretanto, se eu clico no banner, entro no site e envio uma mensagem perguntando sobre as especificações técnicas de um determinado produto, espero que a empresa me envie uma resposta da pergunta que eu fiz, uma resposta <em>one-to-one</em>.</p>
<p><strong>Monitorar </strong>o que se fala nas Redes Sociais é importante para o relacionamento. Nem sempre o usuário vai fazer uma reclamação ou sugestão no perfil da marca na rede: ele pode mencionar a marca em um post, tweet ou comentário. É importante identificar a mensagem desse usuário e responder, em até 1 dia, exatamente o que ele perguntou. Esqueça mensagens padrões como “estamos verificando sua mensagem e responderemos em breve”: isso é passado!!! Passe para o “Sr Fulano. Recebemos sua mensagem e vamos retornar em 1 dia”. E retorne!</p>
<p>Nas comunidades – criadas ou não pela marca – motive a discussão. Entre diariamente, veja quem são as pessoas “alfa” das comunidades e as transforme em advogados da marca. Estimule sempre a discussão da sua marca, dê informações aos donos das comunidades para que eles falem da marca – da forma como eles quiserem. Faça parte das comunidades de forma transparente, dizendo “eu sou o fulano e sou do marketing da empresa. Dúvidas, estou à disposição”. Abra as portas para os apaixonados pela sua marca entrarem e falarem. Com o crescimento da web, quanto mais relacionamento a marca tiver com os usuários, mais fácil deles falarem bem e defenderem nas redes essa marca. O aumento da reputação da marca está cada dia mais transformando comunicação em negócios, ações em resultados; está cada vez mais fazendo com que as empresas gastem menos em banner e mais em Redes Sociais para que nós, consumidores, façamos propaganda dessas marcas.</p>
<p>Alguém ainda duvida que o boca-a-boca sempre foi e tem se tornado, na web, a mais forte propaganda? Eu não.</p>
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		<title>Entenda as necessidades do cliente e tenha estratégia criativa para resolver os problemas</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 11:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cliente X Consumidor]]></category>
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		<description><![CDATA[Um grande dilema para as agências hoje em dia é como encantar seus clientes. Como as agências podem surpreender, inovar e mais do que isso gerar resultado para os negócios do cliente? Em resumo, como aquela campanha, que para a agência pode ser linda, uma “grande sacada” vai virar resultados financeiros no bolso do cliente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grande dilema para as agências hoje em dia é como encantar seus clientes.<br />
Como as agências podem surpreender, inovar e mais do que isso <strong>gerar resultado para os negócios do cliente?</strong> Em resumo, como aquela campanha, que para a agência pode ser linda, uma “grande sacada” vai virar resultados financeiros no bolso do cliente, como aquela “super ideia” fará o consumidor comprar o produto no ponto de venda? Os tempos de filmes e sites bonitos se foram. Hoje o que move as empresas são RESULTADOS!</p>
<p><span id="more-2015"></span></p>
<p>Ganhar <strong>Cannes</strong> todo mundo quer, mas as vezes, uma campanha de varejo ao estilo Casas Bahia é melhor para todos os lados, tanto para o lado do cliente que vende -  e muito &#8211; como para o lado da agência que mantém o cliente em sua carteira.</p>
<p>Por mais “feia” que seja, se a campanha impacta o consumidor final, esse responde comprando, dessa ação gera-se um relacionamento duradouro; prova disso é a própria Casas Bahia, que tem uma agência super criativa, mas que para o negócio do cliente, fazer campanhas ao estilo “varejão” é a sua necessidade, ela faz e dá resultado e nem mesmo a recente fusão da Casas Bahia com o Pão de açúcar abalou o relacionamento do anunciante e sua agência (Young&amp;Rubican).</p>
<p>Um passo importante no encantamento: <strong>entender as necessidades do cliente e ter estratégia criativa para resolver o problema.</strong></p>
<p>O primeiro contato de uma agência com um cliente (que nesse momento ainda se chama “prospect”) é via: atendimento/comercial da agência entra em contato com o marketing do anunciante solicitando uma reunião de apresentação do seu material. O grande objetivo é: encantar o cliente. Se logo nesse momento, a agência não encantar esse cliente, pode ter certeza que o tempo foi perdido e a agência nunca mais será chamada para nada, nem mesmo para aqueles pequenos Jobs que ajudam as agências a entrarem no cliente (e aqui falando muito mais de um cenário de pequenas e médias agências do que as já tradicionais e mega-agências). É a estratégia de “grão em grão a galinha enche o papo” que acontece com muitas agências de porte pequeno e médio, que com isso vão atendendo grandes anunciantes para projetos que as grandes agências não querem pegar pois o lucro não compensa, mas que o anunciante precisa fazer.</p>
<p>Mais uma vez, vemos a necessidade da agência em encantar o cliente. Não basta dar um “show” na apresentação para a equipe de marketing, ser aceito, receber um brief (que poderia aqui denominar como desafio) e apresentar ao cliente uma estratégia ruim (quando se tem estratégia), uma criação sem nenhum nexo e uma estratégia de mídia sem “pé nem cabeça”. Se o cliente percebeu aqui que a agência não entendeu seu problema, não trouxe algo que mostre resultados, que está confuso ou que nitidamente aquela apresentação foi feita aos “45 minutos do 2º tempo”, a agência perdeu não apenas essa concorrência como também o direito de participar de várias outras.</p>
<p><strong>O cliente quer e precisa ser bem tratado.</strong> Se a agência pretende trabalhar com ele, é preciso mostrar mais do que INOVAÇÃO e CRIATIVIDADE. É preciso mostrar vontade de trabalhar com aquele cliente, com aquele produto ou serviço. A agência precisa encantar, não só no Power Point, mas no relacionamento e na vontade de trabalhar com aquele cliente, algo que o cliente não está errado!</p>
<p>Em vencendo a concorrência, mais uma vez tem que encantar o cliente e dessa vez não é o Power Point bonito que o diretor de criação fez ou a pesquisa que o planejamento apresentou para embasar a estratégia que vão dar esse “charme”: São as vendas, ou melhor, os resultados da campanha que vão dizer se a estratégia e criação eram ou não eficientes; ainda acredito que para uma agência a frase “tira a campanha do ar porque meu estoque zerou” é a melhor métrica da agência para o sucesso da ação, há quem discorde, mas essa é uma opinião minha.</p>
<p>Para os profissionais de <strong>planejamento estratégico digital</strong>, ter obsessão por números passou de obrigatório para commodities. Precisamos entender o que se passa na cabeça do consumidor e como isso pode ser usado em uma estratégia matadora que gere <strong>resultado</strong> para o <strong>anunciante.</strong> Esse resultado é algo que devemos perseguir com toda a força, devemos ser “viciados” em resultados!</p>
<p>Continuando o caminho árduo de uma agência para conquistar um cliente, após o encantamento da prospecção e nas primeiras concorrências, a agência pode até não ser a oficial do cliente, mas já começa a ganhar uma importância tão grande, que quando menos se espera ela já está realizando trabalhos sem concorrência, naquele esquema onde o cliente tem uma necessidade, uma verba baixa e a agência se vira para entregar o famoso “mais por menos”.</p>
<p>Em alguns casos o lucro é mínimo, mas a agência faz pois aquele cliente é estratégico, ou porque ele garante um FEE mensal que “paga as contas” ou ter esse cliente no portifólio abre possibilidades em clientes menores; uma agência de pequeno/médio porte que tem em sua carteira anunciantes multinacionais, as empresas de também pequeno/médio porte as recebem de forma diferenciada, com mais abertura; essa é mais uma maneira de encantar o cliente, quando ele vê no portifólio trabalhos realizados para grandes marcas.</p>
<p>Chega o momento em que a agência já tem uma importância enorme dentro do cliente. Ao longo do período de RELACIONAMENTO, ela fez algumas ações mais que trouxeram os resultados esperados ao cliente (o ideal é trazer resultados ACIMA do esperado) e isso vai aumentando o nível de confiança dos decisores e claro o volume de trabalho aumentando; com isso as responsabilidades também<strong><em> “grandes poderes trazem grandes responsabilidades”</em></strong> célebre frase do sucesso dos cinemas Homem-Aranha, que não deixa de ser verdade.</p>
<p>A essa altura, os pequenos Jobs já estão nas mãos de outras agências que pretendem percorrer o mesmo caminho, por isso, a agência tem concorrência dos dois lados, das pequenas e da grande que já atende o cliente em outros segmentos e fica com as maiores verbas, mas sabem que a agência está ali pronta para “abocanhar” parte dessa verba.</p>
<p>Esse é aquele momento que: ou a agência encanta o cliente de forma avassaladora ou dessa fase ela não passa. É agora, que os resultados serão mais exigidos, os projetos serão maiores, com mais verbas e com isso com maiores taxas de retorno.</p>
<p>Falando do mercado de agências digitais, se a agência fez um trabalho de Redes Sociais por exemplo, colocando a marca no Twitter, Blog, Orkut, Facebook essa ação não tem um prazo de validade, é relacionamento contínuo, por isso, além dos novos Jobs, a agência ainda tem que manter – e no mesmo padrão – os trabalhos já feitos e é aqui um outro ponto que ou se encanta o cliente ou se perde.</p>
<p>Visando o lucro – e não estão erradas – as agências contratam um profissional para a função de 3 pessoas, logo, o tempo dessa pessoa é escasso, por isso que vemos profissionais de agência entrando as 9h e saindo às 23h das agências quase que rotineiramente. É nosso mercado, aceitamos e não cabe a mim discutir isso aqui, mas a falta de tempo é inimiga da perfeição, logo os trabalhos começam a sair “de qualquer jeito” e o cliente percebe isso no ato; atrasos começam a ocorrer, atendimentos dando 1.001 desculpas pelo não comprimento do prazo, gerentes de projeto perdendo os cabelos e o pessoal do planejamento com 2 dias para planejar o ano do cliente. O encantamento do cliente se perde e com isso a conta da agência.</p>
<blockquote><p><em>Não importa em que momento você está com o seu cliente, é preciso motivá-lo e encantá-lo quase que diariamente. Quando dizem que o verdadeiro homem “não conquista várias mulheres por dia e sim, vários dias a mesma mulher” as agências deveriam usar “não se conquista várias contas por dia e sim varias vezes ao dia a mesma conta”.</em></p></blockquote>
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		<title>Marketing tradicional X mídias sociais: O gritar X conversar</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 12:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação Melhor do Marketing</dc:creator>
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		<category><![CDATA[#Groundswell]]></category>
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		<description><![CDATA[Há duas semanas tive a grande oportunidade de ler o que é considerado pelos editores da Amazon.com, um dos melhores livros de marketing dos últimos tempos: Groundswell de Charlene li. Se você é um empresário que deseja entrar no mundo dos meios de comunicação social, leia-o antes de seguir em frente e criar uma página [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas semanas tive a grande oportunidade de ler o que é considerado pelos editores da Amazon.com, um dos melhores livros de marketing dos últimos tempos: <strong>Groundswell</strong> de <a href="http://twitter.com/charleneli" target="_blank">Charlene li.</a></p>
<p><span id="more-1918"></span></p>
<p>Se você é um empresário que deseja entrar no mundo dos meios de comunicação social, leia-o antes de seguir em frente e criar uma página no Facebook sem saber para que ela serve. O <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/bGl2cm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNTQzNTc=-56">livro<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt=" Marketing tradicional X mídias sociais: O gritar X conversar"  title="Marketing tradicional X mídias sociais: O gritar X conversar" /></a> aborda dois conceitos muito oportunos que devem ser levados em conta na hora de implementar uma campanha de marketing. A diferença entre o <strong>gritar</strong> e o <strong>conversar!</strong></p>
<p>A melhor maneira de ilustrar um exemplo para este conceito é pensarmos em táticas tradicionais de marketing de uma marca. Vamos usar a Lemier Jeans como exemplo: Coloque uma passarela de sete metros de altura com uma <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/XyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTU0MzU3-48">Top Model<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt=" Marketing tradicional X mídias sociais: O gritar X conversar"  title="Marketing tradicional X mídias sociais: O gritar X conversar" /></a>, usando uma Lemier Jeans, em uma área de uma cidade, onde circulam várias mulheres &#8220;alvo&#8221;. Isso, de acordo com Groundswell, É GRITAR. A Passarela não está entrando em contato com seu alvo, está ocupando um espaço que é visualmente distante. Ao verificar os resultados da cerca é difícil quantificar o impacto positivo.</p>
<p>Agora, olhemos para outro cenário. Uma pessoa &#8220;Publica&#8221; em seu perfil no <strong>Facebook</strong> ou<strong> Twitter</strong>: <strong>&#8220;Eu não sei o que vestir para a festa de hoje à noite.&#8221;</strong> Imediatamente, sua rede de amigos começa a sugerir uma série de opções para resolver este impasse. Suponhamos que haja interesse em uma das sugestões. Então começam a surgir perguntas sobre preços, tamanhos, estilos e outros.</p>
<p>Neste ponto, nós geramos uma conversa. E uma conversa na qual as empresas devem saber como entrar, SEM GRITAR, mas o mais amigável possível. É quase certo que se a empresa ou marca tem boa capacidade de &#8220;conversação” isso irá gerar resultados muito positivos.</p>
<p>Confira o Vídeo abaixo que explica esse conceito de <a class="bbli" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/R3JvdW5kc3dlbGwlM0FfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNTQzNTc=-68">Groundswell:<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt=" Marketing tradicional X mídias sociais: O gritar X conversar"  title="Marketing tradicional X mídias sociais: O gritar X conversar" /></a><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zweof0kBKUY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/zweof0kBKUY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E sua empresa: Está Gritando? ou procurando maneiras de entrar na CONVERSA?</p>
<p>Revisão e edição <a href="http://www.twitter.com/abnerphillip" target="_blank">@abnerphillip </a></p>
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		<title>A Evolução na Comunicação. Ideias que vão além &#8211; Case Fiat Mio</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 13:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[#Fiat]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Começo esse artigo com uma questão: O que nós publicitários podemos aprender com o case do Fiat Mio? A primeira resposta que daria é que: Internet é muito mais do que uma mídia para vender! Ela é capaz de projetos de relacionamento entre marca e consumidor. Ao menos, como profissional de planejamento estratégico digital defendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começo esse artigo com uma questão:<br />
O que nós publicitários podemos aprender com o case do Fiat Mio?</p>
<p><span id="more-1882"></span></p>
<p>A primeira resposta que daria é que: Internet é muito mais do que uma mídia para vender! Ela é capaz de projetos de <strong>relacionamento</strong> entre marca e consumidor. Ao menos, como profissional de planejamento estratégico digital defendo essa tese há tempos.</p>
<p>O <a href="http://www.fiatmio.cc/" target="_blank">Fiat Mio </a>é um projeto que vem sendo desenvolvido pela <strong>FIAT</strong> em parceria com a <strong>Agência Click</strong> há alguns meses (início de Setembro 2009), mas que agora, graças a uma recente matéria na Revista Exame (Edição 968) voltou a ser pauta de discussões sobre o que esse case pode nos ensinar e como ele pode revolucionar a comunicação no Brasil, digo no Brasil, porque cases como do Mio já são mais comuns nos EUA e Europa como o <strong>“My Starbucks Idea”</strong> por exemplo.</p>
<p>O desafio da FIAT é lançar mais um carro-conceito, algo que ela vem fazendo há anos, tendo em seu DNA a inovação e transferindo isso para seus produtos e comunicação. Na minha opinião, ao lado de Romeo Busarello (Tecnisa), João Ciacco (diretor de marketing da FIAT) é um dos caras que mais entendem, acreditam e investem na web como plataforma de comunicação e não apenas vendas ou estratégias de “coloca o banner na home de todos os portais”</p>
<p>O case FIAT Mio de começo já economizou milhões de reais da empresa em pesquisas com consumidor na concepção de um novo carro, pois a partir de um site, as pessoas puderam – espontaneamente – dar depoimentos do que queria em um carro. Algumas boas ideias, outras péssimas, mas assim foi nascendo o carro conceito da empresa; o erro nessa ação, ao meu ver, é que ela movimentou muita gente apenas para ser uma peça a ser mostrada no <strong>Salão do Automóvel</strong> de São Paulo em Outubro. Mas por outro lado o que essa ação tem gerado de repercussão para a marca e que vai gerar mais ainda próxima a data do salão, possivelmente vale o investimento, além, claro de ser um teste da marca para uma nova forma de se relacionar com seus consumidores.</p>
<p>Os números da ação foram altamente compensadores: 1,5 milhão de visitantes; 15,3 mil cadastrados de mais de 100 países, 10 mil ideias enviadas que geraram mais de 3 mil desenhos dos designers da empresa até chegar ao projeto finalizado que fosse não apenas um carro conceito, mas também um carro criado em parceria com o público, que com certeza, são potenciais consumidores do produto.</p>
<p>A <strong>Tecnisa</strong>, por exemplo, foi além desse projeto e lançou o seu site na mesma linha colaborativa, mas enquanto o projeto FIAT para no “carro conceito”, a Tecnisa vai construir apartamentos a partir das necessidades e sugestões de seus clientes e vender esses apartamentos, acredito eu, tendo como primeiro público impactado os cadastrados no site que opinaram por um determinado imóvel.</p>
<p>Entende agora porque disse que Busarello e Ciacco são caras diferenciados no mundo do marketing cooporativo? Porque eles entendem que a web é mais do que vendas, é relacionamento, é troca, é conversa da marca com seus usuários. Isso bem feito é o que gera vendas!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/06/fiatmio.jpg"><img class="size-full wp-image-1883  aligncenter" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/06/fiatmio.jpg" alt="fiatmio A Evolução na Comunicação. Ideias que vão além   Case Fiat Mio" width="500" height="333" title="A Evolução na Comunicação. Ideias que vão além   Case Fiat Mio" /></a></p>
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