Branded Content – Case Nestlé

MC Teo, Badu, Zíper, Dante, Dinho, Odorica, Zita, Tato e Zen zen.  Já ouviu falar em algum desses nomes?

É a turma da Galera Animal, campanha da Nestlé que consiste na compra de 01 produto da marca e com mais R$ 27,00 o cliente pode “adotar” um filhote de pelúcia.

O mais legal é que a campanha também adota a questão do meio ambiente e sustentabilidade nas suas peças.

Seja nos filmes da campanha dividido em episódios:

Ou no site da campanha: www.galeranimal.com

Além disso, eles também possuem perfil no twitter: @galeranimal

Toda essa ação pode ser caracterizada por Branded Content ou comunicação por conteúdo que é uma forma de interação direta com o consumidor, e que foge das tradicionais formas da publicidade.

A grande vantagem desta nova ação é a de que o consumidor tem total controle sobre sua experiência com a marca por apresentar uma carga emocional muito mais intensa do que as tradicionais, e, consequentemente, faz com que a marca permaneça por muito mais tempo na mente do consumidor e quase sempre de uma maneira positiva.

A relação marca-consumidor fortalece, mantendo-se em um nível alto de consideração e fidelidade. É também uma forma de se diferenciar e sobressair em relação às outras marcas, e se mostra altamente eficaz para marcas novas no mercado.

Esse tipo de ação toca você, caro leitor? Conhece algum outro case? Participe!

A coluna participou, em São Paulo, nos dias 28, 29 e 30 de setembro da Feira e do Seminário sobre soluções de comunicação responsável (Unomarketing) e do II Fórum de Empreendedorismo Social.

De acordo com os organizadores “Unomarketing é uma ação que visa ampliar a consciência dos profissionais de comunicação e marketing com relação ao papel que desempenham na promoção e estímulo das ações socioambientais adotadas pelas empresas e governos, principalmente em campanhas nacionais.”

Os painéis foram guiados por perguntas norteadoras, valendo o destaque para as seguintes:

Informar e educar: como as empresas comunicam ações sustentáveis e incentivam o consumo responsável?; – Reputação e relacionamento com o público: como a percepção do público interfere na aceitação da marca?; – Qual o papel das empresas na formação de consumidores conscientes?; Informação com consciência: como os profissionais de comunicação podem ajudar a criar a cultura da sustentabilidade?

Diante de tudo que foi apresentado, apesar de toda competência dos painelistas presentes – incontestável a experiência e o conhecimento prático e teórico – a sensação final é que hoje existem realmente mais perguntas do que respostas neste campo.

O paradoxo entre o consumo consciente e a necessidade do profissional de marketing de estimular o consumo, ao nosso entender, é o ponto chave da questão. Como equilibrar os interesses, a princípio, díspares?  Tem que ser bom para o planeta e para o empresário. E aí?

Por isso cada caso, literalmente, é um caso. Os “cases” apresentados (ainda que existam pontos comuns) nos demonstrou isso. Cabe ao profissional qualificado avaliar a melhor estratégia de agregar os princípios e conceitos da sustentabilidade aos negócios e interesses de seus clientes de forma personalizada. Não existem fórmulas prontas.

Quem escreve?

Bianca Monteiro é advogada e especializada no Direito do Terceiro Setor, sendo pioneira nessa área no Estado do Espírito Santo.  Pós-Graduada em Direitos e Garantias Fundamentais, em Direito Público e  em Gestão Estratégica para Organizações do Terceiro Setor. Consultora, professora, palestrante  e pesquisadora dos temas: Governança Social, Direito do Terceiro Setor, Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Direitos Humanos. Colaboradora do livro ” Roteiro do Terceiro Setor” de autoria do Dr. Tomaz de Aquino Resende.  Organizadora do livro ” Terceiro Setor – Reflexões sobre a sustentabilidade das ONGs”.Idealizadora e coordenadora do I e II Fórum do Terceiro Setor do Espírito Santo. Consultora e instrutora  credenciada no SEBRAE nas áreas associativismo, cooperativismo e responsabilidade social. Atuou como Diretora executiva da Federação das Fundações e Associações do Espírito Santo – Fundaes durante 4 anos.

Afinal de contas, o que marketing e sustentabilidade tem a ver um com o outro? O que é marketing Socioambiental? Como a minha empresa pode desenvolver ações sociais? A partir de hoje, essas e outras perguntas passam a ser discutidas aqui no Melhor do Marketing. Como de costume, você poderá contribuir enviando sugestões, matérias, cases e curiosidades para que possamos explorar em nossas redes e compartilhar com os nossos leitores.

Redação

Não há como negar que “sustentabilidade” está na moda. Mais do que isso, podemos dizer que é uma “tendência”. Trocadilhos a parte, é fato público e notório que a cada dia aumentam (ao menos) os discursos da imediata necessidade de avaliarmos e minimizarmos os impactos e as consequências das atividades humanas.

Muitos ainda acham que sustentabilidade – desenvolvimento sustentável -se refere apenas às questões ambientais, inclusive devido ao conceito difundido pelo Relatório Brundtland elaborado em 1987 pela Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento. Foi então concebido como “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”. Acontece que compactuo com a ideia de que não é possível existir desenvolvimento sustentável sem o devido cuidado com os aspectos econômicos, sociais e culturais.

Não adianta proteger as baleias, ou quaisquer outras espécies de animais grandes ou pequenos, essenciais a cadeia alimentar, por exemplo, se não formos capazes de garantir o direito fundamental e humano de acesso ao alimento. Além disso, é preciso garantir dignidade ao homem pela geração de oportunidade de trabalho, emprego e renda.

É preciso haver uma conjugação de interesses e esforços. A ação individual conta. Contudo, as mudanças só serão percebidas quando existir identidade coletiva com as causas.

E o marketing? O que tem haver com essa história toda?

Todos sabemos que os negócios/empresas/organizações são influenciados e influenciam o mercado, que por sua vez é diretamente relacionado com as necessidades e os desejos construídos pela sociedade e para a sociedade em dado lapso temporal.

Ora, hoje um profissional de marketing que quiser ter uma visão marco do branding, bem como que quiser garantir e aprimorar a reputação de um cliente/empregador, obrigatoriamente tem que saber que não é mais possível criar um plano de marketing adequado desconsiderando esta realidade.

Sustentabilidade está na pauta! É premissa! Logo sua ausência faz com que a conclusão seja equivocada, por ter partido de pressupostos duvidosos.

Um olhar um pouco mais atento para o lado é capaz de por si só ser suficiente. A partir de hoje, semanalmente faremos a análise de cases, reflexões e suscitaremos o debate do tema Marketing Social, Marketing Ambiental ou Marketing Socioambiental.

Quem escreve?

Ronald Z. Carvalho é militante na área de sustentabilidade e responsabilidade social, há mais de vinte anos. Fundador e membro da coordenação nacional do PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais, entidade precursora da responsabilidade social no Brasil e que deu origem ao Instituto Ethos, Akatu, Movimento Viva São Paulo, e outros, unindo empresários como Ricardo Young, Helio Mattar, Emerson Kapaz e outros. É presidente da ADVB no Espírito Santo e vice-presidente da FENADVB – Federação Nacional que congrega 23 ADVBs no Brasil e no exterior, e coordena o Instituto de Responsabilidade Social – IRES. É conselheiro do CIEE, CRA, Instituto Sergio Mota e Associação Universitária Internacional. É membro da Transparência Brasil e World Future Society. Trabalhou em projetos de governança na área publica junto aos governos estaduais de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Consultor, professor, palestrante e jornalista nas em marketing,  responsabilidade social e educação corporativa. Vice-presidente da OSCIP capixaba Ponto Solidário, que promove o artesanato capixaba por meio do Comercio Justo ( Fair Trade).

Bianca Monteiro é advogada e especializada no Direito do Terceiro Setor, sendo pioneira nessa área no Estado do Espírito Santo.  Pós-Graduada em Direitos e Garantias Fundamentais, em Direito Público e  em Gestão Estratégica para Organizações do Terceiro Setor. Consultora, professora, palestrante  e pesquisadora dos temas: Governança Social, Direito do Terceiro Setor, Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Direitos Humanos. Colaboradora do livro ” Roteiro do Terceiro Setor” de autoria do Dr. Tomaz de Aquino Resende.  Organizadora do livro ” Terceiro Setor – Reflexões sobre a sustentabilidade das ONGs”.Idealizadora e coordenadora do I e II Fórum do Terceiro Setor do Espírito Santo. Consultora e instrutora  credenciada no SEBRAE nas áreas associativismo, cooperativismo e responsabilidade social. Atuou como Diretora executiva da Federação das Fundações e Associações do Espírito Santo – Fundaes durante 4 anos.

Na semana que aconteceu o 1º #BPecommerce em terras capixabas, vamos a mais um Top Marketing da semana, são tantos destaques que fica difícil escolher apenas 6.

Lembre-se que você pode participar da escolha das seis notícias que são destaque, basta deixar a sua sugestão nos comentários ou se preferir envie para os nossos canais de relacionamento. #omelhordomkt

#1 – Walmart promove sustentabilidade em novo portal

O Walmart também investe em sustentabilidade fora do ponto-de-venda. A rede varejista lançou um portal com conteúdo sobre responsabilidade social, consumo consciente e dicas para o consumidor. O endereço é embasado no tripé do Walmart: clima e energia, resíduos e produtos. O objetivo é ampliar o diálogo entre a rede e os seus consumidores com relação ao tema [continue lendo]

Notícia publicada no Mundo do Marketing

#2 – AmBev lança 1ª campanha institucional

“Feita por gente e sonhos”. Esta é a assinatura da primeira campanha institucional da AmBev desde a sua criação, em 2000, que teve sua estréia sábado (24). Para difundir esse princípio, a ação traz depoimentos de 30 funcionários e colaboradores sobre os sonhos realizados dentro da companhia [continue lendo]

Notícia publicada no Portal Exame

#3 – Meia Hora é apresentado em São Paulo

O Meia Hora, jornal carioca lançado pela Ejesa em São Paulo, está sendo divulgado na capital paulista por meio de uma ação de guerrilha elaborada pela Espalhe. Inspirada no conteúdo da publicação, que une a irreverência, o humor e o sensacionalismo, a agência criou a estratégia intitulada “Rango da hora”, que consiste na exposição de uma capa fictícia do jornal em frente a restaurantes paulistanos [continue lendo]

Notícia publicada no Portal Exame

#4 – Brahma muda lata de branca para vermelha

A Brahma apresentou no último sábado, dia 24, a sua nova embalagem vermelha. Segundo informações do Portal Exame, além da mudança de cor, a marca ganha também novo logo – desenvolvido pela Narita Design – que traz a reprodução de duas garrafas e será utilizado em todo o material de comunicação da cerveja [continue lendo]

Notícia publicada no Mundo do Marketing

#5 – Marcas apostam em evento de pára-quedismo

Uma competição de pára-quedismo reunirá, além de grandes atletas nacionais e internacionais do esporte, DJs de vários países. O Sky Dive Masters 2010 terá diversas competições, enquanto pilotos de freestyle motoCross se apresentam na rampa montada próximo ao público [continue lendo]

Notícia publicada no Meio & Mensagem Online

#6 – Extra dá 31 celulares pelo Twitter

O Extra.com.br realiza um concurso cultural no Twitter que dará 31 celulares. Para participar, os internautas devem seguir o perfil Tudo Extra no microblog e escrever uma frase que tenha “pai” como tema, acompanhada de uma hashtag que é mudada diariamente. O autor da frase mais criativa do dia será premiado com um celular Samsung GT-E1086 e no último dia com um Samsung Wave S8500.

Notícia publicada no Mundo do Marketing

Seguindo a atual tendência de sustentabilidade, a Bombril lança uma nova campanha, destacando as vantagens ecológicas do Bom Bril Eco. Além da nova embalagem, com a palavra “ECO” para associar o produto à preservação ambiental, uma nova retórica apresentada pelo eterno Carlos Moreno garante que o produto é totalmente inofensivo à natureza, pois após o uso ele se degenera pela ferrugem e desaparece, em detrimento às esponjas sintéticas, que, segundo o vídeo, agridem o meio-ambiente.

A campanha é composta de três filmes com 30” de duração cada, todos protagonizados por Carlos Moreno. Assinados pela agência WMcCann, serão exibidos nos principais canais da TV aberta e em alguns canais fechados, como Sony, Universal, Globo News, Multi Show e Warner. Além dos VT’s, também serão veiculados anúncios em diversas revistas de circulação nacional e out-doors nas principais rodovias do estado de São Paulo.

Bom Bril Eco – 1 from Bombril on Vimeo.

Confira o texto original aqui http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/bombril-vira-eco-560437.html

Balanço social, venda da pizza, campanha do agasalho. Iniciativas que a maioria das organizações apóia e desenvolve sob o título de Ações de Responsabilidade Social. O ‘boom’ das mídias sociais encobriram um pouco o tema, mas sim, Responsabilidade Social ainda é a bola da vez.

 

Esse é um mercado delicado quando falamos e sua parceria com o segundo setor. As empresas querem investir no segmento com foco no negócio, no marketing, esquecendo-se que, muitas vezes a demanda não é essa. Grande erro de briefing.

Sim, a parceria entre segundo e terceiro setor é importante, desde que agregue mais que exposição da marca, mais que prêmios e troféus. Vemos grandes empresas realizarem gigantescas campanhas da sopa, direcionada ao inverno, por exemplo. Alguém lembra que moramos ‘num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza’?

 Já que o marketing é o ponto de partida para ações socialmente responsáveis, nos atentemos à escolha do público-alvo de forma correta, façamos um planejamento de mídia levando em conta fatores internos e externos para que seja,os motivo de chacota no meio de quem, de fato, entende do assunto.

Falamos de desenvolvimento humano, de sustentabilidade, das 8 metas do milênio, ninguém e nenhuma entidade não governamental sobrevive de ações pontuais. O sabor é bom, mas acabar tudo em pizza, literalmente não é a solução.
Já dizia Karl Marx  “Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência.”

Transformação foi baseada em pesquisas realizadas com os consumidores nos últimos dois anos; companhia investiu R$ 3,3 milhões em estudos e desenvolvimento da ação.

Como é importante saber ouvir a opinião do cliente e do consumidor, e dessa maneira colocar em prática as informações colhidas. Isso é Marketing de Relacionamento, o verdadeiro One to One. E foi justamente isso que o Grupo Pão de Açúcar fez ao renovar seu visual.

Na próxima quinta-feira, 16, o Grupo Pão de Açúcar lança seu novo logotipo e a reformulação na identidade visual das 145 lojas da rede. Com mais de 60 anos de atuação, essa é a sexta vez que a companhia muda o visual. A transformação foi baseada em pesquisas realizadas com os consumidores nos últimos dois anos. A empresa investiu R$ 3,3 milhões em estudos e desenvolvimento da ação.

No dia seguinte à apresentação da identidade visual, o Pão de Açúcar faz uma ação em suas lojas, distribuindo sementes de tempero para os clientes levarem para suas casas e plantarem. O objetivo é associar essa prática sustentável à nova marca.

Muito bacana a idéia de associar a nova Marca com a sustentabilidade.

A mudança no logo foi desenvolvida pela FutureBrand e partiu do ponto de vista do consumidor. Diversos institutos de pesquisa foram mobilizados para entender quais as expectativas do consumidor em relação à marca, entre eles Ibope, Research International, FutureBrand BC&H e PA Publicidade.

Vi aqui com dica da Colunista Juliane Belmont

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